10.10.10
NOVA FORMA DE CENSURA
Alguns blogs estão sendo vítimas deste bloqueio. Por coincidência são blogs que falam mal do PT e do Lula ! Por que será ?
Este é do Thomaz Magalhães - TREM AZUL
Por que você não pergunta ?
por Antonio Prata
04.outubro.2010
Se fizessem uma pesquisa entre mulheres e perguntassem qual o maior defeito masculino, aposto que a imaturidade apareceria em primeiríssimo lugar. (Insegurança, barriga e palitar os dentes viriam em segundo, terceiro e quarto, respectivamente). Se, na mesma pesquisa, quisessem saber qual a atitude masculina mais exemplar dessa imaturidade, acredito que a esmagadora maioria apontaria a nossa recusa em parar o carro e pedir informação a um pedestre, quando estamos perdidos. (Em segundo, terceiro e quarto, viriam: fugir de discussões de relacionamento, querer alugar sempre filmes em que coisas explodem e, em dias de jogo, meter a cara na janela e fazer sugestões pouco elegantes aos entusiastas das outras agremiações). Que somos imaturos, não há como negar. Trata-se, provavelmente, de um comportamento com raízes fisiológicas: por não termos que gestar ou amamentar as crias, por trazermos em nossos corpos milhões de células reprodutivas, prontas para entrar em ação, do surgimento dos primeiros pêlos ao ressoar do último suspiro, encaramos o imperativo bíblico e biológico de crescermos e nos multiplicarmos dando mais atenção ao segundo termo do que ao primeiro. Daí certo pendor para a fanfarronice, a imaturidade e suas conseqüências: preferimos a trilogia intergaláctica de Luke Skywalker à Trilogia das cores, de Kieslowski, evitamos ao máximo discutir o relacionamento e, no meio de um domingo, assistindo a um jogo de futebol, perdemos subitamente o controle e gritamos “chuuuupa porco!” pela janela.
A lista de nossas infantilidades é longa, mas não acredito que a recusa em perguntar o caminho nela se inclua. Negar-se a pedir informação – mesmo depois de horas errando por arrabaldes desconhecidos, depois de nossa mulher já ter se desesperado, de já termos perdido a reserva no restaurante, de já estarmos ficando desidratados e o carro, sem gasolina – é uma decisão adulta e deliberada, cujo intuito é preservar a nossa honra.
Ora, o que é a humanidade senão a eterna e incessante guerra de todos contra todos? Num passado não muito distante — ou ainda hoje, em muitos lugares – a batalha era literal: vencia-se o inimigo, punham-se suas baixelas, candelabros e mulheres no lombo do nosso cavalo, incendiava-se a aldeia e ia-se embora, beber aguardente e comer javali. Hoje, a guerra é mais sutil. Veja os homens na estrada, mudando de pista desesperadamente ao aproximarem-se do pedágio, em busca da cabine com menos fila. Veja as mulheres malhando na academia. Veja ambos os sexos fazendo pós-graduações, clareamento dentário, regime, comendo o pão que o diabo amassou, para que? Para triunfar sobre o próximo. Para poder dizer, como os maços de Marlboro: veni, vidi, vici.
Numa sociedade individualista, na era da informação, o que significa perguntar o caminho? Render-se. Largar a espada, prostrar-se diante de um inimigo e dizer: “sou fraco e tolo, oh pedestre. Tu és forte e sábio. Por favor, poderias informar-me onde é a Rua Coronel Faustiniano, esquina com a Don Francisco Lapertino, próximo à Praça da Misericórdia?”
Como reage o pedestre? Ora, com a crueldade de um guerreiro que tem o oponente abatido diante de si. Te maltrata. Começa fingindo um sustinho irritante, “A Coronel Faustiniano?!”, insinuando que você está muito, mas muito perdido. Se tem um amigo ao lado, o olha com um sorriso no canto da boca. Talvez até solte um “nossa, tá longe…” ou “xiii, amigão…”. Esse escárnio é o butim que o pedestre leva com a vitória sobre o motorista; esse sorriso no canto da boca é o resquício do que um dia foi pilhagem, empalações, incêndio.
Você tem pressa. Sua mulher, no banco de passageiro, mais ainda, mas o pedestre saboreia a vitória, fazendo perguntas retóricas: “cê conhece a Adolfo Arrais?”. Claro que você não conhece. É óbvio que não é dali. Você abaixa a cabeça: “Não”. Ele arqueia as sobrancelhas, de leve, como quem diz, “se não conhece a Afonso Arrais, fica difícil”. Suspira. “A Marechal Duílio, sabe onde fica?” De novo, você tem que admitir, “não”. “Bom, o Bradesco?”, “O Pastorinho ali da Cunegundo Freitas?”, “O trailer do gordo?”. “Não, não, não”, você diz, e agüenta firme, porque assistiu Roma e Sopranos e sabe que é assim que se age ao cair nas mãos do inimigo.
O suplício só termina quando o pedestre tiver arrancado sua última gota de dignidade, quando tiver feito você declarar, em alto e bom som, que está totalmente perdido, que não conhece nada por ali, que está sob seu jugo e fará exatamente o que ele mandar. Só então, com uma cara de quem passa instruções da mais alta complexidade, dirá: “Primeira esquerda, segunda direita, já é a Faustiniano.”
Chegamos ao restaurante, mas eu já não tinha fome alguma. Sabia que não havia sido levado até ali por minha astúcia e valentia, sim pelas armas de um inimigo, ao qual tive que me sujeitar.
Da próxima vez, portanto, que seu marido recusar-se a pedir informação, cara leitora, não se irrite com ele. Não é a imaturidade que o impede, mas os mais antigos códigos de cavalaria. Pense nisso.
Enviado por José Luiz Fernandes
9.10.10
A capa da VEJA para sua escolha!!!
E claro, os petistas vão dizer que foi o Serra quem inventou a "história" do ABORTO, para prejudicar a Dilma, no primeiro turno. Vão dizer que a GRANDE IMPRENSA tucanou.
A pergunta é: vale o que esta gravado, filmado, e escrito, ou os DESMENTIDOS ?
Não podemos ter na Presidência da República uma guerrilheira sem convicções, ou sem palavra!
Porque hoje é sábado : My sweet Lord
Na guitarra acústica, Eric Clapton,
Na guitarra elétrica, o filho de George Harrison,
No piano, Paul McCartner
Na primera bateria, Ringo Star,
Na segunda bateria Phill Collins, e
Na segunda guitarra elétrica Tom Petty,
No órgão e interpretando a primeira voz o incrível Billy Preston.
Entre as vocalistas do coro está Linda Eastman,esposa de Paul McCartney.
Também estavam presentes nesse concerto:
Bob Dylan,
Ravi Shankar,
Jethro Tull e um número enorme de amigos e colegas
dos Beatles, assim como todo grupo 'The Cream' de Eric Clapton.
Todos um pouco gordos e enrugados,mas encarnando o melhor do melhor, representativo dos anos 70.
Billy Preston chegou a ser conhecido como o quinto Beatle; foi ele que
sempre tocou o piano e o órgão em todas as gravacões dos Beatles.
Na guitarra elétrica, o filho de George Harrison,
No piano, Paul McCartner
Na primera bateria, Ringo Star,
Na segunda bateria Phill Collins, e
Na segunda guitarra elétrica Tom Petty,
No órgão e interpretando a primeira voz o incrível Billy Preston.
Entre as vocalistas do coro está Linda Eastman,esposa de Paul McCartney.
Também estavam presentes nesse concerto:
Bob Dylan,
Ravi Shankar,
Jethro Tull e um número enorme de amigos e colegas
dos Beatles, assim como todo grupo 'The Cream' de Eric Clapton.
Todos um pouco gordos e enrugados,mas encarnando o melhor do melhor, representativo dos anos 70.
Billy Preston chegou a ser conhecido como o quinto Beatle; foi ele que
sempre tocou o piano e o órgão em todas as gravacões dos Beatles.
Enviado por José Luiz Fernandes
8.10.10
Assembleia......
Quem disse que os Pinguins não falam, sentem, e até votam?
Assiste aqui a uma Assembleia muito especial. Mais democrática até que os homens
http://www.olhardireito.blogspot.com/assembleia-de-pinguins-nova-casa.html
Assiste aqui a uma Assembleia muito especial. Mais democrática até que os homens
http://www.olhardireito.blogspot.com/assembleia-de-pinguins-nova-casa.html
7.10.10
Denúncia de fraude nas Urnas Eletrônicas

Brasil: Denúncias de fraudes em urnas aparecem em Guarulhos/SP.
Denúncias de fraudes em urnas eletrônicas aparecem por todo o país. Em Guarulhos, na Grande São Paulo, um candidato a vereador nas últimas eleições reuniu dois quilos e meio de documentos sobre a manipulação das máquinas. Especialistas dizem que o sistema eleitoral brasileiro não é seguro.
Enviado por Vicente de Paulo Estevez Vieira - Curitiba PR
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Que tal abortar a hipocrisia?
A discussão sobre a discriminalização do aborto foi um tema da reta final do primeiro turno e deve permanecer na segunda fase da campanha presidencial.
Há um lado peculiar nessa discussão. Ninguém falou de aborto nos últimos anos. Os vários projetos sobre o assunto, no Congresso jamais mereceram atenção da imprensa nem dos partidos políticos. Ficaram adormecidos e eram lembrados, como bandeira feminista, nos festejos de 8 de março ou outras datas semelhantes.
Na última semana da campanha, o debate surgiu.Por que? Honestamente, só há uma explicação política: era uma forma de prejudicar a candidatura de Dilma Rouseff e tentar impedir sua vitória no primeiro turno.
Não é uma conspiração. É uma intervenção política, nos subterrâneos da campanha. É dificil imaginar que o aborto tenha surgido de forma espontânea. Foi um assunto provocado, de fora para dentro. Todos os grandes candidatos têm suas conexões religiosas e seus aliados neste universo.
Da mesma forma que um partido pode mobilizar sindicatos para defender uma candidatura ou um grupo de empresários para conseguir apoio, outra legenda pode mobilizar uma liderança religiosa para prejudicar um adversário.
Os adversários de Dilma descobriram um ponto sensível, onde seria possível atingir a candidata e colocaram o assunto na internet, produzindo o estrago que se conhece. Não é um ataque sem base.
A posição de Dilma e do PT modificou-se ao longo do tempo. O PT decidiu não colocar o assunto em discussão na campanha eleitoral, ainda que ele tivesse surgido na primeira versão do Plano Nacional de Direitos Humanos, sendo extirpado por decisão do presidente Lula, que não teve receio de desautorizar seus próprios auxiliares. O eleitor tem o direito de saber que a liderança religiosa que condena um concorrente em função dessa questão tem vínculos com determinada candidatura e trabalha para ela.
Quem acha necessário levantar a discusssão deve fazer isso de modo transparente, e não na forma de insinuações e acusações pela internet. O esforço para criar um debate sem origem é revelador de uma operação eleitoral, de quem quer cativar o eleitor religioso sem perder apoio junto a setores da classe média urbana que tem outra visão sobre o assunto e pode achar esse comportamento reacionário e inaceitável.
A falta de interesse que o aborto costuma provocar na vida cotidiana do país só ressalta o caráter artificial dessa discussão agora.
Por exemplo: lendo a Folha de hoje descobri que o PV é a favor da legalização do aborto desde 2005. É espantoso, quando se recorda que é justamente o partido de Marina Silva.
(O PV também é a favor da legalização da maconha, diz o jornal. Não duvido que uma pesquisa aprofundada descubra uma resolução de algum encontro verde a favor de casamentos de homossexuais…)
Não acho essa revelação sobre a posição do PV sobre a legalização do aborto escandalosa. É sintomática.
A sociedade brasileira convive há muitos anos com o aborto, que é tolerado em todas as famílias com uma única diferença. Quando a pessoa tem posses, pode submeter-se a uma cirurgia como tantas outras. Caso contrário, é submetida a intervenções de risco. O debate é uma questão de saúde pública, acima de tudo.
Não conheço ninguém que seja a favor do aborto. Mas conheço muitas mulheres que realizaram um aborto porque não se sentiam capazes de criar um filho sob determinadas condições — o que me parece uma atitude tão respeitável como a daquela que não realiza o aborto por uma postura ética de não atentar contra a aquela forma de vida humana.
Acredito nos políticos que dizem que são contrários ao aborto. Não conheço nenhuma pessoa que, em pleno gozo de sua saúde mental, seja a favor de interromper o desenvolvimento de um feto, de modo gratuito, em vez de utilizar métodos anticoncepcionais.
Na vida pública, nossos políticos se comportam da mesma forma, independente de cor, filiação partidária ou origem religiosa: toleram o aborto. Por essa razão as clínicas que realizam esse tipo de cirurgia funcionam de forma discreta e jamais são incomodadas pelas autoridades. A partir de uma certa idade, toda mulher brasileira sabe onde pode encontrar o nome de um médico que pode interromper sua gravidez. Marie Claire, uma das grandes revistas do país, tem posição editorial firmada a favor da discriminalização do aborto.
Periodicamente, os jornais e revistas entrevistam celebridades que já fizeram aborto — e nada lhes acontece, ao contrário do que ocorreu com o galã Dado Dolabella, que será processado porque recentemente foi apanhado com algumas gramas de maconha.
Na prática, o país caminha em direção à discriminalização — mesmo que nem sempre seja conveniente admitir isso. Essa discussão envolve um debate necessário e será lamentável se o assunto for transformado em troféu de uma guerra eleitoral.
Estamos num desses casos em que raramente se diz aquilo que se faz. Concorda?
por: paulo moreira leite
Acredito que o jornalista fez uma bela reflexão sobre o tema, de forma sóbria e, principalmente, chamando-nos a atenção para o uso eleitoreiro dessa discussão. Acredito que o melhor seria mesmo abrir plebiscito popular, assim a sociedade poderia discutir livremente o tema e decidir! Afinal, o Estado tem mesmo o direito de dizer o que cada mulher, cidadã livre, pode ou não fazer com seu próprio corpo? Essa é mesmo uma questão de Estado ou é o rastro das antigas interferência religiosas no Estado? (lembremos que o Brasil é um país laico) Pensemos sobre o tema. Pensemos sobre a proposta de plebiscito. É hora de dizer NÃO à hipocrisia eleitoral.
DEFICIÊNCIA DE CAPITAL HUMANO...
Resposta do economista Eduardo Giannetti, à pergunta "Qual o problema do Brasil que mais chama sua atenção?", feita pelo Caderno 2, do jornal "O Estado de S. Paulo", em 23/08/2010:
"O País ainda não acordou para a gravidade da nossa deficiência de capital humano. Quando o aluno brasileiro do ensino médio participa do principal teste comparativo de avaliação internacional - o Pisa, conduzido pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico - e fica em 54º lugar entre 57 países, isso alarma. Quer mais um? Cerca de 53% do eleitorado em 2010 não tem o ensino fundamental completo. Enquanto não tivermos capital humano de qualidade, não podemos considerar que o País chegou ao século 21."
Eduardo Giannetti está lançando seu novo livro, "A Ilusão da Alma - Biografia de uma Ideia Fixa" (Companhia das Letras.) "A Ilusão da Alma" é o relato em primeira pessoa de uma perturbadora conversão filosófica. Após a retirada de um tumor cerebral que o deixa parcialmente surdo, um jovem professor de literatura, especialista em Machado de Assis, isola-se do mundo e passa a viver, entre livros e livros, absorvido por uma paixão intelectual: o estudo da relação entre o cérebro e a mente. Você poderá ler um trecho do livro e ver um vídeo do autor, clicando neste link da Companhia das Letras.
"O País ainda não acordou para a gravidade da nossa deficiência de capital humano. Quando o aluno brasileiro do ensino médio participa do principal teste comparativo de avaliação internacional - o Pisa, conduzido pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico - e fica em 54º lugar entre 57 países, isso alarma. Quer mais um? Cerca de 53% do eleitorado em 2010 não tem o ensino fundamental completo. Enquanto não tivermos capital humano de qualidade, não podemos considerar que o País chegou ao século 21."
Eduardo Giannetti está lançando seu novo livro, "A Ilusão da Alma - Biografia de uma Ideia Fixa" (Companhia das Letras.) "A Ilusão da Alma" é o relato em primeira pessoa de uma perturbadora conversão filosófica. Após a retirada de um tumor cerebral que o deixa parcialmente surdo, um jovem professor de literatura, especialista em Machado de Assis, isola-se do mundo e passa a viver, entre livros e livros, absorvido por uma paixão intelectual: o estudo da relação entre o cérebro e a mente. Você poderá ler um trecho do livro e ver um vídeo do autor, clicando neste link da Companhia das Letras.
6.10.10
5.10.10
A menos pior

Um eleitor chega numa loja de bebidas e pede a sua cerveja favorita
e o balconista o informa que acabou este produto
e o mesmo lhe oferece outras duas de marcas inferiores e duvidosas.
Ele poderia ir à loja ao lado, mas aceita a menos pior.
É assim que age o eleitor na hora de votar. Alguma dúvida?
É assim que age o eleitor na hora de votar. Alguma dúvida?
Só voto se acreditar no candidato e não no menos pior.
http://klictossan.blogspot.com
Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.
Voltaire
3.10.10
A origem do CHIADO carioca, segundo Aloisio de Almeida Prado
JUNOT E O CHIADO CARIOCA
O General Junot era um dos homens de confiança de Napoleão, com ele combateu na Itália, Egito, Áustria, Rússia e Península Ibérica. Para nós, brasileiros, e em particular para os cariocas, Junot deixou rastros, como comandante das tropas napoleônicas ele invadiu Portugal em novembro de 1807, com um punhado de soldados fragilizados pelos rigores climáticos e topográficos da caminhada pelo norte da Espanha.
Apavorada, a família real portuguesa e sua corte, um vasto cordão de puxa-sacos, deram no pé e com a cobertura de navios ingleses, fugiram para o Brasil. Isso todos sabemos.
Agora, explico minha tese: nas minhas andanças por esse mundo sem porteiras, notei que o lisboeta tem uma maneira diferenciada de falar o português, diferente do restante do país. Eles chiam. Os érres e os ésses. Não sei porquê, avalio que deve haver influência árabe, que por lá ficaram mais de seis séculos.
A corte, toda vinda de Lisboa, chiando, invadiu o Rio de Janeiro em 1808. Eram seis mil portugueses bem aculturados, chegando numa cidade de cinquenta mil cariocas incultos e analfabetos, a metade escravos.
Vocês pode imaginar a forte influencia cultural que o Rio sentiu e os cariocas começaram também a chiar, aí está minha explicação para essa maneira gostosa e sensual dos cariocas falarem nosso idioma.
E Junot, prevendo tudo isso, ficou louco, louco mesmo: suicidou-se em 1813, jogando-se de uma janela...
Postado por Aloisio de Almeida Prado aqui
Apavorada, a família real portuguesa e sua corte, um vasto cordão de puxa-sacos, deram no pé e com a cobertura de navios ingleses, fugiram para o Brasil. Isso todos sabemos.
Agora, explico minha tese: nas minhas andanças por esse mundo sem porteiras, notei que o lisboeta tem uma maneira diferenciada de falar o português, diferente do restante do país. Eles chiam. Os érres e os ésses. Não sei porquê, avalio que deve haver influência árabe, que por lá ficaram mais de seis séculos.
A corte, toda vinda de Lisboa, chiando, invadiu o Rio de Janeiro em 1808. Eram seis mil portugueses bem aculturados, chegando numa cidade de cinquenta mil cariocas incultos e analfabetos, a metade escravos.
Vocês pode imaginar a forte influencia cultural que o Rio sentiu e os cariocas começaram também a chiar, aí está minha explicação para essa maneira gostosa e sensual dos cariocas falarem nosso idioma.
E Junot, prevendo tudo isso, ficou louco, louco mesmo: suicidou-se em 1813, jogando-se de uma janela...
Aprofundamento da Democracia - Veja o vídeo e dê sua opinião!
Contribuição ao G1
Afinal, por que não instalar em Brasília um placar, onde o povo pudesse votar via internet em cada matéria que está sendo discutida no congresso. Embora esses votos não tenham valor real, mostrarão a posição da parcela do povo interessada em se manifestar sobre a matéria em questão.
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