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Este blog foi criado num Domingo chuvoso daí www.domingoamigo.blogspot.com/!

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27.1.13

Editorial da Folha de S. Paulo

Apesar de algumas iniciativas louváveis, como a redução de juros e de alguns impostos e tarifas públicas, a marca da presidente não é o de um governo de visão ampla e compreensão profunda dos problemas, mas a do improviso recorrente, do malabarismo de medidas heterodoxas, do equilíbrio politicamente enviesado da economia.Editorial da Folha de S. Paulo

25.1.13

Vamos falar de sexo




Por mais que se tente exprimir uma áurea libertária, falar de sexo, na sua forma bruta, é ainda um dos grandes tabus da sociedade moderna. Cria-se em torno desse tema um invólucro impenetrável, salvo quando o sexo é discutido sobre o prisma do ato procriativo. É por isso que palavras como anal, oral, vaginal soam, para muitos, como algo imoral, já que o habitual é entrincheirar tais assuntos ao ambiente conjugal, geralmente entre aqueles que praticam o sexo considerado como “natural”. Não falo de amplificar as intimidades feitas em quatro paredes, mas de explorar essa questão antes de encapsulá-la em quartos de casas ou de motéis, para que as pessoas sejam guiadas pela naturalidade desse tema e não por meros discursos dogmáticos que só servem para anular nossos desejos mais humanos.


A polêmica começa quando o foco da questão toca na prática do sexo oral. A boca não pode servir para outros fins, além daqueles convencionais como cantar, comer, falar e articular palavras. Então, quando lhe é facultado o direito de subverter esse sistema, as pessoas criam uma atmosfera de ojeriza, repugnando aqueles que ousam usar a boca como instrumento sexual. Nesse sentido, o preconceito obscurece mais do que um possível recato de alguns indivíduos. A pressão exercida por uma educação, limitada quanto ao sexo, também impede que se conheçam outras formas sexuais prazerosas. Ou seja, se em casa, na escola, o sexo fosse tratado de forma plural, sem limitações, naturalizava-se essas e outras questões sobre ele e, possivelmente haveria menos desconhecimento e aversão a sua prática.



Logo, o sexo oral é sem dúvidas uma das sensações mais saborosas, no sentido lato da palavra, que um casal pode desfrutar nas preliminares. A boca, então, desnuda-se do convencional e percorre o corpo do outro, degustando-o, como se a língua se personificasse numa bússola em busca do elo perdido, de uma ilha onde tudo é permitido, inclusive sentir prazer; e não há nada de desonroso nisso, pelo contrário. Também não é pecaminoso querer dar prazer à pessoa de quem tanto gostamos, ou receber dela reciprocamente. Tanto o homem quanto a mulher devem e merecem se despir de qualquer bloqueio que os impeçam de se sentiram bem sexualmente. Nessas horas, a frase de Lulu Santos, “vamos nos permitir”, é a mais apropriada.

Limitado também é o debate em torno do sexo anal. Visto de forma pejorativa, ele é usado como ferramenta de ofensa, frequentemente em palavrões, para inferiorizar determinadas pessoas ou simplesmente desqualificá-las. Acontece que a sua prática é uma das mais prazerosas do ato sexual. Quem praticou, ou pratica, sabe muito bem disso, e quem ainda não o fez tem uma imensa vontade de violar essa parte do corpo, de conhecer a sensação que ela pode oferecer. Infelizmente, o preconceito ainda é o principal obstáculo para que o prazer nessa região se concretize. Isto porque alguns nutrem um certo nojo em torno do ânus, geralmente pautado no argumento de que ele é apenas uma via de saída. 

De fato, é incontestável essa afirmação biológica, mas para os prazeres humanos, os limites do corpo podem ser ultrapassados, ou, no mínimo adaptados, claro que com os devidos cuidados e com as pessoas certas. Devido a sua popularidade, o sexo anal tem sido praticado amplamente nas relações sexuais. Homens héteros, convictos da sua sexualidade, já se permitem acariciar nessa região, possibilitando conhecer sensações novas na cama. As mulheres também são adeptas, ora por curiosidade, ora para fantasiar junto a seu companheiro (a). Evidentemente que a prática maior ainda é dos homossexuais masculinos e, por isso, o preconceito acaba impedindo que outras pessoas desfrutem desse prazer. Portanto, a sexualidade de ninguém será maculada por causa de um toque, uma carícia ou qualquer coisa do gênero. Para se realizar sexualmente devemos abandonar a palavra preconceito e abraçar outra chamada entrega.


Entrega esta que não precisa necessariamente do outro para que se realizem as nossas fantasias. Às vezes, nós mesmos conseguimos nos realizar apenas conhecendo o próprio corpo, desvendando seus mistérios, suas zonas erógenas. Para isso, dar-se o nome de masturbação, a qual também não escapa do crivo dos moralistas e preservadores das “boas condutas sexuais”. Muito comum entre os homens, seja por uma questão biológica, seja por uma imposição machista-social, ela vem aos poucos se popularizando entre as mulheres. Sim, elas também se masturbam, não com a mesma popularidade, acredito, mas com a mesma intensidade de prazer, quiçá maior. Mesmo com toda a discriminação em torno delas sobre tal liberdade, seria ignorância da nossa parte coibir delas o direito de buscar o prazer através dessa prática. Masturbar-se é saudável para eles e para elas e ainda oferece, na dose certa, os alívios necessários para aqueles que não possuem parceiros (as) fixos (as).

O problema é que, nesse sentido, a masturbação, o sexo oral, anal e até mesmo o vaginal descompromissado, causam o repúdio de muitos conservadores, sobretudo daqueles ligados a segmentos religiosos Cristãos. É tradicional, então, perpetuar a ideia antagônica do sexo com fim meramente reprodutivo, como se o prazer em torno dele se condensasse a gerar uma nova vida. É inegável que fecundar um novo ser está entre os prazeres das relações sexuais, porém, não engloba a totalidade desse ato. As pessoas anseiam por sexo, necessitam dele e mesmo não sendo de importância vital, já que existem alguns que se intitulam como assexuados, praticá-lo é essencial, sobretudo para que o ser humano se sinta bem, e possa desempenhar o seu papel como animal de sua espécie, independente se irá ou não perpetuar uma nova vida. Essa visão reducionista nutrida por muitos é, infelizmente, resultado de uma cultura anacrônica, a qual insiste em reduzir o prazer humano na procriação, como se fôssemos seres autômatos.


                             
O que acontece, na verdade, é que o sexo é muito mais do que apenas um instrumento de fabricação de novas espécies humanas. As pessoas buscam na cópula as sensações que só o outro pode proporcionar. O cheiro, o beijo, o toque, a penetração, a boca naquilo e aquilo na boca. Labaredas humanas a queimar seus desejos, sem medos nem pudores. Pessoas livres, ou vivendo momentos de liberdade, instantes únicos onde às convenções, os dogmas e os princípios desocupam seus corpos e dão lugar a paixão, em todo o seu esplendor. E mesmo que muitos encarem isso de forma desonrosa, desavergonhada ou imoralizada, nada mais é do que o humano que habita em cada um de nós em busca de uma liberdade que é possível, basta apenas se desprender das garras do preconceito e se entregar ao sexo, este que é, indubitavelmente, um dos mais intensos prazeres das nossas vidas. 

23.1.13

Porque eu sou velho...




Eu não sou mais como antes. Na verdade ninguém é. O tempo se encarrega de nos mudar, mas não nos prepara para tal mudança. Lembro-me vagamente da minha tenra idade. Recordo muito pouco do fulgor da minha maioridade e esqueço constantemente da minha idade atual. Esse desconcerto indica alguma coisa, porque eu sou velho...

Meu corpo costumava ser ágil, com movimentos rápidos e precisos. Agora ele anda devagar, calculado, cauteloso e impreciso, contando sempre com a participação alheia para ajudá-lo e auxiliá-lo a fazer até as mais íntimas necessidades humanas. Preciso de amparo, porque eu sou velho...

Minha visão era tão aguçada como a das aves de rapina. Conseguia ver a minha presa a léguas de distância, geralmente moças faceiras a passear pelas praças no fim do dia, enfeitiçando homens astutos como eu com seu charme e simpatia. Porém, já não consigo enxergar grandes nem pequenas presas. O rosto dos meus parentes e amigos também me parece estranho, deformado, como se suas faces tivessem perdido as formas originais. Até as minhas vistas não são mais como eram, porque eu sou velho...

Minha voz também está diferente. Antes, arriscava cantarolar algumas liras. Às vezes Jobim, outras Vinícius, mas sempre o que havia de melhor no meu Brasil. Infelizmente, ela também me deixou e em seu lugar ficou essa voz trêmula, como se fossem trilhos descarrilados, e que só me serve hoje para articular palavras, poucas e confusas palavras. Perdi o direito de me expressar, porque eu sou velho...

Meus cabelos me envaideciam de orgulho. Cheios, lisos e luminosos, eles adornavam minha cabeça e fortaleciam o Sansão que havia em mim. Hoje no seu lugar restou uma límpida careca que de tão lisa é capaz de reluzir o azul do céu. Sinto falta da minha cabeleira robusta, e sem ela fui perdendo as poucas faíscas de vaidade que me restavam. Sem capilar, acabei enfraquecendo, porque eu sou velho...

Minha pele viçosa esbanjava sensualidade. Meus músculos, de tão simétricos que eram, poderiam ser capazes de matar de inveja os modelos parnasianos. Homens se inspiravam neles, mulheres sonhavam em tocá-los, possuí-los. Sempre dizia que Caetano Veloso se inspirou em mim para compor “Menino do Rio”. Não era pretensão de minha parte, mas orgulho da virilidade do meu corpo, mas agora tudo desapareceu e no lugar deles ficou essa pele flácida, dominada pela gravidade e enfeitada de manchas e rugas, porque eu sou velho...

Meus ossos doem, meus dentes não mastigam como antes, dos poucos que restaram. Tenho problemas cardíacos e pulmonares herdados de uma má alimentação, cigarros e bebidas, consumidos deliberadamente durante anos a fil. Tudo isso tem sentenciado a minha existência a implacável morte. Ela que tarda, mas não falha, e no meu caso não haverá margem de erro, porque eu sou velho...

Minha vida, mesmo estando no fim, não foi ruim. Vi lindas coisas. Conheci pessoas queridas que passaram rápidas ou de forma marcante pela minha história. Tenho uma família linda que sempre esteve comigo e nunca pensou em me abandonar. Tive as paixões que quis. Amei e fui amado, quis e fui querido, realizei e fui realizado e posso desfrutar de tudo isso com uma nostálgica alegria, porque eu sou velho...

Minha experiência de vida me garantiu esse presente. O de olhar para trás sem arrependimentos, amarguras ou tristezas. Nada foi errado, nada foi em vão. Tudo tinha que ser como foi e por isso estou aqui para contar tudo, sem vergonha e sem mudo. De todas as coisas que vivenciei posso hoje aconselhar os mais novos, mostrar-lhes os melhores caminhos e servir de modelo para eles, porque eu sou velho...

Meus sentidos também mudaram. Mesmo com as deficiências da idade, sou capaz de contemplar coisas bem simples como o dia, o doce orvalho da manhã, o voo dos pássaros. Sentir prazer com o vento no rosto, com a salinidade refrescante da brisa do mar. Tudo isso me comove, chama a minha atenção e me faz bem, mais tão bem que eu mal consigo acreditar que não fui capaz de perceber isso antes, mas isso é porque eu sou velho...

Minha pressa de antes deu lugar ao delicado devagar de hoje. Não corro, caminho. Não avanço, espero. Não ultrapasso, passo. A lentidão do meu caminhar me deixa ver tudo, fazer, captar cada sutileza, cada feição, mesmo que a minha visão tente aos poucos me abandonar. Deixei de ser a lebre para virar a tartaruga. E, com isso, deixei de perder e comecei a ganhar, porque eu sou velho...

Minha velhice me ensinou que o tempo é capaz de tirar muitas coisas de nós: saúde, juventude e até mesmo a vida. Porém, os nossos sonhos permanecem, a vontade de viver intensamente resiste, e o desejo de amar continua mais vivo do que nunca. Posso não ter mais o vigor dos meus vinte e poucos anos, mas continuo com a mesma garra de antes. A minha necessidade de fazer a vida valer a pena ser vivida só aumentou e mesmo que a morte encontre a minha porta, neste dia eu direi a ela que pode esperar um pouco mais, até que meu recado seja plenamente dado, porque eu sou velho...mas ainda estou vivo.

DEVOTOS DA SEITA LULOPETISTA

Blog do Augusto Nunes
Quando Lula agarra um microfone, os plurais saem em desabalada carreira, a gramática se refugia na embaixada portuguesa, a regência verbal se esconde no sótão de um casarão abandonado, o raciocínio lógico providencia um copo de estricnina (sem gelo) e os dicionários se apavoram com a iminência de outra selvagem sessão de tortura.
Já no primeiro parágrafo, os brasileiros que não tratam o idioma a socos e pontapés ficam pálidos de espanto ou vermelhos de vergonha. Menos os devotos da seita lulopetista.

17.1.13

Querida Presidente




Eu queria uma conversa franca, coisa de olho no olho. Queria fazer umas poucas perguntas. Deixe a dureza e a importância do seu cargo de lado e se porte com uma qualquer, como uma pessoa normal, como se não houvesse diferenças entre nós. E me olhe nos olhos, pois a verdade pode ser dita pela boca, mas é vista mesmo é pelos olhos.
 Não te dá calafrios quando o fogo destrói o que muita gente sofrida construiu? O que você diria se fosse você a ficar sem um lar? Você já se sentiu sozinha? Você está sozinha? Você é sozinha?    
Como se sentiria se fossem os seus filhos os desprotegidos do carinho de um pai?
Seu estômago não dói sabendo que tanta gente não possui o que comer?
É certo a gente se trancar dentro de casa enquanto quem está solto não merece liberdade? É certo termos o direito violado e o dever obrigado?
Querida Presidente, como você consegue erguer a cabeça e olhar para cada um de nós? O que você pede antes de dormir? Para quem você pede proteção nas suas rezas? Você têm fé? Você acha que a gente têm fé? Temos, e é a única chance de sobreviver, quando até a esperança morre.
Por que pessoas do mesmo sexo não podem adotar uma criança e dar a ela o conforto e o carinho que ela espera como se essa espera não houvesse fim?
Por que a violência ainda incide sobre os gays? Amar é tão normal.
O que você pede a Deus? 
Você já ficou com fome? Com sede? Já tentou livrar-se de um vício? Já se sentiu ameaçada só por ter pele escura?
Ah, Querida Presidente, você nunca me olharia nos olhos dizendo a verdade.

(Rosseane Ribeiro)

Frases do Autor de "Não Preciso de Fim Para Chegar".

Desde o Histórias da Unha do Dedão do Pé do Fim do Mundo, me encantei com Manoel de Barros. Durante o fazimento do artigo, pensei em fazer outro com frases deste ilustre Poeta cuiabano, com passaporte carimbado com vistos da Terra. Não só a Terra planeta, mas a terra chão, coisa ali próximo dos pés, "do chão e do pequeno". Figura fácil de amar, só de vê o sorriso. 
Acabei mudando de ideia, e resolvi então, incluir às frases - extraídas do Manoel de Barros - Trechos e Frases, e também algumas linhas de seus 96 anos de vida, obras e prêmios. 
Não gostei porque ficou extenso, e reduzi o texto para o que você lê agora. O excesso dará corpo ao terceiro artigo, mais a frente. Assim, aguardem outros Manoel de Barros virão.
Manoel Wenceslau Leite de Barros nasceu em Cuiabá (MT) no Beco da Marinha, beira do Rio Cuiabá, em 19 de dezembro de 1916. Ainda novo, foi morar em Corumbá (MS) e mais tarde no Rio de Janeiro, onde estudou Direito. Viajou pela Bolívia e Peru, morou em Nova York, captou em cada um dos lugares por onde passava um pouco da essência da liberdade, que aplicaria em suas poesias. 
Tinha um ano de idade quando o pai decidiu fundar fazenda com a família no Pantanal: construir rancho, cercar terras, amansar gado selvagem. Nequinho, como era chamado carinhosamente pelos familiares, cresceu brincando no terreiro em frente à casa, pé no chão, entre os currais e as coisas "desimportantes" que marcariam sua obra para sempre. "Ali o que eu tinha era ver os movimentos, a atrapalhação das formigas, caramujos, lagartixas. Era o apogeu do chão e do pequeno."
Atualmente Manoel de Barros mora em Campo Grande (MS). É advogado, fazendeiro e poeta.
Fonte:

16.1.13

Poesia e Direito em Cordel

Poesia e Direito trás hoje uma sentença escrita em forma de poesia proferida por José de Ribamar de Castro Ramos, conhecido como Dr. Baial Ramos. Juiz na época do ocorrido, hoje aposentado é empresário na cidade de Barreirinhas, Maranhão. A sentença surgiu do julgamento de Vanderlei Teixeira Batista que matou com dois tiros e uma punhalada no peito José Vieira da Silva, taxista que trabalhava a noite e transportava o acusado entre as cidades de Imperatriz e Açailândia, na noite de 4 de abril de 1993. O taxista deixou filhos, esposa e um Corcel II que lhe servia de escritório. 
A sentença, que recebeu o título de “Vistos etc.”, assinada pelo juiz da 2ª Vara Criminal, José de Ribamar de Castro Ramos, encerra o processo de número 78/93. “Vistos etc.” é uma decisão judicial peculiar porque não há registro anterior de outra que tenha sido proferida em versos no estado. 

15.1.13

Selinho!!!

Muito obrigada pelo selinho!!!  Ganhei do blog Simplesmente Júh da minha amiga Juliana Brito.

Regrinhas - Nomear 15 seguidores;
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Indicações: Blog: TideMonteiro Blogger 
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Gosto : Meu Amor Minha Casa Livros Meu Negão Filmes Pessoas Chuva

14.1.13

O que é Angina??

O termo angina vem do latin angere e significa "sufocar". Problema geralmente associado à aterosclerose.  A angina é uma dor ou desconforto no peito causada pela diminuição do fluxo de sangue no coração. Geralmente está associada à doença arterial coronariana (ou aterosclerose), podendo se manifestar de forma súbita ou recorrente. No formato de perguntas e repostas, vamos saber um pouco mais sobre este sintoma que acomete muitas pessoas.

13.1.13

Praias Onde Estive: No Pará Elas São Lindas Demais!!!

Nas minhas andanças de férias meu destino sempre foi praia. Um praia bem ali, ou lá longe. Não importava, o lugar. Vento do rosto, água salgada ou doce, com dunas ou lagoas, do outro lado da rua ou quilômetros dentro da cidade. Lá ia eu e o protetor solar. Como não sei nadar e não gosto de aglomeração, tenho preferência por praias distantes,  com certa estrutura, mas ligeiramente selvagem. Só para satisfazer meu espirito aventureiro. Trago aqui algumas dessas praias maravilhosas que tive a oportunidade de conhecer. Visitei e recomendo que visitem também.
O Pará, na costa Atlântica oferece aos moradores e visitantes um lista variada de praias. Muitas com estrutura hoteleira e pequenas pousadas que abrigam aventureiros, famílias e casais. Ao longo de um extenso litoral, as praias do Pará atraem muitos turistas, da região amazônica principalmente, e oferecem cenários paradisíacos.
Praia de Atalaia, Salinópolis (Salinas).
Algumas das praias mais procuradas do Pará ficam localizadas na estância de veraneio de Salinópolis.
São praias oceânicas, bastante extensas e com boa infra-estrutura turística. 
Praia do Farol Velho, Salinópolis (Salinas).
"Nessas praias você estaciona o carro, e pede um barraca, um balde de cerveja e uma porção de frutos do mar. Dependendo da maré, hora você sobe a praia, ora você desce. Com barraca e tudo."

Alter do Chão, localizada na cidade de Santarém, é conhecida como o Caribe Brasileiro, e já foi eleita pelo jornal inglês The Guardian a mais bela praia do Brasil. O título é justo. As praias de Alter do Chão têm areias branquinhas e a água doce e cristalina do Rio Tapajós. É lindo! 
Praia de Alter do Chão, Santarém.
"O luau de final de ano é super dez. De dia, você desce para praia pede uma mesa, de preferência dentro d'água e peixe assado na brasa acompanhado de pirão e sucos naturais."
Localizada a 70 km de distância do centro da capital, Bélem, Mosqueiro possui 17 km de praias de água doce com movimento da maré. O nome "Mosqueiro" é originário da antiga prática do "moqueio" do peixe pelos indígenas tupinambás que habitavam a ilha. Praia do Chapéu Virado, Mosqueiro.
"Aqui você pode ir a praia a  qualquer hora. De manhã para caminhar, de tarde para ver o por do sol, e a noite para namorar. Em qualquer uma delas pode tomar banho também."
Algodoal, a 179 km de Belém, é uma ilha onde não circulam automóveis e cujo sugestivo nome original, Maiandeua, que quer dizer Mãe da Terra, já indica o lugar tranqüilo e selvagem, com praias que estão entre as mais belas do estado. 
Praia da Princesa, Algodoal (Maracanã).
"Minha preferida, nessa a rotina é praia de manhã, a tarde aquela soneca depois do almoço, na varanda da pousada, e a noite  Mestre Verequete, com o bailado do carimbó. Afinal ninguém é de ferro."

Bragança possui um dos maiores manguezais do mundo e belas praias, como Ajuruteua, vila a aproximadamente 36 quilômetros de distância.
Praia de Ajurudeua, Bragança.
"De manhã, praia, a tarde agradecer por tanta beleza, e a noite dormir, pois o vento frio do mar te empurrar para as cobertas."
Localizada no nordeste paraense a 160 km da capital. A praia de Marudá é a atração do distrito de Marudá, no litoral paraense. Com cerca de 1200 metros, a praia de Marudá fica cheia durante a alta temporada. 
Praia de Marudá, Marapanim.
"Depois de curtir a praia o dia todo, a noite tem festa de forró e dance, nas danceterias locais. No dia seguinte, reserve hora para ver os pescadores colorem ou tirarem as redes."
Todas com acesso de carro, e como disse antes, serviço de hotel e pousadas. Algumas muito simples, e outras para gostos maias exigentes, como hotéis cinco estrelas em Santarém e Salinópolis. Tem posto de saúde e policial perto. Feira de artesanato, igreja, mercado e algumas tem estação rodoviárias próximas.
Se estiver em algumas dessas praias, aproveite. É bom demais!!!! Tenho lembranças até hoje. Se não, planeje ir. Os preços são bons tanto de alimentação como hospedagem. Você vai gostar. Tudo é uma preguiça só. Gente bonita, gente hospitaleira, festas, praia, família, boa comida, cerveja gelada, e claro, o protetor solar. 
Fonte: Brasil Azul  Imagens Google Paratur

12.1.13

Suplemento Mineral Para Combate à Anemia.

O Brasil, com índices tão elevados de anemia entre crianças e mulheres, precisava de algo neste sentido. A Fapesp - Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo, esta apoiando a pesquisa de desenvolvimento de um suplemento mineral que combaterá esta deficiência, presente principalmente na população de baixa renda. A Buymazon abre espaço no blog para tratar de assunto tão importante para todos nós, levando dados e informação. 

Agência FAPESP– No prazo de cinco anos, um suplemento mineral, produzido a partir de matérias-primas de alta disponibilidade e baixo custo, poderá contribuir para que sejam supridas as necessidades de ferro de quem carece desse nutriente.
O potencial do novo produto é uma das aplicações possíveis de um projeto de pesquisa recém-concluído por Maria Teresa Bertoldo Pacheco e sua equipe, do Centro de Química de Alimentos e Nutrição Aplicada do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), com apoio da FAPESP. (detalhes da pesquisa)
O conjunto dos potenciais beneficiários é extremamente vasto. No Brasil, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 21% das crianças com até 5 anos, 43% das gestantes e 23% das mulheres em idade fértil (que sofrem depleção periódica do nutriente devido à menstruação) possuem algum grau de deficiência em ferro.
“Testamos duas matérias-primas abundantes e baratas: o soro de leite e as leveduras de cana-de-açúcar (Saccharomyces cerevisae). As proteínas de uma e de outra fonte foram hidrolisadas, isto é, ‘clivadas’ ou ‘cortadas’, com diferentes enzimas”, disse Pacheco.
Por José Tadeu Arantes
Para saber mais click aqui.
Fonte: Fapesp

11.1.13

Sociedade Anônima




Faz mais ou menos um ano quando eu postei um texto intitulado “Eu não gosto de gay, Eu odeio gay”. Nele há uma discussão muito pertinente sobre a atmosfera dos homofóbicos e como estes brutamontes enxergam a homossexualidade. Desde quando foi publicado, este post recebeu alguns comentários anônimos de pessoas, na sua maioria contra a minha postagem, expondo xingamentos e ofensas diversas. Não tenho problema em ler críticas negativas, desde que construtivas, sobre meus textos, mas o que me chamou atenção foi o número de pessoas anônimas que comentaram este e outros tantos textos meus sobre assuntos ligados ou não à temática gay. Percebi que o anonimato tem criado comentaristas violentos, os quais utilizam da obscuridade para rechaçar posts da blogosfera que tratam de temas polêmicos. O que ficou claro, então, para mim é que isso é uma tática para silenciar aqueles que, como eu, ousam em tocar em certas discussões, consideradas como verdadeiras feridas para algumas pessoas.

Numa sociedade em busca de flashes e rodeada de holofotes é contraditório encontrar pessoas revestidas pelo manto do anonimato, de modo que o anônimo vem se tornando um sujeito emblemático, dividido em polos bem distintos. Antes, o indivíduo clássico que denunciava ladrões e assassinos e, consequentemente ajudava o poder público a prender tais malfeitores. Eles que eram verdadeiros justiceiros em benefício do povo, que através de ligações anônimas, contribuíam para uma sociedade mais segura. Hoje, porém, os anônimos são os difusores da violência seja na vida social ou cibernética. Ou seja, o anonimato agora é uma arma de insegurança usada por pessoas maledicentes que se aproveitam da própria invisibilidade para atacar qualquer pessoa, a qualquer hora e lugar. Entre esses ambientes, a internet se tornou terreno fértil para essas pragas, visto que a possibilidade de se expor no escuro dá a estes indivíduos a chance de propagar a violência contida no interior deles em forma de comentários.

Penso que isso acontece porque há uma grande diferença entre os anônimos e os não anônimos: a necessidade de aparecer. A diferença é que enquanto estes tem a coragem de expor suas ideias, gostos e opiniões, aqueles usam a omissão de suas faces para agredir, caluniar, chantagear e até ameaçar pessoas, através de comentários perniciosos sobre determinados temas. Então, utilizam do anonimato para externar suas frustrações, raivas e limitações, pois esperam como isso a visibilidade necessária para serem vistos e, quem sabe, copiados. Por isso que eu os acho extremamente periculosos, uma vez que seus discursos podem ser absorvidos por pessoas tão ignorantes quanto eles e, posteriormente disseminados por essa sociedade controlada às cegas pela violência.

Na verdade, são pessoas recalcadas e incapazes de se expor como adultos, preferindo se esconder, ao invés de encarar certos assuntos de frente, com maturidade e inteligência. Por isso é que esses covardes inomináveis continuam a omitir seus rostos, pois não tem a coragem necessária para enfrentar os conflitos dentro de si mesmos. Isto porque, muitos deles são vítimas das próprias palavras que usam. Ou seja, quando um anônimo se utiliza de argumentos embrutecidos contra homossexuais, negros, mulheres, nordestinos e tantos outros temas polêmicos que são tratados na internet, possivelmente eles fazem parte de um ou mais grupos desses, considerados minoritários por essa sociedade segregada da qual vivemos. Logo, se entrincheiram dentre de si e começam uma guerra contra o outro, que na verdade vive dentre deles mesmos.

Não questiono a liberdade de expressão que cada ser humano possui no momento de expor suas visões de mundo, as quais delineiam nossas opiniões sobre inúmeros assuntos, mas acrescento que essa “liberdade” deve ser literal, ao ponto daquele que opinou, negativa ou positivamente sobre um dado tema, seja honesto o suficiente para mostrar sua face para o outro que está sendo atingido. Essa apresentação é necessária para que a outra parte tenha o direito de defesa, o qual é furtado por esses anônimos que adentram em sites, blogs, e tantos outros veículos por onde a opinião pode ser emitida, sem a hombridade de se mostrarem por completo. E a defesa da qual falo diz respeito à contra argumentação sadia entre o emissor do post e o comentarista, visto que a maioria dos anônimos são ignorantes, fundamentalistas e de vocabulário esdruxulamente vulgar, elementos que afetam o discurso desses indivíduos, os quais escrevem como se estivessem aplicando uma sentença.

Por mais “anônimos” que possam parecer esses comentaristas, suas identidades são facilmente descobertas através de algo que o anonimato ainda não foi capaz de esconder, os sentimentos. Pelos comentários, podemos traçar seus perfis como os de pessoas covardes, acostumadas a viverem nas sombras de si mesmas e das próprias limitações. Indivíduos egoístas que, por alguma ou várias razões, não se abrem para compreender a complexidade do outro, suas similaridades e diferenças. E, por fim, seres frustrados com a vida, com a própria vida, com o mundo e as escolhas que fizeram dele, frustração esta que obscurece o olhar e negrita à mente o direito de pensar. Talvez isso seja o reflexo de pessoas carentes de afeição e, sobretudo de respeito pelo outro, o qual é o único capaz de moldar uma película humanitária nesses “humanos” que se esquecem da sua condição humana em alguns momentos, agindo como verdadeiros aborígenes, ou pior, igualando-se aos animais irracionais.

Portanto, covardia, egoísmo e frustração são, a priori, os sentimentos negativos que podem ser detectados nesses invasores que nada de construtivo expõem para alimentar certos debates. Pelo contrário, só mostram o quão atrasada é a mente humana quando se trata de discutir de forma lúcida determinadas questões de ordem humanística e social. Enquanto isso, somos obrigados a conviver com essa sociedade anônima, a qual atua nas sombras e encontra nelas a válvula propulsora para exteriorizar a violência. Acontece que a bestialidade expressada por esses indivíduos não se limita apenas às palavras. Na verdade, elas são apenas o resumo de algo maior que vive dentro dessas pessoas sem identidade, a educação. Sem ela, acaba-se formando seres deselegantes, desumanos e lamentavelmente desinformados e essa carência de informação desemboca em algo muito conhecido e, infelizmente difundido por nós chamado de preconceito. 

Receita: Pudim de Cupuaçu.

Cupuaçu é uma fruta muito popular no norte do pais. Fruta muito cheirosa da família do cacau. Sua polpa carnuda, rica em vitaminas B, A e C, é muito usada para fazer sucos, cremes, bolos, geleias e doces em geral. 
A Buymazon já falou aqui de uma unanimidade entre os apreciadores da fruta: o Creme de Cupuaçu com Chocolate . Hoje trazemos a Receita de Pudim de Cupuaçu. Esperamos que gostem.

Ingredientes da Receita de Pudim de Cupuaçu

  • Polpa de um cupuaçu
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • 500g de açúcar
  • 4 ovos
  • ½ xícara de chá de farinha de trigo
Modo de Preparo: Pudim de Cupuaçu

  • Corte com a tesoura a polpa de um cupuaçu grande.
  • Leve ao fogo com bastante água até ferver. 
  • Coe e pese a polpa. Adicione o mesmo peso de açúcar. 
  • Leve ao fogo e mexa sem parar até dourar.
  • Retire do fogo e misture a manteiga. 
  • Deixe esfriar e misture os ovos e a farinha de trigo.
  • Leve ao forno em forma caramelada.
  • Desenforme ainda quente.

No site Receitas Típicas você encontra esta receita e outras delícias feitas com o cupuaçu. 
E é o site que informa que:  
Tempo de preparo: 1h 30min Rendimento: 10 porções Dificuldade: fácil

10.1.13

Os Dez Livros Mais Caros de Todos os Tempos.

Não é segredo que gosto de livros, e tenho paixão por eles desde criança. Minha mãe incentivava a leitura e comprava para mim pequenos livros e revistinhas em quadrinhos. Acho que assim não deixava ela maluca com minhas traquinagens. Embora ache que sempre fui comportada, mas ela afirma com categoria que eu era fogo na roupa. Então viva os livros!
Pesquisando sobre livros, encontrei este artigo dos dez livros mais caros do mundo. Dessa lista conhecia a Bíblia de Gutemberg, um outro com os croquis e projetos de Da Vince e um mais um com tratado sobre pássaros e plantas. E só. 

Entretanto me surpreendi com as raridades ainda existente mesmo com as pragas, incêndios e inundações nos lugares onde seus criadores foram nascidos. Surpreendeu-me mais ainda os valores que as pessoas endinheiradas estão disposta a pagar para dê-los. Confesso que devido a minha paixão eu faria tal loucura só para ter um desses tesouros pertinho de mim. 
Dizer entre os dentes com os olhos levemente cerrados, a na pontinha um sorriso malicioso: Meu precioooso! ... Ok, voltei, voltei ao texto.
Poder apreciar um exemplar bem conservado, e porque não vivo, resultado da mente criativa e genial de alguns ilustres humanos.
Como antes deixei escapar nas entrelinhas, sempre achei livros uma preciosidade, mas fiquei surpresa ao encontrar nesta lista verdadeiros tesouros da literatura mundial e do conhecimento do homem no universo da ciência, letras e arte. Você como eu vai ficar conhecendo livros que sozinhos valem mais que muitas fortunas por ai, bem como um único livro pode valer bem mais que seu peso em ouro.
São raridades guardadas por colecionadores a sete chaves, provavelmente chaves tão valiosas quanto os próprios livros. Veja por si só se não tenho razão no meu entusiasmo.

1. O Primeiro Livro de Urizen, William Blake - 2,5 milhões de dólares. Originalmente impresso em 1794, O Primeiro Livro de Urizen é uma das principais peças (e alguns dizem que o mais importante) das obras proféticas de Blake. Um apenas de oito exemplares conhecidos, sobreviveu e foi vendido em Nova York de Sotheby em 1999 por US $ 2,5 milhões para um colecionador particular. Imagina se encontram os outros sete? Se já não encontraram.
2. Os Contos de Beedle, o Bardo, J.K. Rowling - 3,98 milhões de dólares.
Antes um livro, destinado a ser um livro infantil nos mesmos moldes dos livros infantis como Harry Potter e as Relíquias da Morte, que tornou-se um best seller no mundo todo, este livro foi criado por JK Rowling em sete exemplares originais apenas, cada um manuscrito e ilustrado por Rowling. Seis foram dados a amigos e editores, mas, em 2007, um dos sete foi colocado em leilão. Que foi arrematado pelo Amazon.com que pagou $ 3,98 milhões pelo exemplar, tornando-se o manuscrito mais caro da era moderna, já comprado em leilão. O dinheiro da venda do livro foi doado para o The Children´s Voice, uma campanha de caridade. 3. Cosmographia Geographica, Cláudio Ptolomeu - 4 milhões de dólares. O primeiro atlas impresso do mundo, e primeiro livro do mundo a fazer uso de ilustrações gravadas. O livro de Ptolomeu Cosmographia, de 1477, foi vendido ao Sotheby, Londres, em 2006 por £ 2.136.000, ou quase US $ 4 milhões na época. Um sonho para os geográfos. 4. Tratado sobre Árvores Frutíferas 4,5 milhões de dólares. Escrito por Henri Louis Duhamel du Monceau, ilustrado por Pierre Antoine Poiteau e Jean Pierre François Turpin, é definitivamente o livro escrito sobre árvores frutíferas mais caro (com 16 variedades diferentes!) do mundo. Uma cópia deste volume, de um exuberante conjunto de cinco, com ilustrações e texto originais, foi vendido por cerca de US $ 4,5 milhões em 2006.
5. A Bíblia de Gutemberg - 4,9 milhões de dólares. Uma cópia da Bíblia de Gutemberg foi vendida em 1987 pelo valor recorde de 4,9 milhões de dólares, no Christie, Nova York. Apenas 48 unidades foram impressas por Gutemberg, o primeiro a usar tipos móveis para impressão de livros e jornais. Invento revolucionário. 6. Primeiro Folio, William Shakespeare - 6 milhões de dólares. Embora o preço original para fazer Primeiro Folio tenha sido de uma libra apenas (valor equivalente no Brasil ao serviço cobrado para encadernar colocando capa de couro ou adornos no livro), o livro de comédias, tramas e tragédias, de um dos maiores escritores e dramaturgo inglês, encontrados na forma de cópias bem conservadas, estão entre as descobertas mais valorizadas entre os colecionadores de livros. Em 2001, o co-Fundador da Microsoft Paul Allen comprou um exemplar por US $ 6.166.000 Dólares, no Christie, Nova York.
7. Os Contos de Canterbury, de Geoffrey Chaucer - 7,5 milhão dólares. A primeira edição do século XVI foi vendido por R$ 4,6 milhões (ou cerca de US $ 7.5 milhões na época) na Christie, em Londres, em 1998. Das dúzias de cópias conhecida da edição de 1477, este foi o último exemplar a ser mantido em coleção particular, e foi comprado no final do século XV pela bagatela de seis libras. O raro livro foi arrematado na venda da biblioteca John Radcliffe, feito pela Christie em 1776. Foi ou não foi um ótimo investimento?!
8. Aves da América, James Audubon - 11,5 milhões de dólares. Em 2000, a Christie leiloou uma cópia (uma entre apenas 119 exemplares completos conhecidos no mundo) das Aves da América por US $ 8.802.500,00 dólares. Dez anos depois, mais uma edição completa foi vendida em Londres, na Sotheby por £ 7.321.250 (ou cerca de US $ 11,5 milhões). Recentemente, uma outra cópia do enorme conjunto de quatro volumes foi a leilão na Christie, e outro recorde foi batido. Onde será estão os outros exemplares?
9. Os Evangelhos de Henrique, o Leão, Ordem de São Bento - 11,7 milhões de dólares. Originalmente encomendado por Henrique, o Leão, duque da Saxônia, para o altar da Virgem Maria na Catedral Brunswick, este evangelho foi comprado pelo governo alemão em Sotheby de Londres, em 1983, para £ 8.140.000,00 de libras, ou cerca de 11,7 milhões (na época ). Em 266 páginas, incluindo 50 ilustrações de página inteira, o livro é considerado uma obra-prima do século XII. Todo ilustrado em manuscrito românico.
10. O Código Leicester, Leonardo da Vinci - 30,8 milhões de dólares.
O mais famoso dos manuscritos científico de Da Vinci, o caderno de 72 páginas está cheio de reflexões escritas à mão do grande pensador e teórico sobre tudo, de fósseis para o movimento da água, da aerodinâmica para o quê faz a lua brilhar. O manuscrito foi comprado em 1717 por Thomas Coke. Em 1994, Bill Gates ficou com a revista em um leilão por 30,8 milhões de dólares americanos, tornando-se o livro moderno mais a ser vendido. Mas Gates em um sinal de total desapego colocou seu tesouro ao alcance do público em geral - ele digitalizou o livro e transformado-o em telas de screensaver distribuído com o Microsoft Plus! para Windows 95.
A despeito dos milhões, são ou não uma preciosidade?! Exemplares únicos, para proprietários únicos. Dê uma olhada nos sua biblioteca quem sabe não tem lá algo desta natureza, como um inédito de Alceu Amoroso Lima, Guimarães Rosa, Pedro Caminha, Padre Vieira, Tiradentes. Quem sabe... Fonte: The Atlantic

9.1.13

O PEQUENO PRINCIPE

Pequeno setentão
Janeiro é um mês talhado para importantes tomadas de decisão. Fazendo um balanço rigoroso dos desafios que eu poderia enfrentar neste 2013, optei por começar o ano dando cabo de uma de minhas lacunas intelectuais.
É respirar fundo e ler "O Pequeno Príncipe" -matutei- tão logo pipocaram os últimos fogos de artifício.
Não foi nem por influência do filósofo alemão Martin Heidegger, que já qualificou a obra de Antoine de Saint-Exupéry como um dos grandes livros existencialistas do século 20, nem para seguir as recomendações de leitura da Miss Maranhão 2012, que, fiel aos protocolos, declarou, no mais recente Miss Brasil, ter lido a fábula duas vezes.
Tomei coragem após analisar a lista de livros mais vendidos no Brasil, em 2012, do site PublishNews.com.br. Bati o olho e notei, entre os 20 títulos triunfantes, os três lúbricos tomos de "Cinquenta Tons de Cinza", os luminares conselhos de Edir Macedo e do padre Marcelo e outras obras recentes. Mas eis que no 15º posto encontro "O Pequeno Príncipe". Como explicar?
Listas de best-sellers são novidadeiras, e a fábula do garoto de cabelos dourados faz sete décadas neste ano.
Houve algum relançamento no Brasil? Necas. É a editora Agir que publica o título aqui desde 1952, com as mesmas capa e tradução de dom Marcos Barbosa (repleta de "vós não sois" e outros arcaísmos).
Algum novo filme de Hollywood ou um game? Nada. Seria um fenômeno global? Improvável. Embora seja dos livros mais difundidos do mundo, com 216 traduções (há edições do abecásio ao zulu), o livro estava ontem na posição 9.531 de um ranking da Espanha e em 20.266º nos Estados Unidos. Foi lá que o livro foi lançado originalmente, em 1943, quando o piloto-escritor francês se refugiava da Segunda Guerra em Nova York.
Saint-Ex morreu no ano seguinte, aos 44, depois de ter sumido pilotando um avião próximo a Marselha, em episódio ainda nebuloso.
Nebuloso segue, para mim, o êxito do principezinho. Acabei a leitura sem enxergar as profundezas metafísicas que na obra viram Heidegger, Gide e Sartre. Mas sem o desprezo tão em voga nas neointelectualidades.
Há frases bonitinhas, como "A flor parecia nunca acabar de preparar sua beleza, no seu verde aposento", há uma estrutura narrativa eficaz, a da "jornada do herói", há uma certa graça nas mambembes aquarelas de Exupéry. Acima de tudo, "O Pequeno Príncipe" ainda cumpre, 70 anos depois, aquilo que seu narrador exprime na penúltima página: "Às vezes a gente se distrai e isso basta!". Ao menos eu e Miss Maranhão achamos que sim.
CASSIANO ELEK MACHADO, Folha de S Paulo, 9/1/2013
 Enviado por José Luiz Fernandes

Histórias da Unha do Dedão do Pé do Fim do Mundo.

Mudando de assunto, convido-os a viajar para um mundo para lá de Encantado e a Terra do Nunca. Bem mais distante que o Tão Tão Longe. Porém todos podem chegar lá num piscar de olhos. É só querer. 
Para isso basta clicar no vídeo abaixo e você será levado ao meu mundo, ao seu mundo, o mundo da sua criança. 
Um mundo de imagens criadas por cada um de nós, pintados com as cores que inventamos, e escrito com as letras de nossas olhos.
Antes de clicar chame um pequeno e divida com ele, estes minutos mágicos que vão deixar sua alma leve como pluma ao vento, livre como o ar, feliz como só os loucos podem ser.
O vídeo tem Poemas do grande Manoel de Barros. Desenhos de Evandro Salles. Roteiro de Bianca Ramoneda. Voz Isabela Mele Rescala. O vídeo é parte integrante da exposição "Arte para Crianças". 
No final você vai ver que o fim do mundo pode ser bem diferente. Pode ser divertido e encantado.
Fonte: Canal Antonio Araújo Jr.