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3.1.11

Crônica de inicio de ano

A esquerda e o campo de nudistas

Tente entrar num CAMPO DE NUDISTAS vestido!
Apesar de estar completamente de acôrdo com os bons princípios, costumes e moral vingente, se sentirá  um párea. Um deslocado. Um fascista!
O mesmo acontece hoje em dia com relação à esquerda. Me sinto vestido  num campo de nudismo, diante do corporativismo da esquerda petista. Não ouço mais vozes distoantes! Não há mais oposição. Atacar essa ingênua "SOBERANIA NACIONAL",  que entrega exilados políticos ( boxeadores e atletas ) ao regime ditatorial de Cuba, e que proibe a extradição de assassino condenada em todas as instâncias na Italia, é ser fascista. Tudo que contraria a esquerda, é fascismo. Mesmo que se esteja defendendo a legalidade constituida, e a ordem jurídica estabelecida. Tudo que não atende aos interesses da esquerda, é fascismo. Este é o Brasil de hoje! O Rei esta nú, e todos acham muita graça e naturalidade nisso!
Postado originalmente no Drops Azul AnisS

1.1.11

À eterna estrela de hidrogênio

A rosa que brota

em cada desejar

de “ano novo”,

de “novo amanhecer”...

Não vinga.

Pior...

se entrega aos espinhos

sendo sufocada pelos respingos

do orvalho dos indiferentes.

Confusas, as pessoas não se ouvem,

fingem conversar.

Enganam-se...

Isolam-se...

E fazem isso pensando em se resguardar.

Por medo do fenecer,

Um simples gesto de arvorecer,

Não se ver mais,

Enquanto a possibilidade de enriquecer

Gera mutilados cerebrais

que se perdem

Nas tecnologias de ponta;

De quem só pensa em se lambuzar

no consumismo;

Ou nas loterias reinventadas

que vão encher os cofres

de quem já não quer transformar;

Por extensão,

A sociedade esquece do ser,

E até mesmo do viver.

Mas, anoitece...

Mais uma volta se completa.

_ amanhã será um lindo dia !

É o que dizem os que resistem,

Contudo, por mais que o sol nasça

e ele outra vez nascerá...

Os seus raios não cessarão;

A fúria da solidão

A mesmice do ano anterior

E o silêncio da multidão.

No máximo,

O brilho do sol trará

comtemplamento transeunte,

Enquanto o esperançar que poderia vir

pela insistência do amanhecer

ficará incrustrado na melancolia

da madrugada fria.

Mesmo assim,

O Mundo viaja veloz.

E as pessoas seguem

com aquele gosto

de felicidade desgastada

festejando com euforia

o partir e o chegar

de mais um ano.

Em um tempo

que prega a novidade,

mas não sabe partilhar

tão pouco consegue entender

ou sequer ouvir o próximo

que já se encontra tão endurecido,

por causa do cansaço

que lhe corrói a face,

desde o roxo anoitecer

até o principio do dia.

De fato, o sol nunca falha.

..........................................................................

Porém,

Num dia qualquer...

Pode acontecer

da Estrela de Hidrogênio se cansar ,

de tamanha desgraça aperreada,

de tantos sonhos desterrados.

E enfim,

Resolva se implodir

Fazendo a poeira dos tiranos,

se diluir.

Assim, esta sonata

de temores e horrores

que nos envolve e nos comove,

Mas não nos faz agir

Poderá ter seu fim.

(Ficar alegre com um novo

que logo se tornará ilusão

é algo do qual a humanidade,

deveria, ao menos, recusar.)

( Razek Seravhat)

HAPPY NEW YEAR

tumblr

T E M A

O PIOR DOS MUNDOS PARA OS BLOGUEIROS

 
HUMOR NEGRO

Chegou!






(01/01/11)

30.12.10

2011 - ano novo velhos vicios.- É a continuidade.

Duchamp, a Pinacoteca e a coleção Cisneiros

"Duchamp não frequentava museus questionando os critérios que teriam presidido á escolha daqueles artistas e não de outros" ....
 Acabo de visitar a Pinacoteca de São Paulo, e em especial a mostra da colecionadora venezuelana  Patricia Phelps Cisneiros, que segundo noticiaram é  a mais importante coleção particular de artistas da América do Sul. Não pude deixar de lembrar a frase do Duchamp. Por que esses artistas ? Por que essas obras, desses artistas ?
Muitos deles eu conheci quando não eram nem famosos, nem suas obras importantes. Já lá, me perguntava: quem será que esta comprando "isso" ? Quem tem tanto dinheiro sobrando para pagar tantos milhões, por "isso" ? E hoje tive uma parte das respostas. Uma dessas pessoas era sem dúvida Patricia Phelps Cisneiros, e se eu tivesse essa informação, naquele tempo, diria que certamente estava sendo enganada por algum marchant  inescrupuloso! É muito dinheiro para pouco "arame" retorcido. E as perguntas permanecem: por que razão escolheu esses, e não outros da sua geração? Por que esses trabalhos, especificamente, e não outros desses mesmos artistas? Duchamp tinha razão, mais uma vez.
Postado originalmente do meu O ÚLTIMO BLOG

27.12.10

TEORIA

"Se você criar uma teoria legal que permita um processo contra o WikiLeaks, isso dará poder ao governo de processar jornalistas por revelar seus segredos. Revelar segredos de governo representa o corpo e também a alma do jornalismo investigativo". -Glenn Greenwald, advogado constitucionalista norte-americano, colunista do Salon.com e defensor do Wikileaks.

25.12.10

VEN...DADO!


Comprei,
Compro,
Comprarei,
Quiçá, comprá-lo-ei!
...e no final, VENDO-ME ao sistema, e em lira turca!



WENES CAETANO MARQUES, 2010, oU melhor: VENES

24.12.10

FELIZ NATAL!!!



Olá Amigos!!

Desculpas por ser tão óbvia, mas a figura do Papai Noel é irresistível...
Hoje fiquei sabendo, que o encanto do Papai Noel, é o fato dele ter carinha de criança, com bochechões e queixo proeminente, que são traços infantis, mas é velhinho, o que todo mundo também adora.
Seja lá como for, só a visão desta figura gordinha, dá conforto e promessas de uma gostosa noite de Natal.
Portanto, PAPAI NOEL PRA VOCÊ, TENHAM UM FELIZ NATAL!!

Belém! Belém! Belém! Bate o sino, "pros meninos" que tudo tem!

23.12.10

Arnaldo Jabor e a 29ª Bienal de São Paulo

Ao apagar das luzes, fui ver a Bienal - Por Arnaldo Jabor

Por ARNALDO JABOR
Ao apagar das luzes, fui ver a Bienal. Quase não escrevo sobre ela, mas não aguentei, apesar de não ser crítico de arte. A sensação dominante que tive foi de ruínas ou de despejos da civilização. Saí triste. Os trabalhos repetem os mesmos códigos e repertórios: terra arrasada, materiais brutos e sujos, desarmonia, assimetria, uma vergonha de ser “arte”, vergonha de provocar sentimentos de prazer. A fruição poética é impedida, como se o prazer fosse uma coisa reacionária, “alienada”, ignorando o “mal do mundo”, que tem de ser esfregado na cara do espectador para que ele não esqueça o horror que nos assola.
Há um propósito de evitar qualquer transcendência artística. Um crítico escreveu: “O paradigma romântico foi desmantelado no século 20, porque apresenta a arte como algo universal, acima da realidade social e política.” Ou seja, a razão maior da arte, que é justamente esse mistério que aponta para “as coisas vagas” (como escreveu Paul Valéry) sem as quais não há reflexão poética ou filosófica, foi jogada fora, em nome de uma racionalização criada para substituir nossa impotência política real.
Fui andando pelo pavilhão maravilhoso do Niemeyer, pensando que o edifício “modernista” era superior a qualquer panfletinho ali exposto. Pensei que o império da sordidez mercantil, a ignorância no poder, o fanatismo do terror, a boçalidade cultural, toda a tempestade de bosta que nos ronda está muito além do alcance crítico de qualquer “denúncia” artística. Não adianta mais “chocar” ou “conscientizar” ninguém. Nada que haja na Bienal nos choca mais que homens-bomba explodindo discotecas ou a fome na África ou a lama das favelas e periferias. Nada. Os gestos enraivecidos da antiarte nem arranham a pele do mundo. Nesta Bienal vi um parque temático de deprimidos, um muro de lamentações inúteis – a melancolia como “denúncia” de uma vida sem solução, quando a grande crítica ao Ocidente é feita pelos terroristas islâmicos. A infeliz sentença de Stockhausen chamando o 11 de Setembro de “obra de arte” tem, sim, um bruto fundo de verdade. Nada pode explicar ou evitar aquele horror. Nunca imaginávamos que o século 21 seria parecido com o século 7.º, quando Maomé se declarou o único profeta.
Intelectuais e artistas vivem em pânico, pois o tempo de sínteses se extinguiu. Os acontecimentos estão incompreensíveis e, no entanto, óbvios demais. Claro que os artistas contemporâneos não podem ignorar o horror do mundo e têm de acusar o golpe. Sim, mas mesmo em tempos terríveis, há que se buscar alguma transcendência, esperança e vitalidade.
Tropeçando em perigosas “instalações”, pensei que a morte da “aura” da arte é menos aceita do que pensávamos. Hoje, muitos artistas se veem como ex-profetas abandonados e passaram a usar a luz da “aura” como um halo, como uma coroa de espinhos para sua solidão. O artista quer virar obra de arte. E tudo faz para esquecer seu abandono, mesmo que seja expor seus excrementos numa latinha. E vemos que ele não abriu mão da representação, mas cultiva-a ao avesso da beleza, como uma doença favorita. Ele é a representação, ele é a paisagem.
Acho que nesta desistência da arte transcendental há um complexo de inferioridade diante da tecnociência, que está avassalando nossas vidas. Nietzsche não concordaria: “A arte é mais poderosa que a Ciência, pois ela quer a vida, enquanto o objetivo final do conhecimento é o aniquilamento.” Nietzsche escreveu isso no fim do século passado, querendo dizer que, por trás da busca científica e racional da verdade, mora o desejo da morte, de esgotamento da vida, por uma letal explicação de tudo.
Claro que não tenho nível para aprofundar este tema; mas temos hoje esta metástase digital hipertecnológica ao lado de um indigente, tuberculoso, desempenho artístico do mundo. Temos de um lado o mercantilismo escroto de Hollywood, dos teatrões, das galerias chiques ou dos best-sellers. Do outro, a solidão melancólica das Documentas, os bodões negros dos guetos da revolta “oficial”. Sem dúvida, a grandeza da arte contemporânea é de se misturar à vida, sem suporte, mas sem negá-la de fora, atacando-a com rancor por sua falta de sentido claro. Nisso, o WikiLeaks mata a pau.
Movidos pela ideia socrática de que a arte tem de ser subordinada à Razão, os artistas caíram numa denúncia melancólica das impossibilidades. Não há futuro para esta ideia de arte, seja ela digital, mercantil, iluminista ou o cacete a quatro. A celebração dionisíaca do existir não pode ser considerada frescura ou alienação. Prevaleceu a vertente “triste” do modernismo, a vertente “conceitual” que joga sobre o “mal do mundo” apenas uma ideologia nevoenta de condenações sem nome, apenas uma arte enojada contra o mal-estar da civilização.
Por que a melancolia seria mais profunda que a alegria? Como explicar Fred Astaire, Busby Berkeley, Cantando na Chuva, a arte pop, o jazz? Depois do pop, será que uma “aids conceitual” não atacou tudo, depauperando a luta? Será que não se esgotou a denúncia do feio pelo “mais feio”, que odeia a vida real, por adesão a um impossível finalismo? O “novo” não poderia ser um “belo” que denuncia, com sua luz, a injusta vida?
Precisamos de arte, como uvas e frutos e danças e como um coro de Silenos, de Dionísios, pois a ciência e a razão estão querendo chegar até os ossos da “essência”. A arte é a ilusão aceita, a clareza feliz de que a aparência é o lugar do humano e que só nos resta essa hipótese de felicidade num planeta gelado. Não a arte-espetáculo, mercadoria de ver, mas a arte como ritual de embelezamento da vida. Nietzsche: “A ilusão é a essência em que o homem se criou.”
Lembrei-me então de uma frase de Stravinski: “A obra de arte deve ser exaltante.” E uma de Artaud: “A arte não é a imitação da vida; a vida é que é a imitação de “algo” transcendental com que a arte nos põe em contato.” Por isso, não gostei da Bienal.

Espírito Natalino


PROSPERIDADES A TODOS!


Visitem: VENES

21.12.10

Façam me o favor....

agora vazou o dele


O inquérito sigiloso sobre seus crimes sexuais praticados na Suécia vazou na imprensa, pelo jornal britânico The Guardian e pelo norteamericano The New Yor Times.

Julian Assange é acusado de coerção sexual e estupro em duas mulheres suecas. Alega que fez sexo consentido. Mas não é o que diz o inquérito vazado, documento de 68 páginas com a versão da polícia sueca para os quatro dias da sua visita ao país, em agosto. Os encontros do australiano com as suecas realmente começaram de forma "amigável". Mas se tornaram violentos quando elas se negaram a fazer sexo sem preservativo.

O documento repleto de interrogatórios é um baque na defesa de Assange, que alega que tudo foi montado de última hora como parte de uma conspiração comandada pelos EUA.

As duas mulheres são identificadas só como "A" e "W". "A" tem 30 anos e é uma ativista da esquerda na Suécia. "W", 25, trabalhou no Museu de Estocolmo e é descrita como "forte apoiadora" do WikiLeaks.

"A" diz que recebeu golpes nas pernas e que teve as roupas rasgadas. "Tentava colocar as roupas, mas ele as arrancava novamente", declarou à polícia. "W" relata que os dois se conheceram num jantar, após um palestra dele em Estocolmo, e que depois viajaram juntos para Enkoping, a cidade dela, a 50 km da capital. Lá, ele tentou fazer sexo enquanto ela dormia, o que motivou a Promotoria a acusá-lo de estupro. 

TREM AZUL 

20.12.10

LUIS FERNANDO VERISSIMO

Meu teclado prevê tudo
frases com asterisco e cifrão
hífen, trema, exclamação!
Até, se a ousadia for grande,
ponto e vírgula e ampersand.
Espero que nunca me falt
nem o Ctrl nem o Alt
e que nenhuma mão boba
me leve o arroba.
Só não quis saber ainda -
talvez prevendo um choque -
que diabo é esse tal
de "Num Lock".

Publicado no "O Estado de S. Paulo", de 12/8/2001.

19.12.10

PRA VOCÊS

Olá pessoas!
Já que é de praxe,

(mais eu realmente desejo)

Feliz natal e um próspero ano novo pra todos!!!

Obrigada aos que me leem aqui... Esse foi um ano
bastante produtivo pra mim dentro da literatura... (apesar de fajuta rsrsrs)

Ficarei fora por um tempinho, mas assim que der,
mesmo sumida darei um jeito de aparecer!
Um grande abraço e beijão da extraterrestre aqui,

Mariana Vargas.