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4.3.13

Pororoca, Surf na Selva


A palavra Pororoca vem do termo poroc poroc que significa “destruidor, grande estrondo”, no dialeto indígena do baixo Amazonas. Ocorre na mudança das fases da lua, principalmente nos equinócios; luas Cheia e Nova. 



O choque das águas do rio e do mar tem uma força tão grande que é capaz de derrubar árvores e modificar o leito do rio. (veja imagem ao lado). O barulho ensurdecedor ouve-se até com uma hora de antecedência. É de assustar, não só de ouvir, mas de vê também. As ondas chegam a 5 metros de altura e com velocidade de 40km/h.

A Pororoca manifesta-se no Amapá, Pará e Maranhão. Fenômeno idêntico observa-se em muitos rios do mundo: França (Mascaret), Inglaterra (Cager), Alaska (Turnagain) e China (os chineses chamam de Black Dragon). 

Serginho Laus & Equipe Surfando na Selva
Um dos percussores do surf na pororoca, Serginho Laus – atual recordista mundial homologado pelo Guinness Book, formou uma equipe com os melhores profissionais (pilotos, cinegrafistas, fotógrafos, surfistas, práticos, cozinheiros...) para expedições na pororoca. 

O explorador e aventureiro batizou então a equipe de: Surfando na Selva”. O grupo visa coordenar ações ordenadas na pororoca, difusão da consciência ecológica e organiza expedições com grupos de surfistas, turistas, produtoras e equipes de jornalismo para conhecer e sentir o famoso encontro das águas. Iniciativa que só demostra o amor e respeito por este fenômeno e pela natureza.


Segundo uma definição corrente, o que se surfa é a face da maré, uma área que fica especialmente surfável nas luas cheia e nova, em média durante cinco dias, um antes e três depois da lua plena.

Com o surf de hora marcada, Laus desenvolveu uma estrutura para receber quem quiser viver a experiência. Barco, bote, voadeira, jet ski e uma equipe especializada transformaram em turismo o que antes era uma aventura incerta. Segundo ele, um surfista que saiba fazer a linha de uma onda e desviar de eventuais galhos e plantas está habilitado.

Ao longo dos cerca de 15 km que a onda avança rio adentro, ela varia de 0,5 m a 5 m, corre pra margem ou pro meio, fica cheia ou tubular. Laus ao longo de mais de 10 anos de dedicação, surfa estas ondas por mais de 40 minutos, de maneira extraordinária. (imagem acima - ribeirinhos atravessam a pororoca).


O fenômeno da Pororoca
O fenômeno da pororoca ocorre por causa da forte influência que o sol e a lua exercem, ao mesmo tempo, sobre os oceanos neste período do ano, fazendo com que as correntes marítimas provoquem fortes ondas nos rios. 
Festival de São Domingos do Capim, evento que atraiu dezenas de surfistas para o Rio Capim, em São Domingos, nordeste do Pará, todos os anos na primeira quinzena de março. Eles vêm de vários municípios do Pará, de outros Estados e até de países da Europa e América do Norte. Todos com um único objetivo: surfar na onda de rio durante o Festival da Pororoca.
Surfistas pegam uma onda de maré gigante no Rio Amazonas, perto da cidade de São Domingos do Capim. Centenas de surfistas visitam o maior rio do mundo durante os meses de março e abril, quando as ondas gigantes (as famosas "pororocas") avançam centenas de quilômetros rio acima. (Imagem acima) 
Veja tudo isso e muito mais, neste vídeo de Sergio Laus.


Fonte:
MGM Surf
Portal Amazônia

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