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9.9.12

Moebius, o Eterno Caminhar

Neste artigo vim lhes falar e mostrar uma figura que me fascina desde os tempos de faculdade. De forma singular, simples e revolucionária, Möbius, do original alemão, ou Moebius para o português, foi resultado do estudo do matemático alemão August Ferdinand Möbius (1790-1868). 

Que ao se inscrever em um concurso na Academia de Ciências de Paris, em 1858, formulou teorias sobre este objeto, e claro, ganhou o prêmio daquele ano. 
A figura é simples por que a partir de uma fita torcida e colada nas extremidades se obtém a chamada fita de Moebius. É singular por que não tem fronteira. E não orientável. 
Revolucionária por que possui apenas um lado e uma borda. Bem diferente de outras figuras geométricas. 
Foi e continua sendo inspiração para publicitários, artistas plásticos, educadores, psicanalistas e por que não blogueiros? 
Penso que na perfeita harmonia, há afinidade entre as coisas e o homem. A figura de Moebius bem que pode representar o recomeço, o retorno as origens, o cair e levar, a vida. Não importa o homem ou lugar onde viva. 
Este movimento de eterno caminhar a frente, mas com aquela sensação lá no fundo de Dejavu, está nas pequenas coisas do cotidiano, como: fome e saciedade; dormir e acordar; chegar e partir; anoitecer e amanhecer. Está também naquelas nada rotineiras, como perder um emprego; mudar de cidade; levar um susto; se apaixonar. 
Voltar ao início nos acompanha desde que nascemos. Aliás, viver e morrer tem sido o renovar da natureza para todas as coisas: pessoas, modas, teorias, sentimentos, plantas, bichos, impérios, sonhos e máquinas. Talvez daí se pensar que viver é aprender, num eterno caminhar sobre nós mesmos, sobre nossos antepassados e sobre a vida.

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