COMO FUNCIONA

Este blog foi criado num Domingo chuvoso daí www.domingoamigo.blogspot.com/!

Pensando em leitores que não se animam a manter um blog pessoalmente, e os bloggers, que desejosos de atingir outros leitores, além dos seus habituais, gostariam, vez por outra, de postar num blog COLETIVO, criamos a SOCIEDADE ANÔNIMA, onde você poderá postar, sempre que tiver vontade!

Para fazer parte dos AUTORES do blog basta escrever para: cimitan@terra.com.br, solicitando sua inclusão, como membro do SOCIEDADE ANÔNIMA. Mande seu nome, e endereço de e-mail, para ser registrado. Só não pode deixar de assinar seus posts! E será responsabilizado pelo seu conteúdo.

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27.11.12

O ÚLTIMO BLOG e outras blogagens

LEITORES DO LIVRO

waldo claro 



Acabei de ler , emocionado ,  "O último Blog e outras blogagens" , o novo e explêndido livro do meu querido amigo Eduardo Penteado Lunardelli . O que poderia ser um mero jogo de palpites e comentários editados em seus diversos blogs , Eduardo transforma num cardápio saboroso que delicia os mais exigentes paladares . Invade , sem cerimonia , campos os mais diversos como bate-papo informal , literatura , história , arte , política nacional e internacional e tudo o mais que se possa imaginar . O livro contém passagens notáveis . Em "Um pouco de mim" , o autor se despe de preceitos e preconceitos e ensina uma sublime lição de amor e de ternura . No "Varal de Idéias" , desfila imponente suas mais diversas facetas de artista consagrado : esculturas , pinturas , desenhos , caricaturas e fotografias , numa sucessão incansável e infindável de coisas belas . O livro todo , sem entrar em detalhes , é uma festa da qual me sentí profundamente honrado de participar co mo convidado e participante .
 (Waldo Claro - 25/11/2012)

24.11.12

O sorriso e o esgar, por Augusto Nunes

Blog de Augusto Nunes

A foto de Dida Sampaio é mais que o registro do momento em que Dilma Rousseff, presidente da República há quase dois anos, cumprimentou o ministro Joaquim Barbosa, que acabara de assumir a presidência do Supremo Tribunal Federal.
A imagem documenta a colisão frontal, estridentemente silenciosa, entre sentimentos antagônicos.
O chefe do Poder Judiciário está feliz. A chefe do Poder Executivo está contrafeita, nas fímbrias da amargura. Joaquim Barbosa é o anfitrião de uma festa. Dilma Rousseff é a conviva involuntária que nada tem a festejar.
Ele se sente em casa e pensa no que fará. Ela pensa no que ele anda fazendo e se sente obrigada a enviar um recado fisionômico aos condenados no julgamento do mensalão: se pudesse, estaria longe dali.
Só ele sorri. O sorriso contido informa que o ministro não é homem de exuberâncias e derramamentos. Mas é um sorriso. Os músculos faciais se distenderam, os dentes estão expostos, o movimento da pálpebra escava rugas nas cercanias do olho esquerdo.
O que se vê no rosto da presidente é um esgar. A musculatura contraída multiplica os vincos na face direita, junta os lábios num bico assimetricamente pronunciado e desvia o olhar do homem à sua frente.
O descompasso das almas é sublinhado pelas mãos que não se apertam. A dele ao menos se abre. A dela, nem isso. Dilma apenas toca Joaquim com a metade dos quatro dedos. Ele cumprimenta como quem chegou. Ela cumprimenta como quem não vê a hora de partir.
Conjugados, tais detalhes sugerem que, se Joaquim Barbosa sabe que chefia um dos três Poderes independentes, Dilma Rousseff imagina chefiar um Poder que dá ordens aos outros.
O julgamento do mensalão já deixou claro que não é assim. A maioria dos ministros é imune a esgares.
Os que temem carrancas nem precisam disso para atender aos interesses do governo. Não são juízes. São companheiros.

Direitos do Consumidor em Cordel.

Mantendo a linha de publicações de dois universos aparentemente dispares, porém quando se encontram se misturam e se entrelaçam na harmonia e beleza dos versos postos, na rigidez e severidade das leis. É quando Direito e Poesia deixam de ser dois e se tonam uma. Uma celebração a ordem e fluidez, uma manifestação da dureza das normas e a cantata delicada das rimas. Pesquisando encontrei estas ótimas rimas de Cleoman, mas por mais que procurasse não consegui, identificar quem é. Fica aqui minha admiração e agradecimento por permitir-nos conhecer seu trabalho e talento.  E não poderia ter somente para meus olhos esta bela criação que através do cordel, fala dos direitos do consumidor. Por isso compartilho com os amigos, amantes da Poesia e do Direito, amantes do inusitado, da alquimia de palavras e transformações de mundos.

Este cordel vai falar De algo que tem valor Todos os direitos básicos Que tem o consumidor Pra que todo o cidadão Torne-se conhecedor O consumidor tem direito A proteção de sua vida A saúde, a segurança Contra as chagas fornecidas Por produtos e serviços Feitos de forma indevida Direito à educação Também à divulgação Do consumo adequado Dos produtos da nação Liberdade de escolha Igualdade na contratação Direito à informação Clara e adequada De diferentes produtos Com marca especificada Composição, qualidade Pra toda a rapaziada À modificação das Cláusulas contratuais Que estabelecem prestações Que são desproporcionais Requerendo revisão Dos prejuízos atuais Ter uma proteção contra Publicidade enganosa O comércio abusivo E as cláusulas suspeitosas Por isso, consumidor Busque a lei que é valiosa Os constantes desrespeitos Fragiliza o consumidor Que nem sempre satisfeito Fica a mercê do vendedor E precisa deste artigo Pra mostrar que tem valor Precisa de proteção Aos danos patrimoniais E também reparação Aos danos materiais Sejam eles coletivos Ou então individuais temos direitos ao acesso Aos órgão judiciários Órgãos administrativos que nos fazem o reparo Sobre os danos morais Também patrimoniais Que se façam necessários Temos direito à defesa Junto ao juizado De todos nossos direitos Quando nós formos lesados Por isso, meu caro amigo Tenha a lei sempre ao seu lado O nosso artigo sexto Nos fornece garantia Dos nosso direitos básicos Seja de noite ou de dia Nos trazendo segurança Com bastante maestria É importante ressaltar Que a justiça é garantida Você pode reclamar Que a lei será cumprida Quando sentir-se enganado Procure uma saída Todos nós consumidores Temos direitos iguais À prestação de serviços Públicos ou em gerais de forma adequada Com respeito e eficaz Tendo mais de um autor Na ofensa em questão Solidariamente todos Por ela responderão Reparando os prejuízos Que causaram ao cidadão
Amigo consumidor Deixo aqui o meu recado Se você, em algum dia Se sentir prejudicado Por produtos ou serviços A lei está ao seu lado Agora vou terminar esse cordel arretado Deixando pra quem gostou O meu muito obrigado O artigo sexto é Um amigo preparado Autor: Cleoman Veja também outras publicações onde o Direito fala pela Poesia e a Poesia usa o Direito para se manifestar. Uma bela dupla não?!

Vistos etc - Uma Sentença Poesia.

Cordel - Estatuto da Criança e do Adolescente.

Desembargadora Manifesta seu Voto em Forma de Verso.

23.11.12

Drops V - Amigo da Onça em Grande Estilo.

Péricles estava sumido, mas esta de volta, com seu famoso e inconfundível personagem Amigo da Onça. Ser de raízes totalmente brasileiras, elegância de lorde e humor de corroer o mais esnobe dos esnobes ou o mais inocente dos inocentes amigos, são as principais características deste maravilhoso personagem surgido na década de 40 na revista "O Cruzeiro". 

Nesta sequência que começou alguns drops atrás (Drops, Drops II, Drops III e Drops IV), cada um mais divertido que outro, o Amigo da Onça deixa bem claro a que veio.
Não vai deixar barato, o que puder vai fazer para sacanear a todos. Indistintamente. 
Confira nesta sequência que o Amigo da Onça, não esta para brincadeira. 
Esta detonando mesmo. É rir e rir. Tem jeito não. Um dos grandes cartunista brasileiro, Péricles Maranhão, pernambucano, enraizado no Rio de Janeiro, foi o criador do Amigo da Onça. Após a morte de Péricles, em 1962, o personagem continuou sendo publicado e desenhado pelo cartunista Carlos Estevão, até 1972.  Fonte: Wikipedia

22.11.12

Esquadros



“Eu ando pelo mundo prestando atenção em cores que eu não sei o nome [...]”. A máxima anterior, versada pela cantora Adriana Calcanhotto, remete a múltiplas interpretações. Neste momento, porém, o foco da discussão não estará nas diversas cores que confrontam o nosso olhar todos os dias, mas na ausência delas, a qual cria uma ambientação de invisibilidade. Explicando melhor, ao andar pelas ruas, estamos diante de grandes telas, cenários e ambientes onde o colorido ofusca o nosso olhar para as cinzentas imagens menores, aquelas que sujam esquinas, pontes, avenidas e pequenos e grandes bairros de inúmeras cidades sem que percebamos. Na verdade, essa inexistência serve de palco para o estrelato da pobreza, em diversos papéis, ora protagonista, ora coadjuvante, mas sempre vista como antagonista social para os olhos de muitos.

As variadas facetas representadas pela pobreza encobrem a arco-íris de vida propagado pela sociedade de consumo, com seus outdoors e letreiros coloridos. Ao passar por diversas ruas, por exemplo, é comum vermos mendigos e pedintes na sua árdua peregrinação ao nada, seres estáticos no tempo, seja por abandono ou por falta de oportunidades sociais, as quais têm levado mais e mais indivíduos a viverem em situação de penúria. Próximo desse grupo, meninos e meninas em sinais de trânsito violentam a nossa vista com seus discursos piedosos e a inegável aparência de mártir, de alguém que sofre por estar em tal situação, muitas vezes inconscientemente. Esses humanos são descoloridos por nós, pois não enxergamos os problemas deles numa talvez inocente tentativa de ceifar o problema e redimensioná-lo para um possível responsável.

Essas pessoas passeiam pelo escuro dos grandes primas da sociedade e nos levam consigo. À noite é a vez da prostituição reinar absoluta e com ela os vícios que mantêm inebriados homens, mulheres e travestis, indivíduos sedentos por atenção, carinho, aceitação e que procuram na clandestinidade a válvula para despojar suas frustrações. Pela janela do quarto, pela janela do carro, como bem enfatiza a cantora, seja por onde for, somos defrontados por eles, oferecendo seus serviços a pessoas também sem cor, sem vida e sem alma, que buscam nesses guetos as respostas para as indagações das quais já sabem as respostas. O que acontece é que somos inevitavelmente guiados pelas nossas excentricidades egoístas e com isso não enxergamos a dor do outro, ou o outro como um de nós, mas sim como objetos descartáveis e, neste caso, seres invisíveis quase etéreos.

Entretanto, esquecemos que todos eles fazem parte do palco negro da pobreza, da miséria, do esquecimento, o qual fabrica atores e atrizes incolores, sem brilho. Esses humanos opacos, porém, protagonizam tudo o que já sabemos, mas não queremos enxergar: que há um grave abismo entre os mais ricos e os mais pobres e que essa cratera, criada pelos primeiros, tem desumanizado a sociedade ao ponto de não encontrar soluções individuais que possam atenuar a desgraça alheia. Pelo contrário, agimos como coadjuvantes esperando que o diretor desse espetáculo de horror, neste caso atribuído geralmente ao governo, tome as suas devidas providências.

De fato, as ações governamentais são crucias para a transformação da sociedade, uma vez que são elas que detêm o poder necessário para equilibrar as finanças do país e fazer uma justa repartição desta. No entanto, em se tratando do Brasil, a população não deve centralizar as esperanças nos nossos políticos, visto que o mar de corrupção que mancha nossa pátria demostra que não somos conscientes o bastante ainda para escolhermos os nossos representantes. Por causa disso, a pobreza deixa o papel de protagonista e se torna vilã, antagonizando os dilemas vividos por diversos grupos, ao passo que externaliza para o restante da sociedade que algo está errado e deve ter uma solução imediata.

Disso resultam os imediatismos, os auxílios e “bolsas” que atuam paliativamente para solucionar feridas de dimensões cirúrgicas. Também é neste momento que as manifestações de intolerância e violência ganham vida, pois sem condições de vivência, os menos favorecidos, econômico e socialmente falando, vão buscar nas transgressões sociais os subsídios para sobreviverem. Então, crianças povoam sinais, mendigos mancham ruas e indivíduos de gêneros diversos prostituem seus corpos, servindo de mercadorias para aliviar a pobreza de pessoas com posses financeiras, mas pobres em outros sentidos. Com isso, a marginalização surge através dos vícios das drogas lícitas e ilícitas, dopando zumbis que apenas necessitam de uma cor, um foco de luz, para se sentirem de novo vivos.

Por causa desse descaso, é neste instante que as cores humanas são enquadradas num espectro de luzes sombrias, as quais descolorem indivíduos como se estes não existissem e com eles os seus problemas. Isto porque é bem mais simples invisibilizar as mazelas alheias do que tomar um posicionamento sobre elas. A sociedade vive nesta passividade doentia, a qual vem construindo seres robotizados, desumanos, sem cor interior e, possivelmente sem alma. Falta para isso seguir o conselho poético de Adriana Calcanhotto e ver o estar de cada coisa e filtrar seus graus para sensibilizar essa gente que a pobreza, mãe maior da miséria e da fome e parente próximo do esquecimento, não é um problema exclusivo do governo, mas de cada um de nós.

Então, o que fazer? Acredito que o primeiro passo é deixarmos de lado as prosopopeias que criamos, atribuindo vida, de fato, as pessoas que estão vivas, iguais a nós. Independentemente de cor, classe social e orientações sexuais, todos somos uma única espécie e por mais redundante que isso possa parecer não é demais relembrar, já que estamos criando subgrupos ou categorias superiores e inferiores, quando na verdade não há e nunca houve tal distinção. O que há é a pobreza econômica, que atinge boa parte da população, e a humana, que não se compadece com o outro nem tem o mínimo de compaixão com os seus problemas. Assim, ao invés de ver tudo enquadrado, você, eu, nós todos podemos deixar esse remoto controle que limita nossa vista e obscurece as cores vivas de outros humanos e tomar o controle dessa situação para, então, repetir em voz alta outro verso de Adriana Calcanhotto que diz “eu presto muita atenção no que meu irmão ouve [...]” e complementá-lo com as palavras sente e, sobretudo necessita.

Glaucoma Tem Cura?

Pelo carinho e cuidado que devemos ter com nossos senhores e senhoras, a Buymazon trás hoje este artigo da Doutora Erika Sayuri Yasaki, oftalmologista do Hospital Albert Einstein, publicado em agosto no portal Einstein Saúde, que trata do glaucoma, moléstia que atinge principalmente idosos. 

O glaucoma é uma doença ocular que afeta o nervo óptico, a estrutura dos olhos que leva as informações do que enxergamos para a área do cérebro que vai interpretar a visão. Pela forma como age, pode ser definido como um ‘ladrão furtivo’: vai roubando a visão da pessoa sem que ela perceba. Quando os sintomas aparecem, o glaucoma já produziu danos significativos, com perdas de visão irreversíveis. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o glaucoma está entre as principais causas de cegueira. No Brasil, estima-se que um milhão de pessoas tenha a doença. No infográfico abaixo a Dra. Erika ilustra e chama atenção para o sintoma e tratamento do glaucoma.
Não há cura para o glaucoma. Mas identificar o problema logo no começo faz toda a diferença. Nessa etapa, o tratamento é geralmente feito com colírios que atuam baixando a pressão ocular, permitindo interromper ou desacelerar o processo de dano do nervo óptico e perda de visão. Mas como na fase inicial o glaucoma não apresenta sintomas, o diagnóstico precoce depende, sobretudo, de check-ups anuais com o oftalmologista, particularmente para quem tem mais de 40 anos, antecedentes na família ou outras doenças oculares. “Quanto mais cedo for identificada a patologia, menor o risco de sequelas”, enfatiza a Dra. Erika.
“O problema para o indivíduo é que os sinais só aparecem quando a doença já avançou. Então a pessoa começa a enxergar menos ou a perceber os danos no campo de visão. Isso acontece porque o glaucoma afeta a quantidade de visão e o campo visual. Com o avanço da doença, porém, o campo visual vai ficando cada vez mais limitado". diz a especialista.
Para saber mais visite o link Glaucoma: Sintomas Sutis, Riscos Reais.

21.11.12

Esta Garota Merece Todo o Nosso Carinho!!!!

A terra, bem mais jovem que o Universo (15 bilhões de anos) e um pouco menos que o Sol (6 bilhões de anos), com seus bem vividos 4,5 bilhões de anos, possui uma história que reunido todos os planetas numa grande confraternização, daria alguns anos-luz (uns dez trilhões de quilômetros) de muito bate papo, contando a saga dos humanos em seu solo.
Hoje faço uma homenagem a esta jovem garota, com um vídeo do canal Engenharia E., que a despeito das milhares de previsões que estão por vim - adianto aqui em primeira mão, todas furadas - A Terra ainda vai estar por aqui reunindo mais histórias para contar naquela grande confraternização. 
Esta garota merece todo o nosso carinho!!!!
Fonte: Wikipedia

20.11.12

Os Misteriosos Crop Circles: Lindas Imagens.

O aparecimento de círculos em plantações, também conhecidos por crop circles, vem de muito tempo. Séculos pode-se dizer. Há registro destes círculos, que nem sempre são círculos, datados antes mesmos do descobrimento da Terra de Vera Cruz. E assim foi nos séculos seguintes até os dias atuais.  
Em uma edição de 1880 do jornal "Nature", o cientista amador John Rand Capron relatou uma formação perto de Guildford, Surrey, no sul da Inglaterra










Veja o que disse o cientista: "Eu não pude rastrear no local qualquer circunstância que esclarecesse as formas peculiares daqueles pedaços no campo. Eles me sugeriram alguma ação ciclônica do vento".
Os relatos de círculos nas plantações eram esporádicos até o século XX, quando os círculos começaram a aparecer nos anos 60 e 70 na Inglaterra e nos Estados Unidos. 
Mas o fenômeno não ganhou atenção até 1980, quando um fazendeiro no Condado de Wiltshire, Inglaterra, descobriu três círculos, cada um com 18 metros, em suas plantações de aveia. 
Os ufólogos e a mídia foram à fazenda, e o mundo começou a tomar contato com os círculos nas plantações.




Nos anos 90, os círculos nas plantações já tinham se tornado uma atração turística.  Apenas em 1990, mais de 500 círculos apareceram na Europa.  Nos anos seguintes, houve milhares. Vieram visitantes do mundo inteiro para vê-los.  Alguns fazendeiros até cobraram entrada para suas atrações misteriosas. Ainda hoje é um evento que causa espanto e admiração aos fans destas expressões, e há também os que não gostam nem um pouco, como alguns fazendeiros e a policia.

Fonte:  How Stuff Works

19.11.12

Tô Passada, Bixeine, Éééé quê! Esta Tudo no Aurélia.

Aurélia é um dicionário de expressões gays de autoria do jornalista Vitor Ângelo e do pesquisador Fred Libi, contando com 143 páginas de vocábulos frequentemente utilizados por homossexuais do mundo que falam o português, com especial destaque para o Brasil. Lançado em 2006 pela Editora da Bispa, o dicionário contém mais de 1300 verbetes. Veja abaixo alguns verbetes retirados de "Aurélia, a Dicionária da Língua Afiada":

A: art, def, fem. No mundo gay, o artigo definido feminino é, em muitos casos, anteposto a substantivos próprios ou comuns do gênero masculino, sendo que, no caso dos comuns, o substantivo ele próprio também passa, se possível, para o feminino. Ex.: A Pedro, A Mário; a prédia; a fota; a relógia; a dicionária.
Aquendar: (do bajubá) V,t,d. e intr 1-Chamar para prestar atenção, prestar atenção; 2- Fazer alguma função; 3-Pegar, roubar.   Bafo: Adj. Termo referente a algo ou alguém que causou alguma coisa. "Ex. Aquela noite foi bafo, bi!"

18.11.12

LIVRO A VENDA

" O ÚLTIMO BLOG e outras blogagens "

" O ÚLTIMO BLOG e outras blogagens "
Pedidos poderão ser feitos por e-mail (cimitan@terra.com.br ), ou pelo telefone 5511 30794433 ( falar com Cida )

Receita: Doce de Caju em Calda.

Uma fruta rica em vitamina C, muito apreciada em sucos e quando é época, como dizem por aqui - faz lama. Outra forma de aproveitar a fartura de cajus é fazer doces. Que depois de prontos podem ser colocados em potes de vidro e servir o ano todo.  Seja no lanche, seja nas sobremesa. Pode inclusive usá-lo como recheio em bolos e tortas. Um dos doces muito apreciado é o em caldas. Uma delícia!  A Buymazon trás uma receita bem simples de fazer. É praticamente água, açúcar e os cajus. Experimente você mesmo fazer.  Os frutos podem ficar inteiros ou em pedaços. Eu prefiro em pedaços. É mais fácil de servir, nos assaltos a geladeira. 



RECEITA: DOCE DE CAJU EM CALDA Ingredientes cravo-da-índia a gosto 2½ litros de água 1 kg de açúcar 20 cajus médios Preparo da Receita Primeiro, lave bem os cajus.  Depois, tire a castanha e reserve.  A calda é feita com a água e o açúcar até borbulhar e ficar consistente. 
Faça furos no caju com um palito e, delicadamente, esprema, tirando o excesso do suco. Esse passo é importante para que o caju absorva bem a calda do doce.  Depois de espremer, coloque os cajus um a um dentro da calda, que não deve ser retirada do fogo.  Com generosidade acrescente o cravo - além de dar sabor, ele perfuma o doce.  Cozinhe em fogo baixo por cerca de uma hora, até que o doce fique bem dourado. Deixe esfriar e esta pronto para servir e guardar nos potes. Bom deguste!!!
Fonte: 

17.11.12

Vestido de Noiva. Com Qual Eu Vou?!

Final de ano chegou e a tão esperada data também. Além do movimento em direção a principal festa de final ano: o Natal, há outra festa que corre por fora: o Casamento.  Este período é o preferido por dez entre dez noivas para o dia do sim.  Todo ano é aquela correria: igreja, arranjos, convidados, cerimônia, recepção, convidados, madrinhas e padrinhos, e o ...Vestido de Noiva. 
Que tipo, que cor, que tamanho, que tecido. De renda, ou seda. Com flores ou grafismo. Com calda ou sem. Véu longo ou curto.
São muitas vozes, mas a decisão esta naquela que fala mais alto dentro de cada noiva. As românticas,  as modernas, as tradicionais, as ousadas. Todas têm vez, neste mágico universo. 
Neste artigo costurei alguns modelos que podem lhe inspirar na hora de decidir qual vestido lhe levará ao encontro do seu amado. 
Ou se preferir, que vestido gostaria de ver sua amada vestindo ao caminhar em sua direção no altar.
Em duas das maiores feiras realizadas em maio deste ano: Cibeles Madrid Novias e White Gallery London. O belo e o ousado se desfilam.  Feiras como estas ditam as tendências, para 2012 e 2013. Confira o longo deste artigo os lindos modelos. Escolha o seu. 
Nas feiras estavam presentes marcas famosas. Entre elas estavam Hannibal Laguna, Ana Torres, Jorge Terra, Franco Quintans, Pol Núnez, La Boheme 1994, Miquel Suay, Devota&Lomba,  Isabel Zapardiez, Rafael Urquizar, Javier Larrainzar,   Emperatriz, CharoPeres, Paula del Vas e Rubén Perlotti. Fonte: Zankuoy Hola Moda Spot

16.11.12

Pornografia Infantil é Maior Crime Entre Denúncias no Brasil.

Casos de pornografia infantil dominam as denúncias de crime na internet feitas no Brasil. De janeiro de 2006 a outubro de 2012, 40,5% do que foi denunciado no país supostamente abrigava conteúdo desse tipo.
O levantamento inédito é da ONG Safernet, especializada em segurança na rede, e resultou no site da Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos
A página, que entra no ar hoje (5.Nov), reúne estatísticas de sete entidades que possuem canais on-line para acusações anônimas de delitos contra os direitos humanos e dos animais. São elas: Polícia Federal, Câmara, Senado, Secretaria de Direitos Humanos, Ministérios Públicos Federais de Minas Gerais e da Paraíba e a própria Safernet.
Em seis anos, internautas fizeram 3,1 milhões de denúncias para 463 mil páginas únicas (endereços de internet) hospedadas em 88 países. A Folha teve acesso exclusivo aos números, que agora podem ser vistos em indicadores.safernet.org.br. Onde qualquer pessoa pode acessar. Ainda há outras oito categorias de delitos: Incitação a crimes contra a vida (com 19,2% das denúncias);  Racismo (9,4%);  Intolerância religiosa (7,9%); Maus tratos contra animais (7,6%); Neonazismo (7,1%); Xenofobia (3,9%); Homofobia (3,4%) e tráfico de pessoas (0,1%). Outras 31 mil denúncias (1%) não foram classificadas. Páginas únicas com suspeita de pornografia infantil também dominam os resultados: 224,6 mil endereços denunciados (48,5% do total). "Infelizmente, essa é uma guerra que a nossa sociedade está perdendo. É muito fácil encontrar imagens de abuso sexual na rede", diz Thiago Tavares Nunes de Oliveira, presidente da Safernet.

Sociedade do Estupro




Tudo o que é proibido aguça o imaginário do homem. Essa máxima engloba várias temáticas possíveis, sobretudo aquelas que transgridem a ordem social, subvertem o sistema, escandalizando moralistas e aqueles que mantêm a verdade e os bons costumes no topo da pirâmide do politicamente correto. Nesse sentido, o sexo ganha o epicentro da discussão, visto que ao longo da história da humanidade a sua manifestação libertária sempre foi vista como um tabu, reduzindo-o a práticas procriativas. Encapsulado “em quatro paredes”, lentamente na atualidade o sexo ganha uma configuração perigosa, sobretudo através das ferramentas midiáticas, religiosas e consumistas que de certa forma utilizam-se dele ora como elemento atrativo para a comercialização de pessoas/objetos, ora como instrumento de coerção.

Sem perceber, somos atentados com os abusos de uma sociedade amplamente estupradora. Beijoscalientes em novelas e minisséries aquecem a temperatura de jovens imaturos, desvirginando-os de forma abrupta, numa construção corrosiva da sexualidade. Tudo isso difundido em horário nobre, com belos artistas seja extrapolando nas interpretações, seja servindo de objetos para comerciais de roupas íntimas, cervejas e automóveis. A personificação avessa dessas celebridades, já que muitos deixaram de ser humanos para se tornar meros produtos, rótulos e embalagens consumíveis, contribuiu para outro problema, a formação de pessoas narcísicas. Ser e estar belo, com seios aerodinâmicos, pernas e braços torneados, músculos volumosos, e corpos simetricamente curvilíneos, tornou-se o ideal neo-parnasiano de beleza. Com isso, crianças, jovens e muitos adultos são estuprados por esse modelo de vida e se tornam prisioneiros dele.

Além da mídia, outro profanador dos nossos corpos é a atual sociedade do consumo. Cotidianamente, somos estuprados por ela nas mais simples atividades até as mais complexas. Para isso, as propagandas fazem o papel de invadir nossas mentes, insuflando lá carências que não existem. Tal intromissão acaba criando pessoas tão descartáveis quanto os aparelhos que adquirem. Ocos, esses indivíduos vagam como se fossem zumbis, guiados apenas pela necessidade de consumir demasiadamente. Na verdade, há uma desconfiguração do humano e a formação de seres etiquetas, que são avaliados pelas marcas de bens que possuem e possam vim a adquirir. Essa superficialidade é fruto do assédio que o consumo fomenta nos indivíduos, criando espécimes vazias e alienadas.

Nesse sentido, outras instâncias, além da mídia e da sociedade de consumo, exercem uma extrema influência na vida das pessoas, violando mentes quase que imperceptivelmente. As religiões, sobretudo aquelas do segmento Católico/protestante, são as que mais coagem vidas, com seus discursos rasos e sua moral duvidosa. Detentora da palavra divina, seu principal foco discursivo está fincado justamente no sexo e na pluralidade da sexualidade humana. A priori, é importante fazer uma precisa distinção entre sexualidade e sexo.  Enquanto este se refere ao gênero, ou seja, a ortodoxa classificação do masculino e o feminino, aquele se refere à pluralidade sexual da humanidade (Assexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Bissexualidade, Pansexualidade Transexualidade etc.).

Esclarecida essa questão, essas religiões não enxergam, ou não querem enxergar, que as manifestações sexuais não são satânicas, nem transgridem a perpetuação da nossa espécie, mas sim são peças do grande jogo do prazer, do qual não impõe regras aos seus jogadores. Sabendo disso, muitos religiosos habilidosamente utilizam da liberdade que o sexo apresenta para aprisionar as pessoas. Disso, palavras como luxúria, pecado, fornicação surgem para atormentar a vida daqueles que querem ter uma vida religiosa e, consequentemente um lugar no céu. Na verdade, o sexo deixou de ser um ato natural, prazeroso, para se tornar uma ferramenta abusiva, mecânica, transmutada nas mãos desses estupradores poderosos que usam a fé alheia para proferir seus discursos nazistas. Ecos contra o aborto, a homossexualidade e o uso da camisinha só evidenciam a violência praticada por eles contra tais grupos.

O debate, então, parte do princípio dos perigos que a intromissão do sexo orquestrado por certos segmentos sociais, que defendem e propagam uma prática sexual insalubre; que nos fazem comprar, gastar e formam pessoas presas, vendidas como se fossem prostitutas industrializadas; e que podem influenciar na estruturação de seres frívolos, incapazes de entender a sexualidade e o sexo de forma natural, pode acarretar numa sociedade enferma como a nossa. Mesmo que aja uma predisposição par vasculhar essa “caixinha de pandora”, não se pode negar que as influências externas têm uma significante parcela de culpa na propagação de um sexo transgressor, do qual somos brutalmente violentados sem a menos ter a consciência de quem são nossos estupradores.

Feitas as devidas colocações, é necessário entender os perigos exercidos por todos esses veículos, numa sociedade acostumada a não pensar. A mídia vai continuar com suas cenas fortes, o consumismo continuará a fazer mais vítimas e as religiões também continuarão com seu discurso opressor por um bom tempo. Nesse acasalamento forçado, no qual somos a parte passiva, só nos resta se esquivar desses estupradores desalmados, ficando a espreita e não na mira de seus olhos, para que não nos tornemos alvos eternos dos seus desejos mais sórdidos. Só assim, deixaremos de ser vitimados no corpo, na mente e na alma por instituições como estas que utilizam da sensualidade de suas palavras para atrair pessoas para suas respectivas ideologias.

13.11.12

O LIVRO

Já esta disponível o LIVRO 
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Maiores informações no blog VARAL DE IDEIAS ( www.cimita.blogspot.com.br )

12.11.12

Mia Couto, eu te amo!

Sempre achei televisão coisa de gente desocupadíssima. Não assisto. Salvo raras vezes em que o tédio de estar sozinha e não guardar em casa livros não lidos, me deixam nervosa e inquieta. Sei lá, acho que se não ouvir um barulho de voz, mesmo que seja do vizinho ou da televisão, penso que uma alma feia vai aparecer para mim.
Quando ligo a TV, desabo no sofá e fico zapeando canal a canal. E anteontem foi um dia desses. Me esparramei no sofá, peguei o controle e comecei a frescura de mudar de canal e  tchan nan nan, fui bem na mosca. Tava passando Roda Viva com Mia Couto. Que glória. Adoro a programação da TV Cultura e adoro o Mia Couto.
E que ele me perdoe, mas antes de ir atrás de sua história de vida e de ver algumas fotos, meu deus, eu achava que Mia Couto fosse mulher. Morro de vergonha e sempre caio no riso quando digo para alguém essa história.
E a entrevista prosseguia. Ele todo lindo, falando aquele português de Moçambique tão bonito quanto ele. Ai!  E ele disse que adora Literatura Brasileira, citando nomes de Guimarães Rosa,  que nos apresentou em seus livros belíssimos neologismos. Tem um que eu amo. É o “amormeuzinho”.  E quando  estou mais apaixonada do que o de costume, chamo meu namorado assim. (segredo). Falou nomes como Jorge Amado ( ainda vou ler toda a sua obra só pra saber se ele só fala das putas da Bahia), de Machado e do Modernista Mário de Andrade.
A droga do telefone toca. É meu namorado!!!!!!!!!!!!!! E eu já atendo contando vantagem.
- Amor, tu nem sabe quem eu estou vendo no Roda Vida, beleleu!
E ele, com voz de vencedor:
- O Mia Couto.
Ele também estava vendo. Merda! Dessa vez perdi.  E para meu alívio ele solta a bomba.
- Sabia que eu achava que o Mia Couto era uma mulher?
Que alívio! Que alívio! Ao menos não era só eu, que tinha este ledo engano.
Mia Couto é biólogo e Poeta. Achei o máximo quando ele disse que preferia ver o mundo como poeta e não como biólogo. Um homem charmoso, isso sim que ele é. Eu casaria com ele! Seria igual liquidação de loja: cama, mesa e banho. Rá!
A entrevista acabou. Foi ótimo te ver, poeta! E não esquece: eu casaria com você, se meu namorado deixasse!

(Rosseane Ribeiro)