25.3.11
24.3.11
A FRASE
23.3.11
FINALMENTE a REVELAÇÃO....
Foto: Daily Mail/Reprodução
A ex-modelo, no entanto, confessa nunca ter gostado de tênis. Hoje, com 52 anos e casada com um rico homem de negócios, Fiona, que se recusou diversas vezes a posar novamente, diz não ter arrependimentos pela foto, ainda que a musa misteriosa do tênis nunca tenha ganhado um centavo por ela.
Fiona tinha 18 anos, era uma estudante de arte e utilizava o sobrenome Butler quando concordou em posar o ambicioso fotógrafo chamado Martin Elliott, à época namorado da garota.
Com raquete e vestido emprestados e um boné de seu pai, a musa e Elliott criaram uma das imagens mais icônicas e intrigantes dos anos 70. Charme esse, aliás, que tem muito a ver com mistério que sempre envolveu a bela loira, que demorou mais de três décadas para mostrar seu rosto.
O ensaio aconteceu numa quadra na universidade de Birmingham, em Edgbaston, na Inglaterra, numa tarde em setembro de 1976, e as bolinhas de tênis pertenciam a seu cachorro.
22.3.11
RECORDAR é VIVER
O primeiro que pisou assim se deu mal


A KASINHA DO RICARDÃO
21.3.11
Mais um Equinócio...
BORBOLETAS NO CABELO
MARIA BETHÂNIA e a LEI Rouanet
Bethânia embolsará R$ 50 mil mensais para declamar um poema por dia? Sortuda!
O dinheiro será arrecadado junto a empresas que depois o abaterão do seu Imposto de Renda? Êpa!
Existe uma lei de nome Rouanet aprovada pelo Congresso no final de 1991. Ela permite às empresas aplicarem em projetos culturais até 4% do que pagariam de Imposto de Renda, e às pessoas físicas até 6%.
A maior parte da clientela da lei difunde a idéia de que é privado o dinheiro destinado a financiar projetos.
Mentira! Na verdade, o governo abdica de receber uma parcela de impostos para que a cultura floresça entre nós.
A intenção inegavelmente é boa. No mais quase tudo é ruim.
Onde já se viu dinheiro público escapar ao controle do governo? Aqui é o que ocorre na prática.
Uma vez autorizada a arrecadação de recursos, dispensadas maiores justificativas, o negócio passa a ser tratado entre artistas, produtores e suas eventuais fontes de financiamento.
Com frequência o processo é nebuloso. O governo limita-se a receber depois a prestação de contas.
Está para existir no mundo civilizado um modelo sequer parecido com esse.
Transparência? Esqueça!
Não pense que é pouco o dinheiro envolvido em transações por vezes tenebrosas. Em 2003 foram R$ 300 milhões. Seis anos depois, R$ 1 bilhão.
Cerca de 80% do orçamento do Ministério da Cultura para este ano derivam de impostos que o governo deixará de recolher. O que sobra é uma titica num país onde menos de 6% das pessoas entraram alguma vez num museu, 13% vão ao cinema uma única vez por mês, só 17% compram livros (menos de dois livros per capita ano) e mais de 90% dos municípios não têm salas de cinema nem teatros.
A Cultura é tratada pelos governos - todos eles - como mercadoria de terceira.
A Polícia Federal produziu no ano passado um relatório sigiloso sobre projetos tocados adiante com base na Lei Rouanet. Pelo menos 30% do dinheiro que empresas dizem ter investido em projetos foram devolvidos para elas por debaixo do pano.
Devolvidos por quem? Pelos arrecadadores com a cumplicidade de artistas. Isso é corrupção.
Autoridades e artistas enchem a boca quando falam sobre uma política nacional de cultura.
Sinto muito, mas não há política – primeiro porque falta dinheiro para outras coisas, segundo porque uma política nacional de cultura teria que ser definida pelo governo depois de amplas consultas à sociedade.
Contudo, por obra e graça dos mecanismos e da ausência de critérios da Lei Rouanet, são os departamentos de marketing das empresas que definem a “política nacional de cultura”. Os responsáveis por tais departamentos escolhem os projetos a serem contemplados com um dinheiro que é do governo. E quem mais lucra?
As empresas, que associam sua imagem à imagem de artistas famosos, quase sempre os mesmos. Os intermediários entre as empresas e os artistas. E os artistas que forram seus bolsos.
Entre pôr dinheiro numa orquestra juvenil da periferia de Fortaleza ou num show de Ivete Sangalo, você imagina qual será a escolha de uma empresa?
E o dinheiro que elas economizam com publicidade?
Numa recepção, há dois anos, sem se dar conta da presença de Milú Villela, uma das donas do Banco Itaú, o então presidente Lula comentou numa roda de amigos: “O Itaú faz a maior propaganda dele mesmo com dinheiro de renúncia fiscal”.
Milú foi embora aborrecida.
O finado Banco Santos, cujo dono, mais tarde, foi preso e acusado por vários crimes, patrocinou em 2009 a exposição de alguns exemplares do notável exército de terracota desencavado na China. Para celebrar a proeza, publicou páginas e mais páginas de anúncios em revistas e jornais exaltando a contribuição da iniciativa privada à cultura nacional. Tudo pago via Lei Rouanet.
Apenas 3% dos que apresentam projetos ao Ministério da Cultura ficam com mais da metade do dinheiro atraído pela lei. Repito: apenas 3%.
Mais da metade do dinheiro banca projetos nascidos no eixo Rio-São Paulo, e somente ali. Fora do eixo, deu a entender certa vez o produtor paulista Paulo Pélico, “o resto é bumba-meu-boi”.
A presidente Dilma Rousseff está disposta a acabar com a farra feita com o nosso dinheirinho.
A Lei Rouanet dará lugar a outra que já tramita no Congresso. Ela estimulará as empresas a criarem fundos com parte dos seus lucros para investimentos na cultura.
Anotem desde agora: será ensurdecedora a chiadeira dos viciados em dinheiro público.
Blog do NOBLAT
A Banalização do Sexo na TV Brasileira

Os meios midiáticos são conhecidos pelo seu papel de entreter, informar e, sobretudo, interagir com os telespctadores. No caso da televisão, tal elo acaba criando uma proximidade muito maior, visto que ela exerce grande influência nos costumes da sociedade. Nesse aspecto, temas que deveriam ser tratados de forma educativa acabam na vala das banalidades, contribuindo assim para a distorção dos valores. Em outras palavras, pode-se destacar a abordagem dada para a temática sexual, a qual é retratada arbitrariamente por diversas emissoras, muitas vezes fora do horário nobre.
Mesmo com a obrigatoriedade imposta pela censura em criar classificações etárias para os programas televisivos, ainda assim, isso não foi o suficiente para conter a aparição de cenas “calientes” nas emissoras nacionais. Isto porque, muitos quadros de entretenimento exibem sem nenhum pudor demonstrações carnais que vão além do afeto, das quais contribuiria para despertar precocemente a sexualidae de muitas crianças e adolescentes.
Entre tantos programas nesse sentido, nada atinge tão diretamente o telespectador quanto as novelas. Elas, por tratarem de temas ligados ao cotidiano da sociedade, acabam inevitavelmente transportando tudo o que há no social de forma pouca plástica para a sua programação. Assim, muitas vezes não há uma filtragem daquilo que deveria ir ao ar, resultado, uma liberdade libidinosa invade as telas e quem está do outro lado não percebi os riscos que está correndo.
Como os pais podem aconselhar seus filhos sobre os perigos das DSTs, se em vários momentos vê-se cenas em que os atores trocam constantemente de perceiro (a)? Como explicar a um adolescente sobre a importância do primeiro beijo como passo da caminhada para uma vida sexual, se o beijo que deveria ser demosntração de carinho é exposto na maioria das vezes é quase como um ato sexual? E ainda, como acompanhar as descobertas ligadas a sexualidade dos jovens, se temas dessa natureza ainda são encarados como tabu por muitas emissoras? Nesse sentido, banalizar é o verbo que guia as ações realizadas por muitos programas, pois na guerra pela audiência, usam recursos apelativos , nos quais beijos ardentes, amassos, troca de parceiros e até mesmo o próprio ato sexual são mostrados despudoradamente.
Embora as novelas sejam mais perniciosas, elas não são as únicas ameaças existentes nos canais de televisão. A sensação do momento, os “Reality Shows” caíram nas graças do público brasileiro, trazendo consigo uma onda de desgraça, depravação e inversão dos valores humanos, e o poior, em pleno horário nobre. Nessa jogatina, os participantes lutam ferozmente para galgar os prêmios milionários oferecidos pelas emissoras. Emissoras, no plural, pois a febre que esse tipo de atração causou acabou se espalhando como uma praga por diversos canais, levando os seus participantes ao ponto de renegar a própria condição humana, na guerra para barganhar o prêmio final.
O resultado disso são demonstrações subumanas do corpo, como se este fosse uma arma, um objeto do qual será utilizado para ultrapassar qualquer obstáculo. E é dessa forma que funciona nesse tipo de programa, pois, mesmo não ganhado prêmio algum, os participantes sabem que fazer gestos sinuosos, aparecer com pouca roupa, ou até mesmo práticar sexo lá dentro, poderá render um ensaio para alguma revista de nu artistico ou até mesmo o estrelato no mundo pornográfico. E esse pensamento é tolerado pelas emissoras que transmitem de forma maquiavélica esse arsenal de imoralidade, visto por pessoas de todas as idades. Além dos reality shows, há também programas que fazem apologia direta ou indireta ao sexo casual, seja em quadros aparentemente inofensivos, como aqueles ligados à busca de um novo relacionamento, ou na exibição de filmes que divergem da sensura correta para a idade do telespectador.
Direta ou indiretamente, a Tv brasileira ainda precisa de um ajustes antes de chegar com qualidade aos lares dos milhões de telespectadores. É inegável que ela tenha se desenvolvido e que esse crescimento tenha sido acompanhado lado a lado com a sociedade, porém, isso não dá a ela o direito de banalizar certos assuntos, principalmente quando estes são relacionados ao sexo e a tudo o que está correlacionado a ele. Para isso, é importante contar com a visão crítica da sociedade em cobrar uma programação qualitativa, respeitando o público do qual muitos vezes é facilmente persuadido por boa parte de tudo o que é repassado pelas emissoras.
20.3.11
E se...
E se aquilo que ela faz não condiz em nada com quem ela é?
E se aquilo que ela é, na realidade nunca foi?
18.3.11
A cultura-mundo
Dialética Contemporânea
Quero sono, mas não estou deitado...
E nessa de querer um passo adiante
Estou sempre um ou dois atrasado!
16.3.11
Saudade Oculta
Sentir saudades daquilo que já tivemos e até daquilo que ainda temos é coisa um tanto quanto normal. Não é mesmo? Mas agora o que é essa saudade daquilo que nunca tivemos? Aquela saudade codificada na nossa mente, que não faria sentido algum em outra cabeça qualquer. Que envolve cidades nunca visitadas, pessoas com quem nunca convivemos e até vidas que nunca tivemos. Aquela saudade estranha que aperta o nosso peito, dando a súbita impressão de que tudo poderia ser diferente... E às vezes dando uma certa sensação de que tudo está na contramão.
Por exemplo, durante toda a sua infância você observa a mesma garota e se imagina ao lado dela... Quando adolescente, sonha colocar ela entre os seus abraços quentes e fazer planos pra um futuro que compartilhariam com o mundo. Até que, por algum motivo estúpido, você fica fora por um longo tempo. E mergulha em novas paixões. Vive sua vida de forma normal, nem se preocupa mais com aquele passado de sonhos. Vive plenamente...
Um dia você volta e encontra aquela paixão da sua adolescência. E encontra assim, ao acaso, numa fila preferencial de banco. E ela está se balançando pra frente e pra trás. Você se estica e vê que ela está fazendo nanar um neném, aquele filho que você nunca vai ter. O primeiro dela que seria também o primeiro seu. Então sobe aquele frio na espinha e você entra num tunel de volta ao passado...
Aí alguém te empurra, te livra do estado de choque te lembrando que já está na hora de fazer a fila andar. Te desconectando de uma surrealidade que estava começando a te trazer certa agonia.
Só que algo atravessou o caminho do destino que você tinha costurado. Alguma coisa saiu errada e o destino desaprumou. Não é mesmo?!
Enfim, de certa forma, você também nem lembraria de tudo isso não fosse vê-la na fila de banco. E provavelmente você não pensaria em tudo que não é e nem será não fosse o bebê que ela carregava... Então cai em si e percebe que tudo o que você quer é tudo aquilo que imagina ter escapado pelo vão dos dedos.
Em tempo, deixa eu perguntar... Isso lá se chama saudade?!?!
"Ato Abstrato Blog"










