29.11.10
Originalidade não é o forte deles não...
Dai, 'o Dilmo' pra não ficar pra trás, (uhul) fez até melhor!
hahahahahahaaha'
Putz, e agora? hahaha'
Fontes:
http://www.daylife.com/photo/00mc1n0dIxb67
http://www.slate.com/id/2216632/slideshow/2216689/fs/0//entry/2216696/
http://psdbms.blogspot.com/2010/10/conhecam-um-pouco-da-mulher-que-quer.html
28.11.10
Bifobia, Heterofobia, Homofobia, Transfobia e mais Fobias - O Medo que Gera a Violência

Ao analisar a palavra “fobia” que do Grego significa “medo”, percebe-se que em determinados contextos ela é usada indevidamente e para fins de ordem pessoal. Isto porque as fobias modernas não estão mais ligadas à aversão a animais ou a situações de pânico, na qual o individuo tem receio de estar em lugares públicos, ou em ambientes muito fechados, como nos casos das pessoas que têm claustrofobia. Hoje, utilizam-se dessa sigla para justificar atos de violência, geralmente direcionados às minorias desfavorecidas pelas esferas governamentais. A exemplo pode-se falar da comunidade LGBTT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transex) que vive sob o espectro da homofobia, lutando incessantemente para que essa prática criminosa seja coibida pelo Estado.
Se a palavra fobia significa medo, então a palavra “homofobia” deveria significar medo de homossexuais, não? Mas, na realidade o conceito que essa palavra emprega é outro. Ser homofóbico é sinônimo de ter aversão repulsiva as práticas homossexuais em todas as suas instâncias. Essa aversão tem sido usada como justificativa para os atos de violência cometidos pela sociedade que desconhece o real sentido que as palavras exercem, nem tão pouco conhece o significado da palavra tolerância. O resultado disso é a inversão de valores, pois hoje as vitimas da “fobia homofobica” são os gays e não as pessoas consideradas “normais”.
Da variação dessas fobias surgiram várias outras, a mais absurda é a chamada “heterofobia”, termo que tem a mesma conotação da palavra homofobia, sendo que inversamente. Ora, se for feita uma comparação dos indices de preconceito e discriminação sofridos entre gays e héteros é evidente que a diferença vai ser gritante, pois os homossexuais, como todos sabem, são as maiores vítimas das segregações socias existentes até hoje. Da mesma forma, não se pode equiparar a questão dos direitos entre essas duas classes, uma vez que os homossexuais lutam arduamente para garantir que direitos básicos sejam atribuídos a classe, enquanto os héteros têm total proteção do Estado nessa questão.
E a disseminação do termo “fobia” continua sendo deturpada por onde passa. Já se ouve com naturalidade bifobia e até transfobia. Se, no entanto, esses “medos” fossem justificados de forma racionalizada seria até compreensivo, mas o que acontece é a transfiguração do sentido desse termo para ações infindáveis de violência. As pessoas se apoiam em conceitos pré-concebidos/estabelecidos para justificar a sua falta de conhecimento sobre um determinado assunto/tema. Isso nada mais é do que o preconceito, no qual anda lado a lado com a ignorância e, sobretudo com o desconhecimento de tudo o que está além dos nossos valores moralizados.
Enquanto a sociedade busca se apoiar nesses termos para criar um distanciamente e/ou uma nova configuração para a temática LGBTT, muitos gays são violentados, físico e moralmente, quando não mortos, pois o descaso ainda é operante e sem previsão resolutiva. A lei do PLC122/2006, popularmente chamada de Lei da Homofobia, ainda não saiu do papel, impedindo que a violência praticada contra os homossexuais seja coibida pelo Estado. Será que para esse lei sair do papel vai ser preciso ocorrer algo similar ao da Lei Maria da Penha, na qual a mulher que deu seu nome a lei quase perdeu a vida para que outras tivessem o mesmo direito? Será que vai ser preciso que mais atos homofóbicos sejam praticados para que a lei garanta a proteção dos gays do nosso país? Ou vamos continuar mascarando o problema, com a criação de termos ridiculos como o da “heterofobia”.
Os negros passaram gerações para terem os seus direitos garantidos e mesmo assim ainda vivem sobre o prisma da discriminação; as mulheres foram inferiorizadas durante anos e agora conseguiram galgar alguns degraus para a questão da igualdade social; e os homossexuais? Até quando eles esperarão para que a sociedade enxergue a problemática vivida por eles de forma menos preconceituosa e mais racionalizada. Será que teremos que esperar mais duas ou três gerações para que a realidade dos gays no Brasil tome um rumo mais justo e igualitário?
27.11.10
Deu no GLOBO
Estado brasileiro contra o crime (Editorial)
Há cenas de forte simbolismo registradas na bem-sucedida operação de retomada da Vila Cruzeiro, na Penha, pelo poder público. Por exemplo, a foto de uma coluna liderada por um blindado da Marinha, seguido por veículos da Polícia Militar, estampada na primeira página de ontem do GLOBO, se conjuga com tomadas inéditas, transmitidas ao vivo pela TV, de hordas de bandidos armados em fuga pelo alto do morro em direção ao Complexo do Alemão, área que se torna uma das últimas grandes trincheiras no Rio desses grupos de criminosos. As imagens trazem causa e efeito: diante de uma operação conjunta do Estado brasileiro — policiais com o suporte de uma das forças armadas —, traficantes e seus fuzis não tiveram alternativa a não ser a fuga em massa, como nunca registrada na cidade.O problema do tráfico e crimes correlatos na região metropolitana da cidade não foi resolvido na quinta-feira, mas, no plano político e psicológico, foi dado duro recado à marginalidade: o projeto de segurança em aplicação no Rio de Janeiro é para valer, não se esgota nas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), e ele ganha uma musculatura invejável com a integração de instrumentos de outras instâncias do Estado brasileiro. Neste sentido, os fatos que se desenrolam nos últimos dias vão além deste recado. Constituem-se um divisor de águas na segurança pública brasileira. A sociedade entendeu, e é palpável o apoio popular a este avanço articulado contra o banditismo, feito com planejamento e calma, como tem defendido o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame. Assistir à fuga desesperada de bandidos gerou alegria e, ao mesmo tempo, frustração, pois parecia fácil cercá-los no alto da passagem entre as duas comunidades. Mas não era, segundo explicou Beltrame ao GLOBO. Lembremo-nos que a crônica da luta contra o crime no Rio está repleta de ações pirotécnicas de tomadas de áreas, depois devolvidas ao tráfico pela impossibilidade de as polícias mantê-las sob controle.
Destaque-se, ainda, a participação do Tribunal de Justiça do Rio, parte relevante da operação conjunta do Estado, ao aceitar transferir mais presos perigosos para fora do Estado e qualquer detido nos atos de terror, de destruição de veículos nas ruas.
As autoridades não podem perder este momento especial e inédito. Ficou provado que as Forças Armadas têm condições de ajudar bastante no apoio logístico, tópico, nesta guerra, em que está em jogo o estado de direito democrático. A atuação na operação de policiais federais, a cessão de 800 soldados de elite do Exército — vários com experiência em favelas do Haiti —, para o cerco do Complexo do Alemão, a mobilização de mais carros blindados para o transporte de soldados do Bope e helicópteros da Aeronáutica, tudo isto está dentro desta acertada percepção. "Mudou o paradigma", declarou ontem, no Rio, o ministro da Defesa, Nelson Jobim. E a sociedade agradece.
Há muito o tráfico deixou de ser uma questão de segurança pública simples. Já foi no passado, mas, no caso do Rio, uma longa sucessão de governos incompetentes e populistas permitiu o enraizamento de quadrilhas na região metropolitana. Ao mesmo tempo, a corrupção, que chegou à alta hierarquia da Secretaria de Segurança, praticamente extinguiu o poder público como força repressora do crime. Tantos desmandos só poderiam desaguar nesta situação, cujo enfrentamento tem de ser de todos — sociedade e Estado.
Noblat
26.11.10
< de 25?
Do jeito que o mundotá hoje em dia,filmes, debates, fotos, estilos, músicas e tudoque envolve o individual, arte,dança, personalidade eLIBERDADE DE EXPRESSÃOsem vexação deveria vir com um carimbo ou aviso:
25.11.10
Vem CENSURA por aí! Chaves inventou, Lula e Dilma querem copiar!
Deu em O Globo
Lula recebe Cloaca e outros amigos no Planalto
Avesso a entrevistas, presidente abre agenda para falar a blogueiros chapas-brancas no palácioNa primeira entrevista que o presidente Lula concedeu só para blogueiros, o Palácio do Planalto deu preferência a um grupo que alega representar "blogs progressistas".
Boa parte deles aderiu a uma nova classificação e recentemente se proclamou como a turma dos "blogs sujos". Dizem ser uma homenagem ao tucano José Serra, que assim os teria classificado durante a eleição.
Na entrevista de ontem, Lula, assim como fazem esses blogueiros, elegeu a grande imprensa como alvo principal. E não poupou críticas aos jornais brasileiros que, segundo ele, torceram contra seu governo.
Entre os convidados para o bate-papo, transmitido ao vivo pelo Blog do Planalto, havia os que usam a internet para uma espécie de guerra santa contra a cobertura das grandes empresas de comunicação.
O Cloaca News, por exemplo, avisa, logo na capa, que publica "as últimas do jornalismo de esgoto e dos coliformes da imprensa golpista". E diz que tem a seguinte missão: "Desmascarar a máfia midiática que infesta nosso país".
No encontro com o presidente, a assessoria apresentou o representante do blog, William Barros, como o "Senhor Cloaca". E foi assim que Lula se dirigiu a ele: "Senhor Cloaca".
No blog, há textos com ataques a todos que fazem críticas ao governo. Os artigos sobre Lula têm principalmente referências elogiosas a entrevistas dadas no exterior.
Há também um texto da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) com críticas ao governo. O blog fala que a CNBB liberou bispos para "esculhambarem" o governo, mas depois não assumiu.
O Cloaca resume o caso no título: "Vão arder no mármore do inferno".
Durante a campanha, logo após o episódio em que Serra foi atingido por um objeto, o blog postou vários textos ironizando o poder de fogo de uma bolinha de papel. E até incluiu uma ficha do Dops da Bolinha, numa referência à suposta ficha da presidente eleita, Dilma Rousseff, publicada na imprensa.
Entre os convidados havia ainda o Blog do Miro, de Altamiro Borges, que diz ter montado na internet "uma trincheira contra a ditadura midiática". Ele reproduziu no blog e-mail que circulou na internet com o título: "45 razões para não votar em Serra".
Também participaram da entrevista Altino Machado (Blog do Altino), Maria Flor (Blog da Maria Flor), Eduardo Guimarães (Cidadania), Leandro Fortes (Brasília, Eu Vi), Pierre Lucena (Acerto de Contas), Renato Rovai (Blog do Rovai), Rodrigo Vianna (Escrevinhador) e Túlio Vianna (Blog do Túlio Vianna).
Lula pediu a um assessor para identificar os blogueiros antes de cada pergunta. Rovai explicou que a entrevista foi pedida em agosto, durante o I Encontro de Blogueiros Progressistas, em São Paulo. Foram escolhidos dez para participar do encontro.
— É a primeira vez que um presidente recebe a blogosfera no Palácio do Planalto. Isso sinaliza um outro momento no contexto midiático nacional — elogiou o jornalista.
A partir dali, o encontro se transformou numa trincheira de um dos mais duros ataques do presidente à imprensa.
Estimulado pelos blogueiros, Lula criticou a cobertura da mídia. Disse que o setor precisa de regras de atuação e defendeu restrições ao capital externo no controle de empresas de comunicação. Segundo ele, regulação não é crime; censura é que é crime:
— Tenho problemas, são públicos, na minha relação com o que vocês chamam agora de mídia antiga. De vez em quando eu digo que vou ter orgulho de ter terminado meu mandato sem ter almoçado em nenhum jornal, em nenhuma revista, em nenhum canal de televisão. Não precisei almoçar, não precisei jantar para poder sobreviver. Sei que durante muito tempo eles torceram para me derrotar. Mas eu sei que sou o resultado da liberdade de imprensa nesse país.
Lula apontou o dia do acidente com o avião da TAM, em SP, como o mais triste dos 8 anos de governo. Críticos responsabilizaram a fiscalização das condições da pista — e portanto, o governo — pelo acidente.
— O dia em que sofri mais foi no acidente do avião da TAM em Congonhas. Nunca vi tanta leviandade... Foi o dia mais nervoso da minha vida. Não quero que isso se repita — disse Lula.
Segundo ele, o governo deve preparar um projeto até o fim do ano para que Dilma encaminhe ao Congresso.
Lula sustenta que é necessário criar mecanismos que permitam a punição de autores de denúncias falsas.
Leia mais em O Globo
Noblat
24.11.10
22.11.10
KASSAB e o Cartão do IDOSO
PREFEITO Gilberto Kassab
Prefeito, chame seu Secretário dos Transporte, e peça que ele, sem secretária, motorista nem carro oficial, tente cumprir TODO o ritual que é imposto a um IDOSO para solicitar um simples CARTÃO do IDOSO, para estacionar em vagas a eles destinadas!Começa tudo pela falta de divulgação da obrigatoriedade do uso desse cartão em tais vagas da Zona Azul.
Informado dessa obrigatoriedade, o idoso vai procurar no site do DSV, como fazer para tirar o cartão. O preenchimento dos impressos é simples, mas requer cópias impressas. Nem todo idoso tem impressora em casa! Mas vamos relegar esses detalhes!
Depois é preciso levar ou mandar pelo correio uns tantos documentos. Duarante 15 dias de prazo tudo isso deve estar concluido. Informações do andamento do processo podem ser obtidas na internet, desde que esse idoso consiga descobrir como e onde. Eu lutei uma semana nos sites do DSV, sem sucesso, e por telefone, dezenas de vezes, com resultado idêntico. A única alternativa foi pegar o carro e ir à Rua do Sumidouro 740, que deveria ser a última das alternativas desejadas por um SECRETÁRIO DOS TRANSPORTES de uma cidade com trânsito caótico como São Paulo. Mas como fui pela marginal, e a rua Sumidouro é contra mão, a volta para pega-la no sentido certo levou mais de meia hora. Chegando no portão do DSV fui informado que as DUAS, isso mesmo: DUAS vagas para idosos estavam ocupadas, e que eu deveria fazer a volta ( essa de meia hora ) para estacionar num estacionamento particular algumas quadras antes do DSV. Todas as vagas, e não são muitas no estacionamento desse predio do DSV são reservadas aos funcionários ! Duas para idosos e duas para deficientes! Um absurdo!
Depois o SECRETÁRIO vai se deparar com um "cantinho" escuro, sujo, com cadeiras de estofados rasgados, embaixo de uma laje, e êsse obscuro lugar é onde será atendido. Sobre a forma que fui atendido, com despreso, arrogancia e má vontade, certamente o Secretário não será, por ser reconhecido das funcionárias públicas! Tomara! Meu cartão não foi encontrado. Procura daqui, procura dali, se não fosse a interferêcia do Sr Amauri, funcionário educado e prestativo, teria saído sem meu cartão, solicitado dia 01 de Novembro, e retirado hoje dia 22. Mas o incrível é que o próprio Sr. Amauri, me dando razão, me informou que o cartão só foi implantado na cidade em Novembro de 2009, e por exigência legal, e Federal. Outro absurdo. São Paulo deveria ter saído à frente, dado seus problemas de transito. E deveria ter se aparelhado para emitir tais cartões em lugar apropriado para IDOSOS chegarem, ESTACIONAREM, e muito melhor do que tudo isso, que os usuários pudessem receber o CARTÃO via correio! E disse mais o Sr. Amauri: isso foi proposto para o ex-secretário, quando da implantação, não tendo sido aceito por ele! Se há uma maneira de infernizar o usuário do serviço público, por que FACILITAR?
Fica aqui, senhor Prefeito de São Paulo, o convite para que seu SECRETÁRIO DOS TRANSPORTE vá fazer essa via sacra, e depois me diga se não é vingança de alguém contra o IDOSO de São Paulo.
Postado originalmente no O ÚLTIMO BLOG
" Agências REGULADORAS " ....
EUA: censura à internet pode estar a caminho
André Machado, O GloboEstá em tramitação no Congresso americano um projeto de lei que pode sacudir a internet. Se aprovada, a lei, batizada como Combating Online Infringement and Counterfeits Act, daria poder ao governo dos Estados Unidos de mandar bloquear qualquer site ou domínio que hospede conteúdo violando direitos autorais.
E não é só essa a ameaça à privacidade na rede mundial. Segundo o jornal "The New York Times", diretores do FBI, a polícia federal americana, já se reuniram com executivos da Google e do Facebook, entre outras empresas, para discutir uma proposta que torne mais fácil grampear internautas.
Os agentes querem reforçar uma lei de 1994 chamada Communications Assistance for Law Enforcement Act, para enquadrar mais as empresas do mundo on-line.
Segundo essa lei, as operadoras de telecomunicações e os provedores de internet e banda larga devem estar sempre dispostas a cumprir ordens judiciais que exijam escutas telefônicas, e o FBI quer estendê-las também a gigantes como Google e Facebook, já que as pessoas cada vez mais usam suas ferramentas para se comunicar on-line.
Leia mais em Projeto de lei em tramitação nos EUA pode abrir espaço para a censura à internet
Noblat e Drops Azul AnisS
21.11.10
INVERSÕES
O LAZER INCOMPLETO
REFORÇADAS: SELA OU CELA
DISPENSADOS: CONSERTO OU CONCERTO
O APREÇO DESNECESSÁRIO
O APRESSAR ESSENCIAL
CONFUNDE-SE: PREZAR COM PRESAR
GLORIFICA-SE: DESTRATAR OU DISTRATAR
DIFERENCIA-SE: TAPAR DE TAMPAR
IGUALA-SE: CERRAR COM SERRAR
ENTRETANTO,
O SEDENTO É O MESMO CEDENTE
QUEM PRESCREVE É O MESMO QUE PROSCREVE
AO PASSO QUE
QUEM
EMPOSSA NÃO É O MESMO QUE ESTÁ EMPOÇADO
GENTE!
GENTE!
NÃO CONFUNDAMOS...
PAÇO COM PASSO
INCIPIENTE COM INSIPIENTE
SONHO COM SONO.
(RAZEK SERAVHAT)
HUMOR, à sério !!!!
A frase é minha, mas podem usa-la!!!!!
19.11.10
Posso dizer?
![]() |
| Todo meu coração (se é que tenho algum) se baseia nisso. |
(qndo comecei a PENSAR. Uns 2 anos atrás)
e TERMINEI o Ensino Médio.
17.11.10
16.11.10
HUMOR
| Fala se isso não é cômico?? kkkkkkkkkkkkkkkk Putz... rsrs |
- Humorismo é a arte de fazer cócegas
no raciocínio dos outros. Há duas
espécies de humorismo: o trágico e o
cômico. O trágico é o que não
consegue fazer rir; o cômico é o que é
verdadeiramente trágico para se fazer. -
Posso até parecer adepta do 'humor negro' (e sou! XD)
mas eu nunca consegui alguém que conseguisse,
com argumentos plausíveis, fazer com que
essa idéia caia por terra.
E olha que já tentaram...
(Eu sempre desconstruo os argumentos).











