COMO FUNCIONA

Este blog foi criado num Domingo chuvoso daí www.domingoamigo.blogspot.com/!

Pensando em leitores que não se animam a manter um blog pessoalmente, e os bloggers, que desejosos de atingir outros leitores, além dos seus habituais, gostariam, vez por outra, de postar num blog COLETIVO, criamos a SOCIEDADE ANÔNIMA, onde você poderá postar, sempre que tiver vontade!

Para fazer parte dos AUTORES do blog basta escrever para: cimitan@terra.com.br, solicitando sua inclusão, como membro do SOCIEDADE ANÔNIMA. Mande seu nome, e endereço de e-mail, para ser registrado. Só não pode deixar de assinar seus posts! E será responsabilizado pelo seu conteúdo.

A gerência se reserva ao direito de excluir o participante cujo comportamento não for condizente com o do grupo.

24.10.10

A eficácia das palavras certas


A história abaixo é conhecida entre os publicitários e ilustra o poder persuasivo das palavras certas.




                Havia um cego sentado numa calçada em Paris. A seus pés, um boné e um cartaz em madeira escrito com giz branco gritava: “Por favor, ajude-me. Sou cego”. Um publicitário da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz e com o giz escreveu outro conceito. Colocou o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
                Ao cair da tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Seu boné, agora, estava cheio de Notas e moedas. O cego reconheceu as pisadas do publicitário e perguntou se havia sido ele quem reescrevera o cartaz, sobretudo querendo saber o que ele havia escrito.
                O publicitário respondeu: “Nada que não esteja de acordo com o conceito original, mas com outras palavras”. E, sorrindo, continuou o seu caminho. O cego nunca soube o que estava escrito, mas seu novo cartaz dizia: “Hoje é primavera em Paris e eu não posso vê-la”.

23.10.10

EIS A BALA DE PRATA, por Ery Roberto



Nitroglicerina pura!

Os fascistas tupiniquins dirão que é golpe, mas a bomba que pode aniquilar a mulher mais corrupta da política brasileira está por vir. Esta capa da revista Veja não apenas merece uma moldura, mas também ser pendurada definitivamente em nossa consciência.

Está sendo revelado o que o Brasil precisava saber: a verdade sobre Madame Dossiê e Lula Satã. A conversa de Pedro Abramovay, secretário nacional de Justiça, com seu antecessor Romeu Tuma Júnior é a senha.

E quais mentiras usarão agora os tão 'probos' petistas para escapar da manchete do Estadão? "PT e Gilberto Carvalho viram réus em ação sobre propina em Santo André".

O partido e o chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva são acusados de participação numa quadrilha que cobrava de empresas de transporte para desviar R$ 5,3 milhões dos cofres públicos.

Penso que Celso Daniel está prestes a descansar em paz. Que Deus o tenha.

O partido e o Chefe de Gabinete são, finalmente, réus. O que resta diante de tudo que já se viu neste capítulo mais nojento da história do país?

Pelo adiantado da hora [ACORDA BRASIL!] resta o conselho da mensagem que se atendida será o início da limpeza do esgoto vermelho: "O único meio de salvar a democracia, segundo o Fundador do PT, Hélio Bicudo é votar #Serra45 dia 31"

22.10.10

MANIFESTO SOCIAL DE APOIO A CANDIDATA DILMA




Proteção social para todos os brasileiros.

Nós abaixo assinados manifestamos apoio a candidata Dilma Roussef por representar a continuidade do projeto de garantir proteção social a todos os brasileiros.
Essa foi a prioridade do Governo Lula e assim queremos que continue no seu Governo. Foi essa determinação que possibilitou a criação de condições técnicas, institucionais, políticas e financeiras para fundar a mais expressiva iniciativa no campo da política social no Brasil a partir de 2003.

27,9 milhões de pessoas superaram a pobreza no Governo Lula e queremos fazer mais e melhor com Dilma presidente.
A marca do Governo Lula foi a consolidação dos direitos sociais, a marca do Governo FHC foi a ausência do Estado e a transferência das responsabilidades públicas para a sociedade. Queremos a continuidade de um país melhor para todos os cidadãos onde o direito social seja respeitado e onde os indicadores de desigualdade continuem em queda: entre 2003 e 2009, a desigualdade diminuiu numa tendência nunca vista no país, com o coeficiente de Gini recuando em média 1,2% ao ano (de 0,589 em 2002 para 0,543 em 2009).
O rompimento com o modelo assistencialista e a implantação de um novo modelo de proteção social no Brasil, consagrou o direito social das pessoas e o dever do Estado de proteger famílias e indivíduos vulneráveis. Reinventamos um Brasil social que precisa ser consolidado no seu governo.
A ação vigorosa do Estado para corrigir os desequilíbrios sociais e regionais e garantir o direito à alimentação foi a tônica que deu materialidade à rede de proteção social, hoje consolidada por meio do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN)
Temos que destacar o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada que garantem renda básica e são importantes instrumentos que tem garantido regularidade e qualidade da alimentação para famílias pobres brasileiras, por meio da transferência de renda. Pesquisas revelam que 93% das crianças e 82% dos adultos das famílias beneficiárias pelo Programa Bolsa Família fazem três ou mais refeições diárias.
Os números falam por si!
O orçamento desta área no Brasil passou de R$ 6 bilhões em 2002 para quase R$ 40 bilhões em 2010.
Hoje temos uma rede de 6.763 Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e 2.036 Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS) espalhados por todo o país, quase 300 mil cisternas construídas, na região do Semiárido brasileiro, restaurantes populares e cozinhas comunitárias que são responsáveis por milhares de refeições por dia, os Bancos de alimentos que distribuem cerca de 1,5 toneladas de alimentos/mês beneficiando entidades assistenciais.

Estamos conseguindo dar opções para a juventude: o Projovem Adolescente quadruplicou o número de jovens atendidos. O antigo Projeto Agente Jovem atendia 112 mil jovens e a nova política para a juventude alcança mais de 600 mil jovens.
Assim como estamos vencendo a luta contra o trabalho infantil. Estamos erradicando o Trabalho Infantil e protegendo crianças e adolescentes com idade inferior a 16 anos, retirando-as da prática do trabalho precoce e promovendo o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários. Hoje mais de 800 mil crianças e adolescentes estão fora do trabalho infantil. No Brasil a luta contra o trabalho infantil é compromisso do governo Lula e diminui ano a ano.
Precisamos continuar fazendo do Brasil um país justo e para todos.
O reconhecimento dos avanços está na seriedade com que os compromissos são assumidos: o alcance do Bolsa Família; a oferta de serviços socioassistenciais e de ações na segurança alimentar e nutricional.
A unidade e solidariedade construída nestes anos entre os entes federados e os resultados alcançados exigem de nós trabalhadores, gestores, usuários, conselheiros, professores, entre outros, um posicionamento público para avançar e consolidar o sistema de proteção social público, de qualidade e não contributivo.
Com Dilma Presidente, avançaremos na área das políticas sociais! Queremos seguir mudando por um Brasil mais justo para todos!
Pela valorização da vida, pela superação da pobreza, pelo fortalecimento dos direitos sociais , votamos na DILMA , votamos 13.
link para a assinatura

POLÍTICA

Os graves acontecimentos registrados anteontem no Riode Janeiro , são o prenúncio do que irá acontecer com o Brasil caso Dilma Roussef vença as eleições . Uma quadrilha do PT , usando da força e da violência , impediu uma passeata pacífica dos cariocas e acabou por ferir na cabeça o candidato da oposição , José Serra . Criados na escola do ódio , da intolerância , do terrorismo e da bandidagem , os radicais do PT não enxergam outra forma de exercer política senão essa : se não dobrarem seus adversários pela força das propinas , dos mensalões , dos roubos e das extorsões , partem para a violência física , espancam , agridem e, se preciso for, matam aqueles que ousam desafiá-lo s . Foi assim com Fernando Henrique Cardoso . Foi assim com Mário Covas . É assim na Venezuela de Hugo Chavez . É assim na Bolivia de Evo Morales . É assim no Irã de Ahmadnejad . É assim que Dilma Roussef aprendeu a dazer política nos porões da VAR-Palmares . Num país como o Brasil , onde o presidente da República carrega a pecha de ser alcoólatra e analfabeto , aumenta ainda mais a responsabilidade dos eleitores diante da próxima eleição , onde estarão em jogo os valores fundamentais da liberdade e da democracia .
WALDO CLARO 

Humor

Gratidão

clique no desenho para ver maior

17.10.10

Ahmadimejah....


 Lula foi treinado para não errar o nome do iraniano.
Foi um sucesso.
Repetiu 50 vezes: Arruma Dilma Já!

Enviado por José Luiz Fernandes

16.10.10

*Pense e escolha...


Ainda que nuvens pretas se aproximem,o Sol divide conosco um pouco do seu brilho,luz e calor...

E nós o que estamos fazendo para  e pelos  outros?


Pense nisso até na hora de votar!!! chica

15.10.10

Cuidado!

"Cuidado com os políticos depois de eleitos
eles fazem o que querem mesmo contra a nossa vontade".

13.10.10

Para Marilena Chauí, segundo turno não pode se tornar ‘plebiscito sobre aborto’


Trago para vocês um artigo bem interessante, sobre a temática do aborto, que encontrei na revista Carta Capital. Merece nossa atenção e reflexão!


Por Guilherme Amorim*
A filósofa Marilena Chauí fez palestra na última sexta-feira (8), ao lado de intelectuais e membros do corpo docente da Faculdade de Direito do Largo São Francisco (FDUSP), em um ato organizado para defender a candidatura da governista para a Presidência da República. Ela afirmou que o monopólio da imprensa no Brasil transforma a mídia em um agente antidemocrático e que a disputa não pode se tornar em um plebiscito sobre o aborto, baseado em boatos.
A maioria dos participantes usou seu espaço de discurso para, além de diferenciar os projetos de governo dos candidatos, fazer críticas ao comportamento da imprensa.
Marilena Chauí defendeu que lideranças de esquerda e do PT deixem de atender jornalistas da imprensa convencional, em uma espécie de boicote a pedidos de entrevista. “Para defender a liberdade de expressão é preciso não falar com a mídia”, propõe Marilena Chauí. Ela acredita que a mídia dá espaço para figuras do partido e de movimentos sociais apenas para “parecer plural”, mas promovendo um “controle de opinião” sobre o que é publicado.
A professora aludiu ao caso da dispensa da colunista Maria Rita Kehl pelo jornal O Estado de S. Paulo. “A democracia não é simplesmente um regime da lei e da ordem”, explicou, defendendo que é necessário haver diversidade de opinião na mídia. A professora esclareceu que não se pode permitir que três ou quatro famílias mantenedoras dos meios de comunicação pautem a agenda política do Brasil.
“Temos que impedir que o segundo turno das eleições se torne um plebiscito nacional sobre o aborto”, definiu. Para ela, a cada semana é definida uma nova temática para o debate político – se referindo às discussões eleitorais levantadas recentemente, como a da liberdade de imprensa e a da religião.
O ato abordou questões referentes ao segundo turno das eleições. Sobre a definição do apoio do PV a José Serra (PSDB) ou Dilma Rousseff (PT), o professor de Direito do Trabalho da Faculdade de Direito Otávio Pinto e Silva ironizou. “Serra não precisa do PV, ele já tem o ‘PVeja’”, disse, em alusão à revista semanal da Editora Abril. Recentemente, Reinaldo Azevedo, colunista da Veja, assumiu a posição para a imprensa como partido de oposição no país. Para o professor, a mídia jogou a favor do candidato tucano nesta campanha.
A necessidade de garantir espaço para a diversidade de opiniões foi defendido também pelo deputado federal reeleito pelo PT de São Paulo Paulo Teixeira: “Defendemos uma democracia com liberdade de imprensa e liberdade de opinião; nós queremos diversidade de opinião na imprensa brasileira”. Para o ele, o governo nunca quis censurar a imprensa. “Isso nunca esteve no nosso horizonte”, afirmou.
*Matéria originalmente publicada na Rede Brasil Atual



Só faltam 2 dias para você saber se é
A FAVOR ou CONTRA

10.10.10

Que lástima!


Estava escutando pela Radio Bandeirantes o Debate e fiquei pensando comigo mesmo o por que escutava esse lixo?! Cheguei a conclusão que sou um idiota para ouvir tantas asneiras. Lógico que desliguei não quero ser idiota o tempo todo. Não ouvi nenhuma proposta séria e providencial para o meu país que tem sede, fome, falta do mínimo suficiente de CULTURA, EDUCAÇÃO, SAÚDE, DIGNIDADE, informações honestas e objetivas, nada que faça a minha esperança de votar em alguém, portanto o meu voto é?... Adivinha? A mim esses caras não me enganam! Vão se danar... A minha dignidade vale mais do que isso! Não vale a pena nem falar mais deles e dos que os seguem. Os militantes estão enganados.

. A candidata fala do FHC, governa a oito anos, só distribuiu esmolas, atrasou o país, não fala dos próprios enganos e fiascos.
Reconhecer erros dá votos ah se ela soubesse!
. O outro só dá argumentos para ser bombardeado. Não vejo saída...Serra não tem competência para derrotar ninguém. Só a ele mesmo! Já o consdidero derrotado. Que pena! É o menos pior.

De hoje em diante só vou contar piadas e fotografar o cotidiano e a natureza! A censura vem aí e muito forte. Quem viver verá. CHEGA! Juro que não sei se vou voltar atrás...Eheheheh...
.

Esta é a minha praia! Sei contar piadas também! Fotografe, faz um bem! É fácil viu?

DESABAFO DE UM EX PSDEBISTA QUE HOJE VOTA NULO COM CONVICÇÃO E DIGNIDADE. A SUA OPINIÃO NÃO VAI MUDAR A MINHA, mas gosto de você e não importa que você vai comentar.

Se comentar.

Que tal abortar a hipocrisia?



A discussão sobre a discriminalização do aborto foi um tema da reta final do primeiro turno e deve permanecer na segunda fase da campanha presidencial.
Há um lado peculiar nessa discussão. Ninguém falou de aborto nos últimos anos. Os vários projetos sobre o assunto, no Congresso jamais mereceram atenção da imprensa nem dos partidos políticos. Ficaram adormecidos e eram lembrados, como bandeira feminista, nos festejos de 8 de março ou outras datas semelhantes.


Na última semana da campanha, o debate surgiu.
Por que? Honestamente, só há uma explicação política: era uma forma de prejudicar a candidatura de Dilma Rouseff e tentar impedir sua vitória no primeiro turno.
Não é uma conspiração. É uma intervenção política, nos subterrâneos da campanha. É dificil imaginar que o aborto tenha surgido de forma espontânea. Foi um assunto provocado, de fora para dentro. Todos os grandes candidatos têm suas conexões religiosas e seus aliados neste universo.
Da mesma forma que um partido pode mobilizar sindicatos para defender uma candidatura ou um grupo de empresários para conseguir apoio, outra legenda pode mobilizar uma liderança religiosa para prejudicar um adversário.


Os adversários de Dilma descobriram um ponto sensível, onde seria possível atingir a candidata e colocaram o assunto na internet, produzindo o estrago que se conhece. Não é um ataque sem base.
A posição de Dilma e do PT modificou-se ao longo do tempo. O PT decidiu não colocar o assunto em discussão na campanha eleitoral, ainda que ele tivesse surgido na primeira versão do Plano Nacional de Direitos Humanos, sendo extirpado por decisão do presidente Lula, que não teve receio de desautorizar seus próprios auxiliares.  O eleitor tem o direito de saber que a liderança religiosa que condena um concorrente em função dessa questão tem vínculos com determinada candidatura e trabalha para ela.
Quem acha necessário  levantar a discusssão deve fazer isso de modo transparente, e não na forma de insinuações e acusações pela internet.  O esforço para criar um debate sem origem é revelador de uma operação eleitoral, de quem quer cativar o eleitor religioso sem perder apoio junto a setores da classe média urbana que tem outra visão sobre o assunto e pode achar esse comportamento reacionário e inaceitável.
A falta de interesse que o aborto costuma provocar na vida cotidiana do país só ressalta o caráter artificial dessa discussão agora.


Por exemplo: lendo a Folha de hoje descobri que o PV é a favor da legalização do aborto desde 2005. É espantoso, quando se recorda que é justamente o partido de Marina Silva.
(O PV também é a favor da legalização da maconha, diz o jornal. Não duvido que uma pesquisa aprofundada descubra uma resolução de algum encontro verde a favor de casamentos de homossexuais…)
Não acho essa revelação sobre a posição do PV sobre a legalização do aborto escandalosa. É sintomática.
A sociedade brasileira convive há muitos anos com o aborto, que é tolerado em todas as famílias com uma única diferença. Quando a pessoa tem posses, pode submeter-se a uma cirurgia como tantas outras. Caso contrário, é submetida a intervenções   de risco.  O debate é uma questão de saúde pública, acima de tudo.
Não conheço ninguém que seja a favor do aborto. Mas conheço muitas mulheres que realizaram um aborto porque não se sentiam capazes de criar um filho sob determinadas condições  — o que me parece uma atitude tão respeitável  como a daquela que não realiza o aborto por uma postura ética de não atentar contra a aquela forma de vida humana.
Acredito nos políticos que dizem que são contrários ao aborto. Não conheço nenhuma pessoa que, em pleno gozo de sua saúde mental, seja a favor de interromper o desenvolvimento de um feto, de modo gratuito, em vez de utilizar métodos anticoncepcionais.
Na vida pública, nossos políticos se comportam da mesma forma, independente de cor, filiação partidária ou origem religiosa: toleram o aborto. Por essa razão as clínicas que realizam esse tipo de cirurgia funcionam de forma discreta e jamais são incomodadas pelas autoridades. A partir de uma certa idade, toda mulher brasileira sabe onde pode encontrar o nome de um médico que pode interromper sua gravidez. Marie Claire, uma das grandes revistas do país, tem posição editorial firmada a favor da discriminalização do aborto.
Periodicamente, os jornais e revistas entrevistam celebridades que já fizeram aborto — e nada lhes acontece, ao contrário do que ocorreu com o galã Dado Dolabella, que será processado porque recentemente foi apanhado com algumas gramas de maconha.


Na prática, o país caminha em direção à discriminalização — mesmo que nem sempre seja conveniente admitir isso.  Essa discussão envolve um debate necessário e será lamentável se o assunto for transformado em troféu de uma guerra eleitoral.


Estamos num desses casos em que raramente se diz aquilo que se faz. Concorda?

por: paulo moreira leite

Acredito que o jornalista fez uma bela reflexão sobre o tema, de forma sóbria e, principalmente, chamando-nos a atenção para o uso eleitoreiro dessa discussão. Acredito que o melhor seria mesmo abrir plebiscito popular, assim a sociedade poderia discutir livremente o tema e decidir! Afinal, o Estado tem mesmo o direito de dizer o que cada mulher, cidadã livre, pode ou não fazer com seu próprio corpo? Essa é mesmo uma questão de Estado ou é o rastro das antigas interferência religiosas no Estado? (lembremos que o Brasil é um país laico) Pensemos sobre o tema. Pensemos sobre a proposta de plebiscito. É hora de dizer NÃO à hipocrisia eleitoral. 



NOVA FORMA DE CENSURA

Alguns blogs estão sendo vítimas deste bloqueio. Por coincidência são blogs que falam mal do PT e do Lula ! Por que será ?
Este é do Thomaz Magalhães - TREM AZUL

Hoje

10/10/10

Por que você não pergunta ?

por Antonio Prata
04.outubro.2010
Se fizessem uma pesquisa entre mulheres e perguntassem qual o maior defeito masculino, aposto que a imaturidade apareceria em primeiríssimo lugar. (Insegurança, barriga e palitar os dentes viriam em segundo, terceiro e quarto, respectivamente). Se, na mesma pesquisa, quisessem saber qual a atitude masculina mais exemplar dessa imaturidade, acredito que a esmagadora maioria apontaria a nossa recusa em parar o carro e pedir informação a um pedestre, quando estamos perdidos. (Em segundo, terceiro e quarto, viriam: fugir de discussões de relacionamento, querer alugar sempre filmes em que coisas explodem e, em dias de jogo, meter a cara na janela e fazer sugestões pouco elegantes aos entusiastas das outras agremiações).
Que somos imaturos, não há como negar. Trata-se, provavelmente, de um comportamento com raízes fisiológicas: por não termos que gestar ou amamentar as crias, por trazermos em nossos corpos milhões de células reprodutivas, prontas para entrar em ação, do surgimento dos primeiros pêlos ao ressoar do último suspiro, encaramos o imperativo bíblico e biológico de crescermos e nos multiplicarmos dando mais atenção ao segundo termo do que ao primeiro. Daí certo pendor para a fanfarronice, a imaturidade e suas conseqüências: preferimos a trilogia intergaláctica de Luke Skywalker à Trilogia das cores, de Kieslowski, evitamos ao máximo discutir o relacionamento e, no meio de um domingo, assistindo a um jogo de futebol, perdemos subitamente o controle e gritamos “chuuuupa porco!” pela janela.
A lista de nossas infantilidades é longa, mas não acredito que a recusa em perguntar o caminho nela se inclua. Negar-se a pedir informação – mesmo depois de horas errando por arrabaldes desconhecidos, depois de nossa mulher já ter se desesperado, de já termos perdido a reserva no restaurante, de já estarmos ficando desidratados e o carro, sem gasolina – é uma decisão adulta e deliberada, cujo intuito é preservar a nossa honra.
Ora, o que é a humanidade senão a eterna e incessante guerra de todos contra todos? Num passado não muito distante — ou ainda hoje, em muitos lugares – a batalha era literal: vencia-se o inimigo, punham-se suas baixelas, candelabros e mulheres no lombo do nosso cavalo, incendiava-se a aldeia e ia-se embora, beber aguardente e comer javali. Hoje, a guerra é mais sutil. Veja os homens na estrada, mudando de pista desesperadamente ao aproximarem-se do pedágio, em busca da cabine com menos fila. Veja as mulheres malhando na academia. Veja ambos os sexos fazendo pós-graduações, clareamento dentário, regime, comendo o pão que o diabo amassou, para que? Para triunfar sobre o próximo. Para poder dizer, como os maços de Marlboro: veni, vidi, vici.
Numa sociedade individualista, na era da informação, o que significa perguntar o caminho? Render-se. Largar a espada, prostrar-se diante de um inimigo e dizer: “sou fraco e tolo, oh pedestre. Tu és forte e sábio. Por favor, poderias informar-me onde é a Rua Coronel Faustiniano, esquina com a Don Francisco Lapertino, próximo à Praça da Misericórdia?”
Como reage o pedestre? Ora, com a crueldade de um guerreiro que tem o oponente abatido diante de si. Te maltrata. Começa fingindo um sustinho irritante, “A Coronel Faustiniano?!”, insinuando que você está muito, mas muito perdido. Se tem um amigo ao lado, o olha com um sorriso no canto da boca. Talvez até solte um “nossa, tá longe…” ou “xiii, amigão…”. Esse escárnio é o butim que o pedestre leva com a vitória sobre o motorista; esse sorriso no canto da boca é o resquício do que um dia foi pilhagem, empalações, incêndio.
Você tem pressa. Sua mulher, no banco de passageiro, mais ainda, mas o pedestre saboreia a vitória, fazendo perguntas retóricas: “cê conhece a Adolfo Arrais?”. Claro que você não conhece. É óbvio que não é dali. Você abaixa a cabeça: “Não”. Ele arqueia as sobrancelhas, de leve, como quem diz, “se não conhece a Afonso Arrais, fica difícil”. Suspira. “A Marechal Duílio, sabe onde fica?” De novo, você tem que admitir, “não”. “Bom, o Bradesco?”, “O Pastorinho ali da Cunegundo Freitas?”, “O trailer do gordo?”. “Não, não, não”, você diz, e agüenta firme, porque assistiu Roma e Sopranos e sabe que é assim que se age ao cair nas mãos do inimigo.
O suplício só termina quando o pedestre tiver arrancado sua última gota de dignidade, quando tiver feito você declarar, em alto e bom som, que está totalmente perdido, que não conhece nada por ali, que está sob seu jugo e fará exatamente o que ele mandar. Só então, com uma cara de quem passa instruções da mais alta complexidade, dirá: “Primeira esquerda, segunda direita, já é a Faustiniano.”
Chegamos ao restaurante, mas eu já não tinha fome alguma. Sabia que não havia sido levado até ali por minha astúcia e valentia, sim pelas armas de um inimigo, ao qual tive que me sujeitar.
Da próxima vez, portanto, que seu marido recusar-se a pedir informação, cara leitora, não se irrite com ele. Não é a imaturidade que o impede, mas os mais antigos códigos de cavalaria. Pense nisso. 

Enviado por José Luiz Fernandes

A FAVOR & CONTRA



Só faltam 5 dias para sabermos se você é A FAVOR ou CONTRA.

9.10.10

A capa da VEJA para sua escolha!!!

E claro, os petistas vão dizer que foi o Serra quem  inventou a "história" do ABORTO,  para prejudicar a Dilma, no primeiro turno. Vão dizer que a GRANDE IMPRENSA tucanou.
A pergunta é: vale o que esta gravado, filmado, e escrito, ou os DESMENTIDOS ?
Não podemos ter na Presidência da República uma guerrilheira sem convicções, ou sem palavra!

Porque hoje é sábado : My sweet Lord

Na guitarra acústica, Eric  Clapton,
Na guitarra elétrica, o filho de George  Harrison,
No piano, Paul  McCartner
Na primera bateria, Ringo  Star,
Na segunda bateria Phill Collins,  e
Na segunda guitarra elétrica Tom  Petty,
No órgão e interpretando a primeira voz  o incrível Billy Preston.
Entre as vocalistas do coro está Linda  Eastman,esposa de  Paul McCartney.
Também estavam presentes nesse  concerto:
Bob Dylan,
Ravi  Shankar,
Jethro Tull e um número enorme de  amigos e colegas
dos Beatles, assim  como todo  grupo 'The Cream' de Eric Clapton.
Todos um pouco gordos e enrugados,mas  encarnando o melhor do melhor, representativo dos anos  70.
Billy Preston chegou a ser conhecido  como o quinto Beatle; foi ele que
sempre tocou o piano e o órgão em  todas as gravacões dos Beatles.
Enviado por José Luiz Fernandes

7.10.10

Denúncia de fraude nas Urnas Eletrônicas


Brasil: Denúncias de fraudes em urnas aparecem em Guarulhos/SP.
Denúncias de fraudes em urnas eletrônicas aparecem por todo o país. Em Guarulhos, na Grande São Paulo, um candidato a vereador nas últimas eleições reuniu dois quilos e meio de documentos sobre a manipulação das máquinas. Especialistas dizem que o sistema eleitoral brasileiro não é seguro.
Enviado por Vicente de Paulo Estevez Vieira - Curitiba PR
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Que tal abortar a hipocrisia?

A discussão sobre a discriminalização do aborto foi um tema da reta final do primeiro turno e deve permanecer na segunda fase da campanha presidencial.
Há um lado peculiar nessa discussão. Ninguém falou de aborto nos últimos anos. Os vários projetos sobre o assunto, no Congresso jamais mereceram atenção da imprensa nem dos partidos políticos. Ficaram adormecidos e eram lembrados, como bandeira feminista, nos festejos de 8 de março ou outras datas semelhantes.
Na última semana da campanha, o debate surgiu.

Por que? Honestamente, só há uma explicação política: era uma forma de prejudicar a candidatura de Dilma Rouseff e tentar impedir sua vitória no primeiro turno.
Não é uma conspiração. É uma intervenção política, nos subterrâneos da campanha. É dificil imaginar que o aborto tenha surgido de forma espontânea. Foi um assunto provocado, de fora para dentro. Todos os grandes candidatos têm suas conexões religiosas e seus aliados neste universo.
Da mesma forma que um partido pode mobilizar sindicatos para defender uma candidatura ou um grupo de empresários para conseguir apoio, outra legenda pode mobilizar uma liderança religiosa para prejudicar um adversário.
Os adversários de Dilma descobriram um ponto sensível, onde seria possível atingir a candidata e colocaram o assunto na internet, produzindo o estrago que se conhece. Não é um ataque sem base.
A posição de Dilma e do PT modificou-se ao longo do tempo. O PT decidiu não colocar o assunto em discussão na campanha eleitoral, ainda que ele tivesse surgido na primeira versão do Plano Nacional de Direitos Humanos, sendo extirpado por decisão do presidente Lula, que não teve receio de desautorizar seus próprios auxiliares.  O eleitor tem o direito de saber que a liderança religiosa que condena um concorrente em função dessa questão tem vínculos com determinada candidatura e trabalha para ela.
Quem acha necessário  levantar a discusssão deve fazer isso de modo transparente, e não na forma de insinuações e acusações pela internet.  O esforço para criar um debate sem origem é revelador de uma operação eleitoral, de quem quer cativar o eleitor religioso sem perder apoio junto a setores da classe média urbana que tem outra visão sobre o assunto e pode achar esse comportamento reacionário e inaceitável.
A falta de interesse que o aborto costuma provocar na vida cotidiana do país só ressalta o caráter artificial dessa discussão agora.
Por exemplo: lendo a Folha de hoje descobri que o PV é a favor da legalização do aborto desde 2005. É espantoso, quando se recorda que é justamente o partido de Marina Silva.
(O PV também é a favor da legalização da maconha, diz o jornal. Não duvido que uma pesquisa aprofundada descubra uma resolução de algum encontro verde a favor de casamentos de homossexuais…)
Não acho essa revelação sobre a posição do PV sobre a legalização do aborto escandalosa. É sintomática.
A sociedade brasileira convive há muitos anos com o aborto, que é tolerado em todas as famílias com uma única diferença. Quando a pessoa tem posses, pode submeter-se a uma cirurgia como tantas outras. Caso contrário, é submetida a intervenções   de risco.  O debate é uma questão de saúde pública, acima de tudo.
Não conheço ninguém que seja a favor do aborto. Mas conheço muitas mulheres que realizaram um aborto porque não se sentiam capazes de criar um filho sob determinadas condições  — o que me parece uma atitude tão respeitável  como a daquela que não realiza o aborto por uma postura ética de não atentar contra a aquela forma de vida humana.
Acredito nos políticos que dizem que são contrários ao aborto. Não conheço nenhuma pessoa que, em pleno gozo de sua saúde mental, seja a favor de interromper o desenvolvimento de um feto, de modo gratuito, em vez de utilizar métodos anticoncepcionais.
Na vida pública, nossos políticos se comportam da mesma forma, independente de cor, filiação partidária ou origem religiosa: toleram o aborto. Por essa razão as clínicas que realizam esse tipo de cirurgia funcionam de forma discreta e jamais são incomodadas pelas autoridades. A partir de uma certa idade, toda mulher brasileira sabe onde pode encontrar o nome de um médico que pode interromper sua gravidez. Marie Claire, uma das grandes revistas do país, tem posição editorial firmada a favor da discriminalização do aborto.
Periodicamente, os jornais e revistas entrevistam celebridades que já fizeram aborto — e nada lhes acontece, ao contrário do que ocorreu com o galã Dado Dolabella, que será processado porque recentemente foi apanhado com algumas gramas de maconha.
Na prática, o país caminha em direção à discriminalização — mesmo que nem sempre seja conveniente admitir isso.  Essa discussão envolve um debate necessário e será lamentável se o assunto for transformado em troféu de uma guerra eleitoral.
Estamos num desses casos em que raramente se diz aquilo que se faz. Concorda?

por: paulo moreira leite

Acredito que o jornalista fez uma bela reflexão sobre o tema, de forma sóbria e, principalmente, chamando-nos a atenção para o uso eleitoreiro dessa discussão. Acredito que o melhor seria mesmo abrir plebiscito popular, assim a sociedade poderia discutir livremente o tema e decidir! Afinal, o Estado tem mesmo o direito de dizer o que cada mulher, cidadã livre, pode ou não fazer com seu próprio corpo? Essa é mesmo uma questão de Estado ou é o rastro das antigas interferência religiosas no Estado? (lembremos que o Brasil é um país laico) Pensemos sobre o tema. Pensemos sobre a proposta de plebiscito. É hora de dizer NÃO à hipocrisia eleitoral. 


DEFICIÊNCIA DE CAPITAL HUMANO...

Resposta do economista Eduardo Giannetti, à pergunta "Qual o problema do Brasil que mais chama sua atenção?", feita pelo Caderno 2, do jornal "O Estado de S. Paulo", em 23/08/2010:

"O País ainda não acordou para a gravidade da nossa deficiência de capital humano. Quando o aluno brasileiro do ensino médio participa do principal teste comparativo de avaliação internacional - o Pisa, conduzido pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico - e fica em 54º lugar entre 57 países, isso alarma. Quer mais um? Cerca de 53% do eleitorado em 2010 não tem o ensino fundamental completo. Enquanto não tivermos capital humano de qualidade, não podemos considerar que o País chegou ao século 21."

Eduardo Giannetti está lançando seu novo livro, "A Ilusão da Alma - Biografia de uma Ideia Fixa" (Companhia das Letras.) "A Ilusão da Alma" é o relato em primeira pessoa de uma perturbadora conversão filosófica. Após a retirada de um tumor cerebral que o deixa parcialmente surdo, um jovem professor de literatura, especialista em Machado de Assis, isola-se do mundo e passa a viver, entre livros e livros, absorvido por uma paixão intelectual: o estudo da relação entre o cérebro e a mente. Você poderá ler um trecho do livro e ver um vídeo do autor, clicando neste link da Companhia das Letras.

Charge

Enviada por José luiz Fernandes

5.10.10

A menos pior


Um eleitor chega numa loja de bebidas e pede a sua cerveja favorita
e o balconista o informa que acabou este produto
e o mesmo lhe oferece outras duas de marcas inferiores e duvidosas.
Ele poderia ir à loja ao lado, mas aceita a menos pior.
É assim que age o eleitor na hora de votar. Alguma dúvida?

Só voto se acreditar no candidato e não no menos pior.
http://klictossan.blogspot.com

Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.

Voltaire

Arnold Toynbee

3.10.10

2º TURNO

A origem do CHIADO carioca, segundo Aloisio de Almeida Prado

JUNOT E O CHIADO CARIOCA

O General Junot era um dos homens de confiança de Napoleão, com ele combateu na Itália, Egito, Áustria, Rússia e Península Ibérica. Para nós, brasileiros, e em particular para os cariocas, Junot deixou rastros, como comandante das tropas napoleônicas ele invadiu Portugal em novembro de 1807, com um punhado de soldados fragilizados pelos rigores climáticos e topográficos da caminhada pelo norte da Espanha.

Apavorada, a família real portuguesa e sua corte, um vasto cordão de puxa-sacos, deram no pé e com a cobertura de navios ingleses, fugiram para o Brasil. Isso todos sabemos.

Agora, explico minha tese: nas minhas andanças por esse mundo sem porteiras, notei que o lisboeta tem uma maneira diferenciada de falar o português, diferente do restante do país. Eles chiam. Os érres e os ésses. Não sei porquê, avalio que deve haver influência árabe, que por lá ficaram mais de seis séculos.

A corte, toda vinda de Lisboa, chiando, invadiu o Rio de Janeiro em 1808. Eram seis mil portugueses bem aculturados, chegando numa cidade de cinquenta mil cariocas incultos e analfabetos, a metade escravos.

Vocês pode imaginar a forte influencia cultural que o Rio sentiu e os cariocas começaram também a chiar, aí está minha explicação para essa maneira gostosa e sensual dos cariocas falarem nosso idioma.

E Junot, prevendo tudo isso, ficou louco, louco mesmo: suicidou-se em 1813, jogando-se de uma janela...
 aqui

Aprofundamento da Democracia - Veja o vídeo e dê sua opinião!


Contribuição ao G1
Afinal, por que não instalar em Brasília um placar, onde o povo pudesse votar via internet em cada matéria que está sendo discutida no congresso. Embora esses votos não tenham valor real, mostrarão a posição da parcela do povo interessada em se manifestar sobre a matéria em questão.


FONTE:
http://ficcaodoreal.blogspot.com/
                                                                                                                                                               e                    
 http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1349565-7823-APROFUNDAMENTO+NA+DEMOCRACIA,00.html

HOJE é a SÉRIO !!!



Bom Domingo!

1.10.10

Collette by D'Ora

Charge sobre o Lula

ETIENNE DE LA BOÉTIE



Etienne de La Boétie
Em
O Discurso da Servidão Humana.




“Em primeiro lugar creio não haver dúvida de que, se vivêssemos com os direitos que a natureza nos deu e com as lições que nos ensina, seriamos naturalmente obedientes aos pais, sujeitos à razão e servos de ninguém.


Da obediência que cada um, sem outra advertência que a de sua natureza, presta a seus pai e mãe todos os homens testemunham, cada um por si.


Da razão que nasce conosco ou não, o que é uma questão debatida a fundo pelos acadêmicos e abordada por toda a escola dos filósofos, por ora não pensaria falhar ao dizer o seguinte: há em nossa alma alguma semente natural de razão que, mantida por bom conselho e costume, floresce em virtude e, ao contrário, freqüentemente sufocada, aborta, não podendo enfrentar os vícios sobrevindos.


Mas, por certo se há algo claro e notório na natureza, e ao qual não se pode ser cego é que a natureza, ministra de deus e governante dos homens, fez-nos todos da mesma forma e, ao que parece, na mesma fôrma, para que nos entreconhecêssemos todos como companheiros, ou melhor, como irmãos”.





“A primeira razão por que os homens servem de bom grado é que nascem servos e são criados como tais”.





LA BOÉTIE, Etienne de. Discurso Sobre a Servidão Humana. Tradução de Laymert Garcia dos Santos. Comentários: Claude Lefort, Pierre Clastres e Marilena Chuaí. 3ª. Ed. São Paulo: Brasiliense, 1986.

Sobre Etienne de La Boétie clique
http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89tienne_de_La_Bo%C3%A9tie

Matemática


Votar na Marina significa dar o poder diretamente a Dilma...Eta eleitor...
Eu também sou votando Nulo...Eheheheh...Todos somos...Não precisa ser matemático para perceber isso. A burrice relativa!