COMO FUNCIONA

Este blog foi criado num Domingo chuvoso daí www.domingoamigo.blogspot.com/!

Pensando em leitores que não se animam a manter um blog pessoalmente, e os bloggers, que desejosos de atingir outros leitores, além dos seus habituais, gostariam, vez por outra, de postar num blog COLETIVO, criamos a SOCIEDADE ANÔNIMA, onde você poderá postar, sempre que tiver vontade!

Para fazer parte dos AUTORES do blog basta escrever para: cimitan@terra.com.br, solicitando sua inclusão, como membro do SOCIEDADE ANÔNIMA. Mande seu nome, e endereço de e-mail, para ser registrado. Só não pode deixar de assinar seus posts! E será responsabilizado pelo seu conteúdo.

A gerência se reserva ao direito de excluir o participante cujo comportamento não for condizente com o do grupo.

27.3.11

A Importância da Educação Sexual na Adolescência

O primeiro contato sexual está cada vez ocorrendo mais cedo entre os jovens. Meninos e meninas, por motivos diversos, tornam-se sexualmente adultos num período da vida em que as dúvidas sobre temas como gênero, identidade de gênero, sexo, sexualidade, direitos reprodutivos e DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) não estão totalmente esclarecidos na mente deles. Com isso, um tsunami de problemas de ordem biológica, psicológica e social pode ser gerado quando não há um acompanhamento educacional, a partir do instante que o jovem começa a manifestar as primeiras oscilações da libido, na qual fará parte da vida dele na fase adulta.

O envolvimento cada vez mais precoce entre adolescentes na vida sexual tem se tornado algo corriqueiro. Antigamente, muitos tinham a sua primeira experiência sexualmente ativa entre os 16 e 17 anos de idade, porém, atualmente, essa faixa etária varia entre os 13 e 15 anos de idade. Essa estimativa pode ser evidenciada na rotina diária de muitos brasileiros, sobretudo nas regiões onde a pobreza é extrema, visto que a desigualdade social em algumas regiões ainda é um dos principais causadores da prematuridade sexual juvenil. Isso é preocupante, pois enfatiza que a falta de uma orientação sexual está intimamente ligada aos fatores sócio-culturais e econômicos.

Devido a isso, o número de adolescentes grávidas continua crescendo, da mesma forma que o índice de abortos nessa fase aumenta proporcionalmente. Muitas delas, antes de ter o primeiro contato sexual, não tiveram uma orientação adequada sobre os seus direitos sexuais e reprodutivos. Isto por que, muitas escolas tratam desse assunto de forma conceitual sem contextualizar a realidade pela qual muitas delas vivem. Além disso, o ambiente familiar ainda trata como tabu a sexualidade feminina, procedimento este fruto de uma cultura altamente conservadora e, sobretudo machista.

Entre os garotos acontece o processo inverso, uma vez que muitas vezes os próprios pais são os primeiros a estimular a prática sexual deles. Geralmente é a figura paterna que se encarrega de dar os passos iniciais nessa questão, orientando os filhos da necessidade que eles têm de começar imediatamente a sua vida sexual. Com essa atitude, às vezes inconsciente, contribuem para que esses adolescentes se aventurem em práticas sexuais desprevenidas. O resultado disso é a consolidação de pais prematuros e despreparados para assumir determinadas responsabilidades, quando não, contraem alguma doença sexualmente transmissível.

Só no Brasil, o número de jovens que são contaminados por doenças ligadas ao sexo, principalmente na primeira relação de uma das partes, cresce a cada ano. No entanto, essa realidade não está ligada a falta de investimento governamental no que se refere aos contraceptivos. Pelo contrário, a cada ano o governo amplia o quantitativo de métodos anticoncepcionais, abrangendo localidades onde esses recursos eram escassos ou inexistentes. O que falta é uma educação sexual contextualizada, ou seja, não basta dizer que existem riscos de se contrair uma doença ou uma gravidez indesejada. É preciso exemplificar, com fatos da realidade desses jovens, os possíveis riscos que eles podem sofrer com a iniciação descabida da própria sexualidade.

Os males que uma má educação sexual pode causar são inúmeros, além de deixar sequelas profundas no corpo e no psicológico dos jovens, muitas delas até irreversíveis. Para que isso seja evitado um simples diálogo informal dentro de casa entre pais e filhos pode evitar uma gravidez não desejada ou até mesmo uma DST. A escola também merece destaque pois sobre ela recai a responsabilidade de orientar os jovens sobre os perigos acarretados pelo não uso dos métodos contraceptivos. Portanto os dois alicerces básicos, a escola e a família, têm a obrigatoriedade de guiar essa juventude para um caminho mais consciente, no qual ele solidifique o respeito pelo próprio corpo e pelo do parceiro(a).

ESTAMOS FODIDOS, por Jorge Pinheiro

ESTAMOS FODIDOS

1 – A demissão anunciada de José Sócrates e a consequente queda do Governo é mais um triste episódio desta “soap opera” que teimam em nos servir nos telejornais vespertinos. Os protagonistas são todos canastrões, a orquestra desafina E o maestro é surdo. Depois da demissão, os partidos preocupam-se se as eleições vão ser a 29 de Maio ou 5 de Junho!!! Extraordinária preocupação. Apetece dizer que a democracia é cara. Um luxo. Um bem raro que os partidos políticos esbanjam. Será assim? Porque não conseguem, então, os partidos regenerar-se, renovar-se?

2 – A verdade é que os partidos políticos, sem excepção, estão entregues a “apparatchicks” cujo único intento é perpetuarem-se no poder. A ideologia deixou de interessar. A ética foi substituída pelo marketing. O debate pela retórica. O bem comum, pelo interesse pessoal. Curiosamente, os partidos do leque governamental afirmam todos só terem uma preocupação: governar e defender o país. E fazem-no conforme entendem, contra tudo e contra todos, independentemente do pais querer ou não. Esta afirmação “patriótica” é o único objectivo ideológico desses partidos do Centro. Tudo o resto é absolutamente secundário.

3 – Como se chegou aqui? A direcção das máquinas dos grandes partidos vai sendo progressivamente açambarcada por uma classe profissional desejosa de poder e que vai afastando os militantes. Essa classe acaba por se tornar indispensável, na lógica da conquista do poder. Eles dominam o “aparelho”. Estão por dentro. Manipulam as regras. Eternizam-se no poder partidário. São inamovíveis. A renovação faz-se pela idade e, mesmo essa, é controlada e circunscrita parcimoniosamente. As oposições internas são absorvidas, com cargos e promessas, perdendo rapidamente a credibilidade como facções. Resta-lhes aderir ao “establishement”. A democracia desaparece no interior dos partidos. Deixa de haver “estímulos ideológicos”. A mudança é mera adaptação. Um reposicionamento táctico para não perder o poder. As motivações patrimoniais sobrepõem-se a tudo. Os partidos passam a ser “agências de emprego”. Em breve surgirão os oportunistas que vêem na política um trampolim para multiplicar os seus proveitos pessoais. A política partidária deixa de ser um jogo ideológico, para ser um jogo de interesses pessoais. Trocam-se favores. Cede-se aqui, para se obter ali. O povo deixa de interessar. Já nem o voto assusta. Hoje um partido, amanhã o outro. Tanto faz. Partidos sem ideologia não conseguem formular propostas e políticas públicas consistentes e coerentes. Estes partidos são clientelares, nepóticos e patrimoniais. Há um total desprezo pelo serviço público, visto como um embaraço ao desenvolvimento dos interesses pessoais desmedidos. Há uma completa ausência de vontade para introduzir novos impulsos democráticos. Uma absoluta falta de apetência para renovar ideologias.

4- Os partidos do leque do poder evoluíram para o “centro do centro”. O centro inamovível, qual Motor Imóvel de Aristóteles. O centro quer chamar-se esquerda; a direita quer chamar-se centro; ninguém se quer chamar direita. Em Portugal o PS, o PSD e o CDS, todos querem estar no “centro”. Este é o território propício a todas as renúncias ideológicas. Tudo em nome dos superiores interesses da nação. A democracia requer luta entre forças políticas. Hoje a democracia estagnou. Os partidos socialistas e sociais-democratas identificam-se exclusivamente com a classe média. Deixaram de representar as classes populares. Vêem estas como um arcaísmo a ignorar, ou mesmo a combater. Os cidadãos sentem-se excluídos da democracia. Sentem-se desprotegidos. E estão. A soberania popular é considerada obsoleta. Os partidos não querem a participação popular, porque não se querem renovar. Estamos condenados a ser dirigidos por oligarquias partidárias que há muito se esqueceram onde está o povo. Essas oligarquias limitam-se a um arremedo canhestro de debate político, para consumo exclusivo dos comentadores de serviço, filhos e enteados que eles próprios puseram nas televisões e jornais. Estamos fodidos!

Jorge Pinheiro

Chen Xu Tchan! → NonsensƎ ← Com Xu Tchan!

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Os assexuados: conheça a tribo que defende o direito de não transar

Editora Globo

Por Laura Ancona Lopez

Engajados Jovens assexuados do mundo todo gravam depoimentos para um canal de vídeos na internet

Michael Doré tem 28 anos e nunca beijou. Nem pretende. Beijos, carinhos e qualquer forma de contato íntimo lhe causam repulsa. “O sexo me enoja”, diz. “Sou um assexual convicto.” É quase impossível imaginar que um cara como ele, charmoso, bem-sucedido — é um matemático norueguês e PhD da Universidade de Birmingham, na Inglaterra —, sequer pense em transar. Ainda mais nos dias de hoje, em que sexo e orgasmo são quase uma obrigação. E, antes que você se pergunte o que há de errado com Michael, ele mesmo responde: “Não, não sou gay, não fui abusado na infância, nem tenho problemas hormonais. Eu simplesmente não gosto de transar”. Assim como ele, a pedagoga mineira Rosângela Pereira dos Santos, o bancário americano Keith Walker e uma legião de assexuados dos mais diferentes cantos do planeta começam a sair do armário. São homens e mulheres de todas as idades, perfeitamente capazes de fazer sexo, mas sem nenhum apreço pela coisa. Gente que, graças ao apoio da Aven (Asexual Visibility and Education Network), rede que luta pela visibilidade dos assexuados no mundo, conseguiu se unir para levantar a bandeira da abstinência e lutar para que a assexualidade seja reconhecida como uma quarta orientação sexual (além de héteros, homos e bissexuais).

Leia mais: clube de leitura une mulheres nuas a clássicos da literatura

Editora GloboEditora Globo
Eles vestem a camisa O matemático Michael Doré (à dir.) com a irmã, durante passeata GLBT


Sob o slogan “It’s o.k. to be A” (algo como “tudo bem ser assexuado”), essa turma tem frequentado as passeatas gays de Nova York, São Francisco, Londres e Manchester. No grupo, lutando contra o preconceito em relação aos que não gostam de transar, há desde aqueles que nunca tiveram uma relação sexual na vida, até os que fazem sexo por obrigação, para não perder o parceiro. “Por assexual entende-se apenas aquele que não sente atração sexual, não o que não é capaz de se envolver”, explica a socióloga Elisabete Oliveira, que fez do assunto tema de seu doutorado na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. “Existem os assexuais românticos e os não românticos. O primeiro grupo consegue se apaixonar, casar e até ter filhos — desde que não haja sexo envolvido. O segundo não gosta de carinhos e não se sente apto a se apaixonar.”

A libido é uma energia vital que pode ser canalizada para o trabalho

Esses dois grupos também podem ser classificados como libidinosos ou não. “Ser assexual não significa, necessariamente, não ficar excitado”, afirma o bancário americano Keith Walker, 37 anos. “Muitos de nós se masturbam, mas não estabelecem relação entre isso e o sexo. É apenas uma maneira de relaxar e aliviar o stress”, diz. Segundo a psicóloga paulista Tânia Mauadie Santana, hoje é comum que a energia que antes era sexual seja canalizada para outras áreas da vida. “A libido é uma energia vital, o que não necessariamente se manifesta só nos órgãos sexuais. O desejo pode ser direcionado para o trabalho, a comida e as atividades físicas”, diz.

Com as recentes investidas no chamado Viagra feminino — comprimido à base de flibanserina que promete devolver a libido à mulher que a perdeu e apresentá-la a que nunca teve —, a comunidade médica tem falado muito em “desejo sexual hipoativo”. O termo, catalogado há mais de 30 anos pela Organização Mundial da Saúde como uma “disfunção sexual”, tem conotação pejorativa para assexuados, que, com razão, não querem ser vistos como doentes. “Quem pratica sexo costuma ter humor melhor, pois o ato libera hormônios de ação antidepressiva. Mas a falta dele não chega a ser um problema de saúde. Ninguém vai morrer por isso”, afirma Tânia Santana. Segundo o psiquiatra Alexandre Saadeh, a assexualidade só requer tratamento quando gera sofrimento. “Se a falta de desejo ou o excesso dele impedir alguém de ser feliz, aí, sim, deve-se falar em tratamento. Caso contrário, não há por quê”, afirma o médico.

Para mostrar (e entender) que é possível ser feliz sem sexo, Marie Claire se cadastrou em redes e sites de relacionamento onde assexuais trocam ideias, causas e bandeiras. No Brasil, o site Refúgio Assexual, criado pelo pernambucano Julio Neto, de 19 anos, é o principal local de convergência dessa turma. “Muitos chegam aos fóruns com sentimento de culpa. É compreensível. Na sociedade em que vivemos hoje, em que se usa o sexo para vender de geladeiras a refrigerantes, é quase um crime não querer transar”, diz ele.


Veja o restante da matéria AQUI


ZÉ DO COPO 
Tira publicada originalmente no jornal A Banqueta - Nova Lima e Região de BH - MG  


26.3.11


Um processo criativo, dinâmico, sempre no Agora.




O Portal™ é um processo criativo, dinâmico, sempre no Agora.


É o fluir da Luz, o processo é o de nos alinharmos com esse fluir constante. O querer é esse, sintonizar mais e mais essa frequência de Luz para nos harmonizar e expressarmos quem somos realmente. Essa expressão é o Amor por si e pelo próximo, é a gratidão, o reconhecimento do Divino em nós e no próximo, que somos todos ligados uns aos outros e merecedores de tudo de bom, a plenitude da Saúde, da abundância, felicidade, prosperidade, de realização pessoal e em conjunto, permanentemente na Paz.
A Subida ao Portal™ é a infra-estrutura (como uma bicicleta, que lhe coloca na posição apropriada para andar nela) que nos conduz para o além dos condicionamentos e crenças do que chamamos de memórias.


No Portal™ damos um passo além das fronteiras minúsculas do “eu” do ego. Não há “intenção”, “direcionamento” ou “aplicação de energia”, não lidamos com as energias de polaridades, do mundo da dualidade como sustentado pelo racional. É alinhamento.  Nele você abraça sua identidade verdadeira, seu Eu Divino em constante e infinita expansão no Campo de sua potencialidade pura.
 Você é uma pessoa preciosa, querida, amada por Deus. Você não está sozinho. No Portal você se desfaz dessa percepção e crença na separação, na escassez, na falta de saúde, de relacionamento sadio, amoroso. Tudo que é limitação se dissolve a Luz da limpeza. E através dessa Luz, você se abre para a abundância, para o Bem maior em sua vida..
  • Sessão Virtual com Subida ao Portal™ toda terça-feira 21:00 horas (horário de Brasília), acesso gratuito. Clique aqui para entrar na sala.
  • Você pode ouvir gratuitamente Mp3s de sessões anteriores acessando aqui.
  • Reunião Virtual, com Zenilde Cardoso Teles, toda quinta-feira 20:30 horas (horário de Brasília), acesso gratuito. Subida ao Portal™ é feita a critério da moderação.
  • Reunião Virtual, com Andréa Palermo, todo domingo 20:00 horas (horário de Brasília), acesso gratuito. Subida ao Portal™ é feita a critério da moderação.
Esse trabalho no Portal serve para aqueles que:
·         Querem se abrir para uma nova compreensão do que é a vida, não de acordo com conceitos ou opiniões (até os nossos), mas com uma experiência pessoal, íntima e intransferível.
·         Querem viver no presente e com o coração aberto doando de si e recebendo.
·         Querem se amar e amar o próximo em reconhecimento do valor, da preciosidade da vida.
·         Querem assumir a responsabilidade.
Esse trabalho no Portal não serve para aqueles que:
·         Buscam um palanque para apresentar e discutir seus pontos de vista sobre suas vidas, crenças, filosofias e caminhos espirituais.
·         Buscam uma terapia de longo prazo no anseio de serem ouvidos.
·         Buscam justificativas e meios para culpar os outros por seus problemas na vida.
Maiores informações no www.portalquantum.com
© 2010, 2011 Al McAllister. Esse trabalho é completamente independente. Não há nenhuma afiliação com organizações, instituições e pessoas que se dizem fontes de "conhecimento" Ho'oponopono ou Huna.

Erik Satie "Trois Gymnopédies"

DOOR KNOB GIRL

24.3.11

A FRASE

 
 
O candidato que desfila pelo Código Penal com sua biografia não pode ter a ousadia de se candidatar. 
Carlos Ayres Brito, ministro do Supremo Tribunal Federal

23.3.11

Ficha Suja!

KadhafiudaPátria!


"kadhafashion"

FINALMENTE a REVELAÇÃO....

Fiona Walker protagonizou uma das imagens mais icônicas dos anos 70
Foto: Daily Mail/Reprodução


Fiona Walker. Esse é o nome por trás de uma das mais conhecidas imagens do universo esportivo. A modelo é a garota bela e sensual ajeitando o vestido, cercada de bolinhas de tênis, em uma quadra ensolarada nos anos 70. A musa da famosa fotografia teve nesta quarta-feira sua identidade divulgada pelo jornal britânico Daily Mail, mais de 35 anos depois.
A ex-modelo, no entanto, confessa nunca ter gostado de tênis. Hoje, com 52 anos e casada com um rico homem de negócios, Fiona, que se recusou diversas vezes a posar novamente, diz não ter arrependimentos pela foto, ainda que a musa misteriosa do tênis nunca tenha ganhado um centavo por ela.
Fiona tinha 18 anos, era uma estudante de arte e utilizava o sobrenome Butler quando concordou em posar o ambicioso fotógrafo chamado Martin Elliott, à época namorado da garota.
Com raquete e vestido emprestados e um boné de seu pai, a musa e Elliott criaram uma das imagens mais icônicas e intrigantes dos anos 70. Charme esse, aliás, que tem muito a ver com mistério que sempre envolveu a bela loira, que demorou mais de três décadas para mostrar seu rosto.
O ensaio aconteceu numa quadra na universidade de Birmingham, em Edgbaston, na Inglaterra, numa tarde em setembro de 1976, e as bolinhas de tênis pertenciam a seu cachorro.

22.3.11

...

Porque a felicidade está no caminho dos sorrisos entregues...

RECORDAR é VIVER

O primeiro que pisou assim se deu mal


 
Jânio Quadros renunciou à presidência 6 meses depois da posse
NOBLAT

A KASINHA DO RICARDÃO


Quando adolescente, isto pelos anos cinqüenta do século passado, outro da nossa turma tinha o mesmo nome que me deram ao me registrar. A solução que a turma encontrou para diferenciar um Ricardo do outro foi chamar o menor de Ricardinho e o grandão aqui de Ricardão. Claro que não preciso dizer que não tinha a conotação que tem hoje.

No quartel como tinha um Ricardo maior, o jeito foi passarem a me chamar de Blautão.

Velho/guri auto-aposentado, depois de três maravilhosos ateliers, acabei me radicando em Garopaba. Meu atelier é uma unidade separada da residência para ter liberdade de continuarfazer arte”. E onde também escrevo, cozinho, converso e recebo visitas. Quando chega é  natural que alguma delas tenha necessidade de....... você sabe.

Solução construí uma tradicional Kasinha como antigamente se fazia, afastada da casa, do atelier e – super importante- bem arejada para garantir  bons ares”.

É muito elogiada por quem tem a necessidade de usar. Estes acabam chamando os outros que os acompanham para ver. A Kasinha é um sucesso. Tem até uma coleção de revistas junto ao “tronopara os mais demorados. Estas tem  que ser repostas por novas de tempos em tempos, tal o sucesso que fazem. Deve ser por que na maioria dos lugares se Caras.

Porta de entrada não tem. Ali serve para lavar as mãos e se olhar no espelho. A porta interna é de vidro, que pintei é obvio, caso contrário não haveria a necessária privacidade. Mas esta porta fica trinta cm acima do chão e tem um metro e sessenta de altura. Claro que as pessoas vão ser educadas e não olhar por cima. Mesmo porque ao entrar se verá a ponta dos pés do eventual ocupante. Tudo bem pensado antes da construção.

Sobre o telhado, nas paredes externas e internas, mosaicos, cerâmicas, e esculturas de parede do hoje não mais Ricardão. Mas as filhas, genros, amigos de adolescência e outros que conhecem meu passado, passaram a chamar assim o local. Que fazer ! São os ônus do passado.

A Kasinha !  Quando você vier a Garopaba terá oportunidade de constatar isto tudo ao vivo.




RICARDO garopaba BLAUTH

21.3.11

Mais um Equinócio...



"Que as Águas Vermelhas deste Equinócio Outonal 
nos ensinem sobre a marcialidade e disciplina que as vezes 
se faz necessária ir atrás daquilo que nos traz sentido e pertencimento!"

BORBOLETAS NO CABELO




BORBOLETAS NO CABELO
( Anne Lieri)


Quero de ti liberdade
Borboletas no cabelo,
Amor louco, sem vaidade!
Desatado, sem novelos!


De ti quero o vôo alto,
De asas abertas, soltas,
Confiança em nossos saltos
Mãos dadas, cabeças loucas!


Quero tudo em demasia,
Amor e cumplicidade!
Magia, luz, fantasia.
Eterna proximidade!


De ti quero essa criança,
A menina voadora!
Paixão solta, nossa dança.
Sem cabresto e sem espora!


Borboletas no cabelo
Amor total e despido
Invertido nesse espelho,
Sentimento desmedido!




MARIA BETHÂNIA e a LEI Rouanet

Maria Bethânia criará um blog para disseminar poesia de boa qualidade? Ótimo!
O blog custará pouco mais de R$ 1.350 mil para se manter durante um ano? Problema dela!
Bethânia embolsará R$ 50 mil mensais para declamar um poema por dia? Sortuda!
O dinheiro será arrecadado junto a empresas que depois o abaterão do seu Imposto de Renda? Êpa!
Existe uma lei de nome Rouanet aprovada pelo Congresso no final de 1991. Ela permite às empresas aplicarem em projetos culturais até 4% do que pagariam de Imposto de Renda, e às pessoas físicas até 6%.
A maior parte da clientela da lei difunde a idéia de que é privado o dinheiro destinado a financiar projetos.
Mentira! Na verdade, o governo abdica de receber uma parcela de impostos para que a cultura floresça entre nós.
A intenção inegavelmente é boa. No mais quase tudo é ruim.
Onde já se viu dinheiro público escapar ao controle do governo? Aqui é o que ocorre na prática.
Uma vez autorizada a arrecadação de recursos, dispensadas maiores justificativas, o negócio passa a ser tratado entre artistas, produtores e suas eventuais fontes de financiamento.
Com frequência o processo é nebuloso. O governo limita-se a receber depois a prestação de contas.
Está para existir no mundo civilizado um modelo sequer parecido com esse.
Transparência? Esqueça!
Não pense que é pouco o dinheiro envolvido em transações por vezes tenebrosas. Em 2003 foram R$ 300 milhões. Seis anos depois, R$ 1 bilhão.
Cerca de 80% do orçamento do Ministério da Cultura para este ano derivam de impostos que o governo deixará de recolher. O que sobra é uma titica num país onde menos de 6% das pessoas entraram alguma vez num museu, 13% vão ao cinema uma única vez por mês, só 17% compram livros (menos de dois livros per capita ano) e mais de 90% dos municípios não têm salas de cinema nem teatros.
A Cultura é tratada pelos governos - todos eles - como mercadoria de terceira.
A Polícia Federal produziu no ano passado um relatório sigiloso sobre projetos tocados adiante com base na Lei Rouanet. Pelo menos 30% do dinheiro que empresas dizem ter investido em projetos foram devolvidos para elas por debaixo do pano.
Devolvidos por quem? Pelos arrecadadores com a cumplicidade de artistas. Isso é corrupção.
Autoridades e artistas enchem a boca quando falam sobre uma política nacional de cultura.
Sinto muito, mas não há política – primeiro porque falta dinheiro para outras coisas, segundo porque uma política nacional de cultura teria que ser definida pelo governo depois de amplas consultas à sociedade.
Contudo, por obra e graça dos mecanismos e da ausência de critérios da Lei Rouanet, são os departamentos de marketing das empresas que definem a “política nacional de cultura”. Os responsáveis por tais departamentos escolhem os projetos a serem contemplados com um dinheiro que é do governo. E quem mais lucra?
As empresas, que associam sua imagem à imagem de artistas famosos, quase sempre os mesmos. Os intermediários entre as empresas e os artistas. E os artistas que forram seus bolsos.
Entre pôr dinheiro numa orquestra juvenil da periferia de Fortaleza ou num show de Ivete Sangalo, você imagina qual será a escolha de uma empresa?
E o dinheiro que elas economizam com publicidade?
Numa recepção, há dois anos, sem se dar conta da presença de Milú Villela, uma das donas do Banco Itaú, o então presidente Lula comentou numa roda de amigos: “O Itaú faz a maior propaganda dele mesmo com dinheiro de renúncia fiscal”.
Milú foi embora aborrecida.
O finado Banco Santos, cujo dono, mais tarde, foi preso e acusado por vários crimes, patrocinou em 2009 a exposição de alguns exemplares do notável exército de terracota desencavado na China. Para celebrar a proeza, publicou páginas e mais páginas de anúncios em revistas e jornais exaltando a contribuição da iniciativa privada à cultura nacional. Tudo pago via Lei Rouanet.
Apenas 3% dos que apresentam projetos ao Ministério da Cultura ficam com mais da metade do dinheiro atraído pela lei. Repito: apenas 3%.
Mais da metade do dinheiro banca projetos nascidos no eixo Rio-São Paulo, e somente ali. Fora do eixo, deu a entender certa vez o produtor paulista Paulo Pélico, “o resto é bumba-meu-boi”.
A presidente Dilma Rousseff está disposta a acabar com a farra feita com o nosso dinheirinho.
A Lei Rouanet dará lugar a outra que já tramita no Congresso. Ela estimulará as empresas a criarem fundos  com parte dos seus lucros para investimentos na cultura.
Anotem desde agora: será ensurdecedora a chiadeira dos viciados em dinheiro público.
 Blog do NOBLAT

A Banalização do Sexo na TV Brasileira


Os meios midiáticos são conhecidos pelo seu papel de entreter, informar e, sobretudo, interagir com os telespctadores. No caso da televisão, tal elo acaba criando uma proximidade muito maior, visto que ela exerce grande influência nos costumes da sociedade. Nesse aspecto, temas que deveriam ser tratados de forma educativa acabam na vala das banalidades, contribuindo assim para a distorção dos valores. Em outras palavras, pode-se destacar a abordagem dada para a temática sexual, a qual é retratada arbitrariamente por diversas emissoras, muitas vezes fora do horário nobre.

Mesmo com a obrigatoriedade imposta pela censura em criar classificações etárias para os programas televisivos, ainda assim, isso não foi o suficiente para conter a aparição de cenas “calientes” nas emissoras nacionais. Isto porque, muitos quadros de entretenimento exibem sem nenhum pudor demonstrações carnais que vão além do afeto, das quais contribuiria para despertar precocemente a sexualidae de muitas crianças e adolescentes.

Entre tantos programas nesse sentido, nada atinge tão diretamente o telespectador quanto as novelas. Elas, por tratarem de temas ligados ao cotidiano da sociedade, acabam inevitavelmente transportando tudo o que há no social de forma pouca plástica para a sua programação. Assim, muitas vezes não há uma filtragem daquilo que deveria ir ao ar, resultado, uma liberdade libidinosa invade as telas e quem está do outro lado não percebi os riscos que está correndo.

Como os pais podem aconselhar seus filhos sobre os perigos das DSTs, se em vários momentos vê-se cenas em que os atores trocam constantemente de perceiro (a)? Como explicar a um adolescente sobre a importância do primeiro beijo como passo da caminhada para uma vida sexual, se o beijo que deveria ser demosntração de carinho é exposto na maioria das vezes é quase como um ato sexual? E ainda, como acompanhar as descobertas ligadas a sexualidade dos jovens, se temas dessa natureza ainda são encarados como tabu por muitas emissoras? Nesse sentido, banalizar é o verbo que guia as ações realizadas por muitos programas, pois na guerra pela audiência, usam recursos apelativos , nos quais beijos ardentes, amassos, troca de parceiros e até mesmo o próprio ato sexual são mostrados despudoradamente.

Embora as novelas sejam mais perniciosas, elas não são as únicas ameaças existentes nos canais de televisão. A sensação do momento, os “Reality Shows” caíram nas graças do público brasileiro, trazendo consigo uma onda de desgraça, depravação e inversão dos valores humanos, e o poior, em pleno horário nobre. Nessa jogatina, os participantes lutam ferozmente para galgar os prêmios milionários oferecidos pelas emissoras. Emissoras, no plural, pois a febre que esse tipo de atração causou acabou se espalhando como uma praga por diversos canais, levando os seus participantes ao ponto de renegar a própria condição humana, na guerra para barganhar o prêmio final.

O resultado disso são demonstrações subumanas do corpo, como se este fosse uma arma, um objeto do qual será utilizado para ultrapassar qualquer obstáculo. E é dessa forma que funciona nesse tipo de programa, pois, mesmo não ganhado prêmio algum, os participantes sabem que fazer gestos sinuosos, aparecer com pouca roupa, ou até mesmo práticar sexo lá dentro, poderá render um ensaio para alguma revista de nu artistico ou até mesmo o estrelato no mundo pornográfico. E esse pensamento é tolerado pelas emissoras que transmitem de forma maquiavélica esse arsenal de imoralidade, visto por pessoas de todas as idades. Além dos reality shows, há também programas que fazem apologia direta ou indireta ao sexo casual, seja em quadros aparentemente inofensivos, como aqueles ligados à busca de um novo relacionamento, ou na exibição de filmes que divergem da sensura correta para a idade do telespectador.

Direta ou indiretamente, a Tv brasileira ainda precisa de um ajustes antes de chegar com qualidade aos lares dos milhões de telespectadores. É inegável que ela tenha se desenvolvido e que esse crescimento tenha sido acompanhado lado a lado com a sociedade, porém, isso não dá a ela o direito de banalizar certos assuntos, principalmente quando estes são relacionados ao sexo e a tudo o que está correlacionado a ele. Para isso, é importante contar com a visão crítica da sociedade em cobrar uma programação qualitativa, respeitando o público do qual muitos vezes é facilmente persuadido por boa parte de tudo o que é repassado pelas emissoras.

20.3.11

E se...


E se aquilo que a pessoa diz não condiz em nada com o que ela faz?
E se aquilo que ela faz não condiz em nada com quem ela é?
E se aquilo que ela é, na realidade nunca foi?

18.3.11

¡ȭɐdɐΓ uᴉ әpɐW → "variações sobre o TEMA, trouxeram-me aqui...


A cultura-mundo

 
Kikuji  Kawada
The Japanese National Flag
Gelatin Silver Print ( 1989)
 
 
Não é novidade que a velocidade veio para dominar a vida moderna, nesta cultura hipertecnológica do século XXI, por nosso acesso imediato e irrestrito as imagens e às informações de todas as partes do mundo, onde o tempo real cria a sensação do imediato e do simultâneio. Uma conquista em vencer as barreiras do tempo-espaço, nosso triunfo, onde o local torna-se global, libertando fronteiras entre o próximo e o distante.
Nossa consciência planetária está à flor da pele; os perigos, as catástrofes, as crises políticas e as ambientais
engendram neste imediatismo a globalização deste olhar, e me pergunto: qual a imagem que fazemos do mundo, neste viver artistico quando somos tocados pelo apocalítico, e portanto qual a dimensão destas
tragédias para a arte.
 

Dialética Contemporânea



Quero dormir, mas estou sem sono.


Quero sono, mas não estou deitado...


E nessa de querer um passo adiante


Estou sempre um ou dois atrasado!