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14.3.13

Manoel de Barros, Poeta Lavrador que Colhe do Chão as Palavras.


Vamos hoje ter um pouco mais de Manoel de Barros, já tínhamos tido sua presença antes em Frases do Autor de "Não Preciso de Fim Para Chegar"agora o "poeta lavrador que colhe do chão as palavras", retorna para nos alegrar com sua poesia. Poeta contemporâneo  morando ali no Mato Grosso, escreve e participa ativamente do mundo literário. Ganhador de vários prêmios, mas pessoa simples e forte, como a terra.


No Jornal de Poesia, Carlos Augusto Viana, discorre sobre este magnifico escritor, de maneira apaixona, e não é paixão fácil não. Manoel teve como influência, a poesia de Oswald de Andrade, Rimbaud e de toda a obra do Padre Antonio Vieira, Borges, Guimarães Rosa, Quevedo e Strindberg.  Com influências assim não tem como não cair de paixão após conhecer a poesia de Manoel de Barros. Acompanhe trecho sobre o poeta, nas palavras de Carlos Augusto Viana.
O trabalho de Manoel de Barros, trata-se, portanto, de uma poesia intrigante, desafiadora e, sobretudo, inaugural. Seus livros já antecipam a estranheza poética nos próprios títulos, tais como: ´Poemas concebidos sem pecados´ (1937), ´Face imóvel´ (1942), ´Compêndio para uso dos pássaros´ (1961), ´Gramática explosiva do chão´ (1969), Arranjos para assobio´ (1983), ´livro de pré-coisas´ (1986), ´O guardador de águas´ (1989), ´O livro das ignorãças´ (1993), ´Livro sobre o nada´; (1996), ´Retrato do artista quando coisa´ (1998), dentre outros. Percorrermos, assim, um dos múltiplos caminhos desse poeta lavrador que colhe do chão as palavras.

Saiba Mais Sobre Manoel de Barros.

  • Manoel Wenceslau Leite de Barros (Cuiabá MT, 1916). Publicou seu primeiro livro de poesia, Poemas Concebidos Sem Pecado, em 1937. Formou-se bacharel em Direito no Rio de Janeiro RJ, em 1941. 
  • Nas décadas seguintes publicou Face Imóvel (1942), Poesias (1946), Compêndio para Uso dos Pássaros (1961), Gramática Expositiva do Chão (1969), Matéria de Poesia (1974), O Guardador de Águas (1989), Retrato do Artista Quando Coisa (1998), O Fazedor de Amanhecer (2001), entre outros. 
  • A partir de 1960 passou trabalhar como fazendeiro e criador de gado em Campo Grande MS. Ao longo das décadas de 1980 e 1990 veio sua consagração como poeta. 
  • Em 1990 recebeu o Grande Prêmio da Crítica/Literatura, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte e o Prêmio Jabuti de Poesia, pelo livro O Guardador de Águas, concedido pela Câmara Brasileira do Livro. 
Manoel de Barros é um dos principais poetas contemporâneos do Brasil. 
  • Em sua obra, segundo a crítica Berta Waldman"a eleição da pobreza, dos objetos que não têm valor de troca, dos homens desligados da produção (loucos, andarilhos, vagabundos, idiotas de estrada), formam um conjunto residual que é a sobra da sociedade capitalista; o que ela põe de lado, o poeta incorpora, trocando os sinais".
A Cara é super, hã de concordar. Até breve com mais Manoel de Barros.

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