10.4.11
DESLIGA O COMPUTADOR!!!
Acontece que o balanço dessas 24 horas sem internet é altamente positivo.
Precisava enviar meu texto para o jornal, por e-mail. Ao levar minha filha para cortar o cabelo, aproveitei o computador do salão e já passei o texto - que fica armazenado do Google Docs e pode ser acessado de qualquer lugar. Feito isso, fiquei por lá mesmo, esperando minha filha e interagindo com o mulherio do lugar. Eu pensava que um táxi seria o melhor lugar do mundo para ouvir boas histórias. Que nada.
Nesse lapso de desconexão, aproveitei também para terminar o livro que estava lendo: Mãos de cavalo, do Daniel Galera. Recomendo.
Mas o melhor destas últimas 24 horas de apagão virtual foi mesmo a presença de minha filha junto de seus velhos e carentes pais. A pimpolha saiu da reclusão de seu quarto e veio interagir com a realidade da sala/cozinha. Até nossa cadelinha, a Popi, notou a diferença.
A internet voltou (mais uma vez a GVT não me decepcionou). Estou aqui colocando esse post no Sociedade enquanto minha mulher prepara o chimarrão para irmos ao Parque Farroupilha. Ela está irritada, mandando que eu desligue logo esse maldito computador...
FUI!
8.4.11
LENITIVO: A FRENTE DO VERSO
6.4.11
O primeiro discurso do lider da oposição
Política
Oposição é para se opôr, defende Aécio

(...) Os que ainda não me conhecem bem e esperam encontrar em mim ataques pessoais no exercício da oposição vão se decepcionar. Não confundo agressividade com firmeza. Não confundo adversário com inimigo. Os que ainda não me conhecem bem e acham que vão encontrar em mim tolerância diante dos erros praticados pelo governo, também vão se decepcionar. Não confundo o direito à defesa e ao contraditório, com complacência ou compadrio.
Estarei onde sempre estive, como homem do diálogo que não foge às suas responsabilidades e convicções; não teme o enfrentamento do debate nem as oportunidades de convergência em torno dos interesses do Brasil. Farei a política que sempre fiz, aquela que entende que, neste campo, brigam as idéias e não os homens.
(...) O Brasil de hoje é resultado de uma vigorosa construção coletiva que, desde os primeiros sopros da nacionalidade, vem ganhando dimensão, substância e densidade. Ao contrário do que alguns nos querem fazer crer, o país não nasceu ontem. Ele é fruto dos erros e acertos de várias gerações de brasileiros, de diferentes governos e líderes, e também de diversas circunstâncias históricas e econômicas. Juntos, nós, brasileiros, percorremos os caminhos que nos trouxeram até aqui. Mas é importante e justo que nos lembremos, sempre, que não chegamos até aqui percorrendo os mesmos caminhos.
(...) Em 1985, quando o Brasil se via diante da oportunidade histórica de sepultar o autoritarismo e reingressar no mundo democrático, nós estávamos ao lado do povo brasileiro e do presidente Tancredo Neves. Os nossos adversários não. Permanecemos ao lado do Presidente José Sarney, naqueles primeiros e difíceis anos de consolidação da nova ordem democrática. Os nossos adversários não.
Mais à frente, em um momento especialmente delicado da nossa história, quando foi preciso convergir para apoiar a governabilidade e o presidente Itamar Franco, nós estávamos lá. Os nossos adversários não. Recusaram, mais uma vez, a convocação da história. Para enfrentar a grave desorganização da vida econômica do país e a hiperinflação que penalizava de forma especial os mais pobres, o governo Itamar criou o Plano Real. Neste momento, o Brasil precisou de nós e nós estávamos lá. Os nossos adversários não.
Sob a liderança do presidente Fernando Henrique aprovamos a Lei de Responsabilidade Fiscal para proteger o País dos desmandos dos maus administradores. Nossos adversários votaram contra. E chegaram ao extremo de ir à Justiça contra essa saneadora medida, importante marco da moralidade administrativa do Brasil.
Para suportar as crises econômicas internacionais e salvaguardar o sistema financeiro nacional, estruturamos o Proer, sob as incompreensões e o ataque cerrado dos nossos adversários. Os mesmos que o utilizaram para ultrapassar o inferno da crise de 2009 e que o apresentam, agora, como exemplo de boa governança para o mundo.
Estruturamos os primeiros programas federais de transferência de renda da nossa história. A partir de sucessos locais, como o do prefeito Grama, em Campinas, e do governador Marconi Perillo, em Goiás, criamos o Bolsa Escola, o Bolsa Alimentação e o Auxílio Gás. Que, depois, serviram de base para, ampliados e concentrados, se transformarem no emblemático Bolsa Família. Quando os fundamos nossos adversários também não estavam lá. E, ironicamente, nos criticaram por estarmos criando políticas assistencialistas de perpetuação da dependência e não de superação da pobreza.
(...) A oposição que defendo não é a de uma coligação de partidos contra o Estado ou o país, mas a da lucidez da razão republicana contra os erros e omissões do poder público. Convoca-nos, neste momento, a responsabilidade para fazer o que precisa ser feito. Ou o faremos ou continuaremos colecionando sonhos irrealizados. Não temos, senhoras e senhores, esse direito. Precisamos estar, todos, à altura dos sonhos de cada um dos brasileiros.
Nós, da oposição, estaremos."
Leia a íntegra do discurso em Oposição é para se opôr
5.4.11
4.4.11
TUDO QUE É BOM!
3.4.11
2.4.11
Charge - BR MG 030
Charge publicada no jornal A Banqueta - Nova Lima e Região de BH - MG - 01/04/2011
http://venescomw.blogspot.com
1.4.11
Jair Bolsonaro Discursando sobre Homofobia e Racismo: A Inversão dos Direitos Humanos
Na busca por um país mais justo e igualitário, a sociedade tem cada vez mais se preocupado com as questões referentes as minorias, estes, que por sua vez, sofrem historicamente com a perseguição ideológica de alguns personagens ditos “conservadores”. Entende-se por conservador, nesse contexto, aquele indivíduo que sustenta opiniões inabaláveis sobre temas de ordem social, sobretudo aqueles mais polêmicos, os quais, como se sabe no Brasil, poderiam ser destacados a liberalização da maconha, a homofobia e o racismo. Estes grupos fazem parte da tal minoria estigmatizada, alvo constante dos moralistas que muitas vezes, extrapolando os juízos de valor, impedem que o restante da sociedade enxergue certos temas de forma menos pejorativa. Um dos muitos brasileiros que se encaixam nesse perfil é o deputado federal do PP- RJ Jair Bolsonaro. Ele que, com opiniões controversas, tem mostrado que o preconceito racial, a homofobia, o machismo, entre tantos outros males da humanidade, não estão adormecidos, mas sim mascarados.
O Brasil tem acompanhado com perplexidade as declarações feitas por Bolsonaro a respeito das camadas inferiorizadas pela sociedade. Membro da Comissão dos Direitos Humanos, ele tem mostrado que não está psico-humanisticamente preparado para tal cargo. Isto porque, numa das suas polêmicas entrevistas ele aconselhou que para curar uma possível homossexualidade dos filhos, os país poderiam dar algumas "palmadinhas corretivas". Numa época onde o discurso contra a violência infantil está sendo amplamente disseminado, é um tanto quanto criminoso alguém propor um modelo educacional desse tipo. Até porque, sabe-se que a homossexualidade não pode ser “curada” a base de tortura, como era feito pelos trogloditas em períodos remotos da história mundial. A sexualidade humana não é escolhida ou optada, ela simplesmente se impõe ao individuo que, devido a fatores culturais, muitas vezes acaba tendo que mascará-la para fugir da discriminação e do preconceito.
Ainda na esfera da discriminação, o deputado recentemente cometeu mais um dos seus tórridos comentários. De forma ofensiva, ele feriu a integridade do povo brasileiro quando, numa entrevista ao programa CQC, exibido pela emissora Band, fala de forma preconceituosa sobre os negros desse país. Ora, como alguém que nasce numa terra tão rica em diversidade humanística como o Brasil, sobretudo alguém dotado de conhecimento, pode expor para a nação um posicionamento tão pedante? Ainda sobre os negros, o deputado afirma ser contra qualquer forma de cotas para esse grupo, com um argumento de que todos são iguais perante a sociedade. No entanto, ele esquece-se de que as cotas não foram criadas para serem uma esmola, mas sim, como uma tentativa singular de compessar os maus tratos e os anos de atraso pelo qual a comunidade negra desse país passou.
Nesse mesmo momento, ele ataca também os homossexuais dizendo que a sociedade está tentando liberar a promiscuidade quando apoia essa classe, já que para ele os gays são sinônimo de perversão e doenças. Nesse sentido, parece que a homossexualidade é o principal alvo desse político, pois a todo instante ele faz algum tipo de declaração ofensiva, pejorativa e discrimitatória contra os gays. Na mente dele, ao que parece, o “homossexualismo” (sic), não é uma prática humana e deveria ser punida de forma severa. Dotado de conceitos morais arcáicos, Bolsonaro justifica a sua aversão aos gays ao fato deles serem, na concepção dele, uma classe amoral/imoral, ou seja, acima dos padrões “civilizados" da sociedade. Além disso, para o deputado a palavra homossexualidade rima com promiscuidade e vulgaridade. Essa forma de pensar poderia ser justificada se estivéssemos na Idade da Pedra lascada, em outras palavras, num período do qual o ser humano agia única e exclusivamente através dos instintos. No entanto, a sociedade vive à época da racionalização, do entendimento do outro, e, principalmente da reflexão. Assim, o que o deputado está fazendo contra a comunidade LGBT é uma clara tentativa de propagar a homofobia, num país onde frequentemente os gays são discriminados, perseguidos e mortos.
Depois da repercussão de tais opiniões, Bolsonaro tentou desfazer em parte o que disse, mas já era tarde. O povo presenciou de forma clara que a intolerância de alguns políticos é um dos principais empecílhos para a aprovação de aguns projetos de lei, dos muitos que tramitam no senado. Esse mesmo povo, que agora se assusta com as declarações desse deputado, deveria ter tido mais critério na hora que escolheu esse homem para representá-los. É por escolhas dessa dimensão que o Brasil não consegui se desvencilhar do esteriótipo corrupto e despreparado do qual paira na politca nacional. É lamentável saber que esse mesmo homem ainda está no poder, exercendo influência numa sociedade vítima da própria irreflexão.
31.3.11
Teste de psicopata;
(dou a resposta esperada depois de alguns comentários...)
"
ATENÇÃO! Esse é um teste psicológico de verdade.
Uma garota que, durante o funeral de sua mãe, conhece um rapaz que nunca tinha visto antes e que se dizia grande amigo da família. Ela achou o cara tão maravilhoso que acreditou ser o homem de sua vida. Apaixonou-se por ele e começaram um namoro apaixonado que durou uma semana. Sem mais nem menos o rapaz sumiu sem deixar informações e nunca mais foi visto. Dias depois, ela matou a própria irmã..
A questão é:
Qual o motivo da garota ter matado sua irmã?
(Pense em uma resposta e, só então, entre na comunidade e veja no fórum a resposta para verificar a sua análise psicológica)
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Jorge Pinheiro comemora 4 anos do seu EXPRESSO DA LINHA
EXPRESSO DA LINHA - QUATRO ANOS
Desfilando as cores da paixão













