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28.3.11

SUS fará primeira cirurgia de mudança de sexo em transexual feminino

Xande dos Santos será 1ª brasileira a passar por operação de mudança de sexo paga pelo SUS. Há 15 anos, intervenção podia ser considerada crime


No próximo mês, a autônoma Alexandra Peixe dos Santos, de 38 anos, vai se deitar em uma mesa cirúrgica do Hospital Pérola Byington, em São Paulo, para se submeter a um procedimento pouco comum. Do centro cirúrgico, sairá diferente: sem útero, ovários e trompas. Em data ainda a ser definida, passará pela extração das mamas. Os procedimentos constituem o passo mais contundente da transformação de Alexandra em Alexandre, ou Xande, primeiro transexual feminino do país a realizar uma cirurgia de mudança de sexo custeada pelo Sistema Único de Saúde – entre os homens, a prática existe desde 2008. Cada intervenção para retirada dos órgãos reprodutivos femininos (histerectomia total) e da mama (mastectomia) vai custar aos cofres públicos 717,90 reais e 462,80 reais, respectivamente.
Para a medicina, a cirurgia também é o desenlace de um drama. Em 1975, quando a primeira operação desse tipo veio a público, o médico responsável pelo feito, o cirurgião plástico Roberto Farina, chegou a ser condenado por lesão corporal grave, enquadrado no Código Penal Brasileiro. Quem quisesse se submeter ao procedimento, portanto, tinha de fazê-lo de forma clandestina, ou viajar a países com tradição no assunto, caso de Tailândia, Grã-Bretanha, Marrocos e Equador. Mas a demanda pelas intervenções fez com que os profissionais de saúde paulatinamente repensassem suas posições. Em 1997, a cirurgia foi reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina em caráter experimental. No ano seguinte, o urologista Carlos Cury, de São José do Rio Preto, interior de São Paulo, realizou as primeiras operações: no mesmo dia, retirou o órgão genital de dois homens. Em 2002, a prática deixou de ser experimental. Por fim, em 2008, o Ministério da Saúde deu ao tema status de questão de saúde pública, ao assumir os custos da cirurgia de mudança de sexo entre homens e, no final do ano passado, entre mulheres. É o fim de um ciclo.
Transtorno, não doença A incompatibilidade entre corpo e mente não é uma peculiaridade de Xande. Segundo Luis Pereira Justo, psiquiatra do Centro de Referência e Treinamento DST/Aids (CRT), da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, a incômoda sensação de ocupar a estrutura física errada é comum aos transexuais. "A pessoa sente vergonha, constrangimento e, muitas vezes, não consegue nem ao menos saber quem na verdade é. Não é uma questão de comportamento sexual, mas de identidade de gênero", diz. "Trata-se de um transtorno de gênero, não uma doença." Em meio à turbulência, a identificação se faz, então, com o papel socialmente apropriado ao sexo oposto. Isso, defende o psiquiatra, acarreta pressões psicológicas, familiares e sociais, já que não se corresponde ao figurino esperado. Para alguém como Xande, possuir seios é um transtorno. Cultivar a barba, um desejo. É algo completamente distinto da homossexualidade. "Nela um homem, por exemplo, se aceita enquanto homem, mas seu desejo sexual recai sobre outro homem. Já o transexual não aceita o corpo que tem, não se vê refletido nele. Essa condição é entendida como uma patologia pela Organização Mundial da Saúde", diz Quetie Mariano Monteiro, psicóloga do Departamento de Sexologia do Hospital Pérola Byington.
Esse é o perfil das centenas de transexuais que aguardam na fila de espera pela mudança no corpo. Só no Ambulatório de Saúde Integral para Travestis e Transexuais, do CRT de São Paulo, foram 580 atendimentos desde 2009, ano da inauguração do serviço – apenas 31 são transexuais femininos, como Xande, que passou por ali. O CRT é responsável no estado por emitir os laudos que autorizam a cirurgia bancada pelo SUS. É uma exigência do Conselho Federal de Medicina. Sem o documento, a operação, custeada com dinheiro público ou privado, é proibida. Há mais três centros de triagem no país.
A emissão do laudo encerra um processo que se estende por dois anos, durante os quais as condições físicas, mentais, sentimentais e sociais do candidato à cirurgia são esquadrinhadas até semanalmente por psicólogos, psiquiatras, endocrinologistas e assistentes sociais. O objetivo é rastrear pistas que permitam prever casos em que o paciente não está preparado para o procedimento cirúrgico e tudo o que ele acarreta. Um diagnóstico errado de transexualismo pode, como é fácil prever, desencadear problemas irreversíveis e há até registros de suicídio. "O acompanhamento do candidato até a cirurgia é um processo longo e delicado", define Maria Filomena Cernicchiaro, diretora do CRT.
Até mesmo os profissionais de saúde ainda se adaptam aos procedimentos necessários envolvidos. A equipe do Hospital Pérola Byington, por exemplo, onde será feita a cirurgia de Xande, passou por um treinamento especializado, com o objetivo de realizar duas intervenções mensais. "A saúde pública tem de se preparar para atender os transexuais", diz a chefe do Departamento de Sexologia da instituição, Tânia Mauadie Santana. No caso do procedimento em sentido inverso – do sexo masculino para o feminino –, há mais expertise: desde agosto de 2008, 84 cirurgias já foram realizados pelo SUS, ao custo total de 109.200 reais. "O estado arca com a cirurgia porque o transtorno implica sofrimento e incapacitação para essas pessoas", diz Justo.
fonte: Veja

27.3.11

A Importância da Educação Sexual na Adolescência

O primeiro contato sexual está cada vez ocorrendo mais cedo entre os jovens. Meninos e meninas, por motivos diversos, tornam-se sexualmente adultos num período da vida em que as dúvidas sobre temas como gênero, identidade de gênero, sexo, sexualidade, direitos reprodutivos e DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) não estão totalmente esclarecidos na mente deles. Com isso, um tsunami de problemas de ordem biológica, psicológica e social pode ser gerado quando não há um acompanhamento educacional, a partir do instante que o jovem começa a manifestar as primeiras oscilações da libido, na qual fará parte da vida dele na fase adulta.

O envolvimento cada vez mais precoce entre adolescentes na vida sexual tem se tornado algo corriqueiro. Antigamente, muitos tinham a sua primeira experiência sexualmente ativa entre os 16 e 17 anos de idade, porém, atualmente, essa faixa etária varia entre os 13 e 15 anos de idade. Essa estimativa pode ser evidenciada na rotina diária de muitos brasileiros, sobretudo nas regiões onde a pobreza é extrema, visto que a desigualdade social em algumas regiões ainda é um dos principais causadores da prematuridade sexual juvenil. Isso é preocupante, pois enfatiza que a falta de uma orientação sexual está intimamente ligada aos fatores sócio-culturais e econômicos.

Devido a isso, o número de adolescentes grávidas continua crescendo, da mesma forma que o índice de abortos nessa fase aumenta proporcionalmente. Muitas delas, antes de ter o primeiro contato sexual, não tiveram uma orientação adequada sobre os seus direitos sexuais e reprodutivos. Isto por que, muitas escolas tratam desse assunto de forma conceitual sem contextualizar a realidade pela qual muitas delas vivem. Além disso, o ambiente familiar ainda trata como tabu a sexualidade feminina, procedimento este fruto de uma cultura altamente conservadora e, sobretudo machista.

Entre os garotos acontece o processo inverso, uma vez que muitas vezes os próprios pais são os primeiros a estimular a prática sexual deles. Geralmente é a figura paterna que se encarrega de dar os passos iniciais nessa questão, orientando os filhos da necessidade que eles têm de começar imediatamente a sua vida sexual. Com essa atitude, às vezes inconsciente, contribuem para que esses adolescentes se aventurem em práticas sexuais desprevenidas. O resultado disso é a consolidação de pais prematuros e despreparados para assumir determinadas responsabilidades, quando não, contraem alguma doença sexualmente transmissível.

Só no Brasil, o número de jovens que são contaminados por doenças ligadas ao sexo, principalmente na primeira relação de uma das partes, cresce a cada ano. No entanto, essa realidade não está ligada a falta de investimento governamental no que se refere aos contraceptivos. Pelo contrário, a cada ano o governo amplia o quantitativo de métodos anticoncepcionais, abrangendo localidades onde esses recursos eram escassos ou inexistentes. O que falta é uma educação sexual contextualizada, ou seja, não basta dizer que existem riscos de se contrair uma doença ou uma gravidez indesejada. É preciso exemplificar, com fatos da realidade desses jovens, os possíveis riscos que eles podem sofrer com a iniciação descabida da própria sexualidade.

Os males que uma má educação sexual pode causar são inúmeros, além de deixar sequelas profundas no corpo e no psicológico dos jovens, muitas delas até irreversíveis. Para que isso seja evitado um simples diálogo informal dentro de casa entre pais e filhos pode evitar uma gravidez não desejada ou até mesmo uma DST. A escola também merece destaque pois sobre ela recai a responsabilidade de orientar os jovens sobre os perigos acarretados pelo não uso dos métodos contraceptivos. Portanto os dois alicerces básicos, a escola e a família, têm a obrigatoriedade de guiar essa juventude para um caminho mais consciente, no qual ele solidifique o respeito pelo próprio corpo e pelo do parceiro(a).

ESTAMOS FODIDOS, por Jorge Pinheiro

ESTAMOS FODIDOS

1 – A demissão anunciada de José Sócrates e a consequente queda do Governo é mais um triste episódio desta “soap opera” que teimam em nos servir nos telejornais vespertinos. Os protagonistas são todos canastrões, a orquestra desafina E o maestro é surdo. Depois da demissão, os partidos preocupam-se se as eleições vão ser a 29 de Maio ou 5 de Junho!!! Extraordinária preocupação. Apetece dizer que a democracia é cara. Um luxo. Um bem raro que os partidos políticos esbanjam. Será assim? Porque não conseguem, então, os partidos regenerar-se, renovar-se?

2 – A verdade é que os partidos políticos, sem excepção, estão entregues a “apparatchicks” cujo único intento é perpetuarem-se no poder. A ideologia deixou de interessar. A ética foi substituída pelo marketing. O debate pela retórica. O bem comum, pelo interesse pessoal. Curiosamente, os partidos do leque governamental afirmam todos só terem uma preocupação: governar e defender o país. E fazem-no conforme entendem, contra tudo e contra todos, independentemente do pais querer ou não. Esta afirmação “patriótica” é o único objectivo ideológico desses partidos do Centro. Tudo o resto é absolutamente secundário.

3 – Como se chegou aqui? A direcção das máquinas dos grandes partidos vai sendo progressivamente açambarcada por uma classe profissional desejosa de poder e que vai afastando os militantes. Essa classe acaba por se tornar indispensável, na lógica da conquista do poder. Eles dominam o “aparelho”. Estão por dentro. Manipulam as regras. Eternizam-se no poder partidário. São inamovíveis. A renovação faz-se pela idade e, mesmo essa, é controlada e circunscrita parcimoniosamente. As oposições internas são absorvidas, com cargos e promessas, perdendo rapidamente a credibilidade como facções. Resta-lhes aderir ao “establishement”. A democracia desaparece no interior dos partidos. Deixa de haver “estímulos ideológicos”. A mudança é mera adaptação. Um reposicionamento táctico para não perder o poder. As motivações patrimoniais sobrepõem-se a tudo. Os partidos passam a ser “agências de emprego”. Em breve surgirão os oportunistas que vêem na política um trampolim para multiplicar os seus proveitos pessoais. A política partidária deixa de ser um jogo ideológico, para ser um jogo de interesses pessoais. Trocam-se favores. Cede-se aqui, para se obter ali. O povo deixa de interessar. Já nem o voto assusta. Hoje um partido, amanhã o outro. Tanto faz. Partidos sem ideologia não conseguem formular propostas e políticas públicas consistentes e coerentes. Estes partidos são clientelares, nepóticos e patrimoniais. Há um total desprezo pelo serviço público, visto como um embaraço ao desenvolvimento dos interesses pessoais desmedidos. Há uma completa ausência de vontade para introduzir novos impulsos democráticos. Uma absoluta falta de apetência para renovar ideologias.

4- Os partidos do leque do poder evoluíram para o “centro do centro”. O centro inamovível, qual Motor Imóvel de Aristóteles. O centro quer chamar-se esquerda; a direita quer chamar-se centro; ninguém se quer chamar direita. Em Portugal o PS, o PSD e o CDS, todos querem estar no “centro”. Este é o território propício a todas as renúncias ideológicas. Tudo em nome dos superiores interesses da nação. A democracia requer luta entre forças políticas. Hoje a democracia estagnou. Os partidos socialistas e sociais-democratas identificam-se exclusivamente com a classe média. Deixaram de representar as classes populares. Vêem estas como um arcaísmo a ignorar, ou mesmo a combater. Os cidadãos sentem-se excluídos da democracia. Sentem-se desprotegidos. E estão. A soberania popular é considerada obsoleta. Os partidos não querem a participação popular, porque não se querem renovar. Estamos condenados a ser dirigidos por oligarquias partidárias que há muito se esqueceram onde está o povo. Essas oligarquias limitam-se a um arremedo canhestro de debate político, para consumo exclusivo dos comentadores de serviço, filhos e enteados que eles próprios puseram nas televisões e jornais. Estamos fodidos!

Jorge Pinheiro

Chen Xu Tchan! → NonsensƎ ← Com Xu Tchan!

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Os assexuados: conheça a tribo que defende o direito de não transar

Editora Globo

Por Laura Ancona Lopez

Engajados Jovens assexuados do mundo todo gravam depoimentos para um canal de vídeos na internet

Michael Doré tem 28 anos e nunca beijou. Nem pretende. Beijos, carinhos e qualquer forma de contato íntimo lhe causam repulsa. “O sexo me enoja”, diz. “Sou um assexual convicto.” É quase impossível imaginar que um cara como ele, charmoso, bem-sucedido — é um matemático norueguês e PhD da Universidade de Birmingham, na Inglaterra —, sequer pense em transar. Ainda mais nos dias de hoje, em que sexo e orgasmo são quase uma obrigação. E, antes que você se pergunte o que há de errado com Michael, ele mesmo responde: “Não, não sou gay, não fui abusado na infância, nem tenho problemas hormonais. Eu simplesmente não gosto de transar”. Assim como ele, a pedagoga mineira Rosângela Pereira dos Santos, o bancário americano Keith Walker e uma legião de assexuados dos mais diferentes cantos do planeta começam a sair do armário. São homens e mulheres de todas as idades, perfeitamente capazes de fazer sexo, mas sem nenhum apreço pela coisa. Gente que, graças ao apoio da Aven (Asexual Visibility and Education Network), rede que luta pela visibilidade dos assexuados no mundo, conseguiu se unir para levantar a bandeira da abstinência e lutar para que a assexualidade seja reconhecida como uma quarta orientação sexual (além de héteros, homos e bissexuais).

Leia mais: clube de leitura une mulheres nuas a clássicos da literatura

Editora GloboEditora Globo
Eles vestem a camisa O matemático Michael Doré (à dir.) com a irmã, durante passeata GLBT


Sob o slogan “It’s o.k. to be A” (algo como “tudo bem ser assexuado”), essa turma tem frequentado as passeatas gays de Nova York, São Francisco, Londres e Manchester. No grupo, lutando contra o preconceito em relação aos que não gostam de transar, há desde aqueles que nunca tiveram uma relação sexual na vida, até os que fazem sexo por obrigação, para não perder o parceiro. “Por assexual entende-se apenas aquele que não sente atração sexual, não o que não é capaz de se envolver”, explica a socióloga Elisabete Oliveira, que fez do assunto tema de seu doutorado na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. “Existem os assexuais românticos e os não românticos. O primeiro grupo consegue se apaixonar, casar e até ter filhos — desde que não haja sexo envolvido. O segundo não gosta de carinhos e não se sente apto a se apaixonar.”

A libido é uma energia vital que pode ser canalizada para o trabalho

Esses dois grupos também podem ser classificados como libidinosos ou não. “Ser assexual não significa, necessariamente, não ficar excitado”, afirma o bancário americano Keith Walker, 37 anos. “Muitos de nós se masturbam, mas não estabelecem relação entre isso e o sexo. É apenas uma maneira de relaxar e aliviar o stress”, diz. Segundo a psicóloga paulista Tânia Mauadie Santana, hoje é comum que a energia que antes era sexual seja canalizada para outras áreas da vida. “A libido é uma energia vital, o que não necessariamente se manifesta só nos órgãos sexuais. O desejo pode ser direcionado para o trabalho, a comida e as atividades físicas”, diz.

Com as recentes investidas no chamado Viagra feminino — comprimido à base de flibanserina que promete devolver a libido à mulher que a perdeu e apresentá-la a que nunca teve —, a comunidade médica tem falado muito em “desejo sexual hipoativo”. O termo, catalogado há mais de 30 anos pela Organização Mundial da Saúde como uma “disfunção sexual”, tem conotação pejorativa para assexuados, que, com razão, não querem ser vistos como doentes. “Quem pratica sexo costuma ter humor melhor, pois o ato libera hormônios de ação antidepressiva. Mas a falta dele não chega a ser um problema de saúde. Ninguém vai morrer por isso”, afirma Tânia Santana. Segundo o psiquiatra Alexandre Saadeh, a assexualidade só requer tratamento quando gera sofrimento. “Se a falta de desejo ou o excesso dele impedir alguém de ser feliz, aí, sim, deve-se falar em tratamento. Caso contrário, não há por quê”, afirma o médico.

Para mostrar (e entender) que é possível ser feliz sem sexo, Marie Claire se cadastrou em redes e sites de relacionamento onde assexuais trocam ideias, causas e bandeiras. No Brasil, o site Refúgio Assexual, criado pelo pernambucano Julio Neto, de 19 anos, é o principal local de convergência dessa turma. “Muitos chegam aos fóruns com sentimento de culpa. É compreensível. Na sociedade em que vivemos hoje, em que se usa o sexo para vender de geladeiras a refrigerantes, é quase um crime não querer transar”, diz ele.


Veja o restante da matéria AQUI


ZÉ DO COPO 
Tira publicada originalmente no jornal A Banqueta - Nova Lima e Região de BH - MG  


26.3.11


Um processo criativo, dinâmico, sempre no Agora.




O Portal™ é um processo criativo, dinâmico, sempre no Agora.


É o fluir da Luz, o processo é o de nos alinharmos com esse fluir constante. O querer é esse, sintonizar mais e mais essa frequência de Luz para nos harmonizar e expressarmos quem somos realmente. Essa expressão é o Amor por si e pelo próximo, é a gratidão, o reconhecimento do Divino em nós e no próximo, que somos todos ligados uns aos outros e merecedores de tudo de bom, a plenitude da Saúde, da abundância, felicidade, prosperidade, de realização pessoal e em conjunto, permanentemente na Paz.
A Subida ao Portal™ é a infra-estrutura (como uma bicicleta, que lhe coloca na posição apropriada para andar nela) que nos conduz para o além dos condicionamentos e crenças do que chamamos de memórias.


No Portal™ damos um passo além das fronteiras minúsculas do “eu” do ego. Não há “intenção”, “direcionamento” ou “aplicação de energia”, não lidamos com as energias de polaridades, do mundo da dualidade como sustentado pelo racional. É alinhamento.  Nele você abraça sua identidade verdadeira, seu Eu Divino em constante e infinita expansão no Campo de sua potencialidade pura.
 Você é uma pessoa preciosa, querida, amada por Deus. Você não está sozinho. No Portal você se desfaz dessa percepção e crença na separação, na escassez, na falta de saúde, de relacionamento sadio, amoroso. Tudo que é limitação se dissolve a Luz da limpeza. E através dessa Luz, você se abre para a abundância, para o Bem maior em sua vida..
  • Sessão Virtual com Subida ao Portal™ toda terça-feira 21:00 horas (horário de Brasília), acesso gratuito. Clique aqui para entrar na sala.
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·         Buscam justificativas e meios para culpar os outros por seus problemas na vida.
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Erik Satie "Trois Gymnopédies"

DOOR KNOB GIRL

24.3.11

A FRASE

 
 
O candidato que desfila pelo Código Penal com sua biografia não pode ter a ousadia de se candidatar. 
Carlos Ayres Brito, ministro do Supremo Tribunal Federal

23.3.11

Ficha Suja!

KadhafiudaPátria!


"kadhafashion"

FINALMENTE a REVELAÇÃO....

Fiona Walker protagonizou uma das imagens mais icônicas dos anos 70
Foto: Daily Mail/Reprodução


Fiona Walker. Esse é o nome por trás de uma das mais conhecidas imagens do universo esportivo. A modelo é a garota bela e sensual ajeitando o vestido, cercada de bolinhas de tênis, em uma quadra ensolarada nos anos 70. A musa da famosa fotografia teve nesta quarta-feira sua identidade divulgada pelo jornal britânico Daily Mail, mais de 35 anos depois.
A ex-modelo, no entanto, confessa nunca ter gostado de tênis. Hoje, com 52 anos e casada com um rico homem de negócios, Fiona, que se recusou diversas vezes a posar novamente, diz não ter arrependimentos pela foto, ainda que a musa misteriosa do tênis nunca tenha ganhado um centavo por ela.
Fiona tinha 18 anos, era uma estudante de arte e utilizava o sobrenome Butler quando concordou em posar o ambicioso fotógrafo chamado Martin Elliott, à época namorado da garota.
Com raquete e vestido emprestados e um boné de seu pai, a musa e Elliott criaram uma das imagens mais icônicas e intrigantes dos anos 70. Charme esse, aliás, que tem muito a ver com mistério que sempre envolveu a bela loira, que demorou mais de três décadas para mostrar seu rosto.
O ensaio aconteceu numa quadra na universidade de Birmingham, em Edgbaston, na Inglaterra, numa tarde em setembro de 1976, e as bolinhas de tênis pertenciam a seu cachorro.

22.3.11

...

Porque a felicidade está no caminho dos sorrisos entregues...

RECORDAR é VIVER

O primeiro que pisou assim se deu mal


 
Jânio Quadros renunciou à presidência 6 meses depois da posse
NOBLAT

A KASINHA DO RICARDÃO


Quando adolescente, isto pelos anos cinqüenta do século passado, outro da nossa turma tinha o mesmo nome que me deram ao me registrar. A solução que a turma encontrou para diferenciar um Ricardo do outro foi chamar o menor de Ricardinho e o grandão aqui de Ricardão. Claro que não preciso dizer que não tinha a conotação que tem hoje.

No quartel como tinha um Ricardo maior, o jeito foi passarem a me chamar de Blautão.

Velho/guri auto-aposentado, depois de três maravilhosos ateliers, acabei me radicando em Garopaba. Meu atelier é uma unidade separada da residência para ter liberdade de continuarfazer arte”. E onde também escrevo, cozinho, converso e recebo visitas. Quando chega é  natural que alguma delas tenha necessidade de....... você sabe.

Solução construí uma tradicional Kasinha como antigamente se fazia, afastada da casa, do atelier e – super importante- bem arejada para garantir  bons ares”.

É muito elogiada por quem tem a necessidade de usar. Estes acabam chamando os outros que os acompanham para ver. A Kasinha é um sucesso. Tem até uma coleção de revistas junto ao “tronopara os mais demorados. Estas tem  que ser repostas por novas de tempos em tempos, tal o sucesso que fazem. Deve ser por que na maioria dos lugares se Caras.

Porta de entrada não tem. Ali serve para lavar as mãos e se olhar no espelho. A porta interna é de vidro, que pintei é obvio, caso contrário não haveria a necessária privacidade. Mas esta porta fica trinta cm acima do chão e tem um metro e sessenta de altura. Claro que as pessoas vão ser educadas e não olhar por cima. Mesmo porque ao entrar se verá a ponta dos pés do eventual ocupante. Tudo bem pensado antes da construção.

Sobre o telhado, nas paredes externas e internas, mosaicos, cerâmicas, e esculturas de parede do hoje não mais Ricardão. Mas as filhas, genros, amigos de adolescência e outros que conhecem meu passado, passaram a chamar assim o local. Que fazer ! São os ônus do passado.

A Kasinha !  Quando você vier a Garopaba terá oportunidade de constatar isto tudo ao vivo.




RICARDO garopaba BLAUTH

21.3.11

Mais um Equinócio...



"Que as Águas Vermelhas deste Equinócio Outonal 
nos ensinem sobre a marcialidade e disciplina que as vezes 
se faz necessária ir atrás daquilo que nos traz sentido e pertencimento!"

BORBOLETAS NO CABELO




BORBOLETAS NO CABELO
( Anne Lieri)


Quero de ti liberdade
Borboletas no cabelo,
Amor louco, sem vaidade!
Desatado, sem novelos!


De ti quero o vôo alto,
De asas abertas, soltas,
Confiança em nossos saltos
Mãos dadas, cabeças loucas!


Quero tudo em demasia,
Amor e cumplicidade!
Magia, luz, fantasia.
Eterna proximidade!


De ti quero essa criança,
A menina voadora!
Paixão solta, nossa dança.
Sem cabresto e sem espora!


Borboletas no cabelo
Amor total e despido
Invertido nesse espelho,
Sentimento desmedido!