29.9.11
28.9.11
Abraço
27.9.11
Ronaldinho Gaúcho e Machado de Assis
Um Trovador Solitário
http://atoabstrato.blogspot.com/
26.9.11
FANTASIAS- COMO MENTIR PARA SI PRÓPRIO
25.9.11
23.9.11
Nunca tinha pensado sobre este aspecto...
13º Salário NUNCA Existiu...
Nunca tinha pensando sobre este aspecto. Brilhante, de fato!
Os trabalhadores ingleses recebem os ordenados semanalmente!
Mas há sempre uma razão para as coisas e os trabalhadores ingleses, membros de uma sociedade mais amadurecida e crítica do que a nossa, não fazem nada por acaso!
Ora bem, cá está um exemplo aritmético simples que não exige altos conhecimentos de Matemática, mas talvez necessite de conhecimentos médios de desmontagem de retórica enganosa.
Lembrando que o 13º no Brasil foi uma inovação de Getúlio Vargas, o “pai dos pobres” e que nenhum governo depois do dele mexeu nisso.
Porquê? Porque o 13º salário não existe.
O 13º salário é uma das mais escandalosas de todas as mentiras dos donos do poder, quer se intitulem “capitalistas” ou “socialistas”, e é justamente aquela que os trabalhadores mais acreditam.
Suponhamos que você ganha R$ 700,00 por mês. Multiplicando-se esse salário por 12 meses, você recebe um total de R$ 8.400,00 por um ano de doze meses.
R$ 700,00 X 12 = R$ 8.400,00
Em Dezembro, o generoso governo manda então pagar-lhe o conhecido 13º salário.
R$ 8.400,00 + 13º salário = R$ 9.100,00
R$ 8.400,00 (Salário anual)
+ R$ 700,00 (13º salário)
= R$ 9.100,00 (Salário anual mais o 13º salário)
... e o trabalhador vai para casa todo feliz com o governo que mandou o patrão pagar o 13º.
Façamos agora um rápido cálculo aritmético:
Se o trabalhador recebe R$ 700,00 mês e o mês tem 4 semanas, significa que ganha por semana R$ 175,00.
R$ 700,00 (Salário mensal)
dividido por 4 (semanas do mês)
= R$ 175,00 (Salário semanal)
O ano tem 52 semanas (confira no calendário se tens dúvida!). Se multiplicarmos R$ 175,00 (Salário semanal) por 52 (número de semanas anuais) o resultado será R$ 9.100,00.
R$ 175,00 (Salário semanal)
X 52 (número de semanas anuais)
= R$ 9.100,00
O resultado acima é o mesmo valor do Salário anual mais o 13º salário
Surpresa!!
Onde está, portanto, o 13º Salário?
A resposta é que o governo, que faz as leis, lhe rouba uma parte do salário durante todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30 dias, outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas (ainda assim, apesar de cinco semanas o governo só manda o patrão pagar quatro semanas) o salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, quatro ou cinco semanas.
No final do ano o generoso governo presenteia o trabalhador com um 13º salário, cujo dinheiro saiu do próprio bolso do trabalhador.
Se o governo retirar o 13º salário dos trabalhadores da função pública, o roubo é duplo.
Daí que não existe nenhum 13º salário. O governo apenas manda o patrão devolver o que sorrateiramente foi tirado do salário anual.
Conclusão: Os Trabalhadores recebem o que já trabalharam e não um adicional.
13º NÃO É PRÊMIO, NEM GENTILEZA, NEM CONCESSÃO.
É SIMPLES PAGAMENTO PELO TEMPO TRABALHADO NO ANO!
Tá sentindo ????
Tutty Vasques
Enviado por José Luiz Fernandes
Possibilidades...: Amigo.
22.9.11
21.9.11
19.9.11
LIÇÕES DE VÔO
18.9.11
Nesta altura, que importância tem????
Um filho de Kadafi é bissexual. E o New York Times se autocensura
A sexualidade do filho do líder líbio - hoje refugiado no Niger - pode parecer um detalhe e pertencer tão somente à sua vida privada, já que de há muito se conhecia o gosto de Saadi pelo uso do álcool e drogas.
Segundo o site americano Gawker.com, o telegrama diplomático revelado pelo Wikileaks criou um enorme problema, já que a bissexualidade de Saadi era tabu na tradicional e arcaica sociedade líbia.
A notícia criou um grave conflito entre pai e filho e Kadafi obrigou Saadi a se casar imediatamente com a filha de um dignitário do regime.
De pronto os telegramas enviados ao governo americano sobre o casamento e os conflitos na família Kadafi somente diriam respeito à vida privada de Saadi; mas acontece que essas revelações expunham o verdadeiro caráter do regime líbio que fazia propaganda dos filhos de Kadafi, difundindo a noção que eles teriam um "papel importante no futuro do país".
Por que proteger Saadi Kadafi?
Naturalmente, o NYT pediu ao Departamento de Estado americano orientação sobre o que poderia ser publicado do material do Wikileaks que não colocasse em risco as fontes citadas nos documentos.
O que se pergunta é porque o jornal preservou, além das fontes, o nome do filho de Kadafi, sabedores que ao fazê-lo protegiam um regime ditatorial?
Gawker.com informa que o NYT não quis responder as indagações. Mas aparentemente houve um acordo entre o governo americano e o jornal.
Bill Keller, na ocasião diretor de redação do NYT, contou que os chefes de departamento do jornal tinham reuniões diárias com funcionários do governo americano para decidir o que poderia, ou não, ser publicado. O que pode revelar uma relação ambígua entre o regime de Kadafi e o governo americano.
Siga o Blog do Noblat no twitter
17.9.11
Poema para a mulher que dorme
Toque, apelo, um pouco de medo ao levantar.
São tantas coisas.
A mudança, o dia que toca a pele que me abraça.
Cheiros de rumos, pisadas avisadas, suspiros no abdômen.
Deitada, tão infinita em minha descrença.
Calor ufano em curvas heterogêneas.
Ela e o silêncio que me ajunta a versos que me estupram.
Onde termina sua parte...
Idiossincrasia alegórica, quantas gotas pingaram sobre minha escura luz.
Antes do poeta tentei ser minha mãe, meu pai, meu irmão.
Tentei de várias formas esperar que o ritmo da morte me entorpeça.
Não fui.
Não sou.
Não serei feliz. Sou poema.
Sendo assim NUNCA serei puro e é este NUNCA que me liberta
www.rodrigo7passos.blogspot.com
14.9.11
Qual será o próximo. Leia na grande imprensa!!!
Pedro Novais do PMDB, Ministro do Turismo, ou EX ???
Esse Governo da presidente DILMA se pauta pela imprensa. Só demite Ministros depois de publicações na Folha, Estadão ou Veja. Deve ser por essa razão que o PT e caterva querem REGULAR a imprensa, isto é, CENSURA-LA, para poder governar! Vamos mau, com o PT e PMDB, que são gente do mesmo padrão e nível, e vai ser difícil chegar ao quarto ano de governo, por absoluta falta de nomes e quadros para integrarem (temporariamente) os Ministérios!
13.9.11
12.9.11
11.9.11
Ressaca de pânico
10.9.11
Legitimar, respeitar e tolerar: A constante busca do homem pela igualdade.

O homem vem lutando de forma particular para garantir o seu espaço na sociedade. Isto porque, ser “diferente” dos padrões impostos pela atual cultura “fotochopada” da qual vivemos, que tenta enformar seus indivíduos como réplicas de um molde perfeito, é motivo suficiente para aprisionar qualquer um dentro de uma masmorra ou banir definitivamente aquele que ousasse sair dos modelos pré-definidos e historicamente estratificados. Hoje, a falsa moral ainda vive entre nós, como um grande calabouço sem paredes. Entretanto, as pessoas não estão dispostas a viverem presas a ele, apenas por que alguém acha que tem o direito de julgar e condenar uma determinada diferença. De fato, cada vez mais elas, as pessoas, buscam uma saída racional para garantir a legitimidade respeitável das suas filosofias de vida.
Ocidentais e orientais, religiosos e ateus, brancos e negros, homens e mulheres, héteros e gays, pobres e ricos, todos, como se sabe, constituem a árvore da diversidade humana. Devido a essa pluralidade de ideologias, pensamentos, crenças e, sobretudo comportamentos desiguais, os conflitos interacionais são inevitáveis. Isso acontece porque há uma necessidade inerente do ser humano de se sobrepor ao outro, de propagar uma filosofia particular de forma unívoca, como se ela fosse detentora das verdades absolutas. Exemplos disso não faltam na história da humanidade. Desde a catequese impelida pelo Catolicismo por várias culturas do mundo; da escravidão dos negros nos tombadilhos até as terras brasileiras; das teorias ensandecidas de raças puras defendidas por Hitler; dos conflitos religiosos da atualidade no Oriente Médio; das discriminações sofridas por negros, mulheres e homossexuais, passando pelo desolador quadro da desigualdade econômica presente em alguns países como o Brasil.
Nesse espectro, onde a antítese fincou morada, os grupos estigmatizados estão lutando em defesa da afirmação do seu espaço. E como toda luta, as discordâncias servem como pano de fundo para justificar práticas violentas que dividem a sociedade entre os menos e os mais aceitos. Nesse momento, é criada uma pirâmide entre aqueles que devem permanecer desfrutando do convívio social, geralmente posicionados no topo dela, e, por outro lado, aqueles que ficam à margem dessa estrutura, lhes restando o lugar mais rasteiro e esquecido. E nesse instante uma onda de intolerância banha a sociedade, pois cada grupo quer ter o direito expor as suas “verdades” e disseminá-las com intuito de ratificar determinados comportamentos e/ou filosofias.
Tal cenário, no entanto, vem sendo desconstruído, pelo menos aqui no Brasil, onde as pessoas estão derrubando certos preconceitos, a fim de viverem harmoniosamente entre si. Na realidade, já não são tão acentuadas as diferenças entre homens e mulheres, sobretudo no ambiente de trabalho ou nas questões relativas ao lar. Hoje, elas estão em pé de igualdade com eles, mostrando igual ou superior competência. Também houve uma significativa mudança entre as práticas discriminatórias contra os negros, visto que as leis que protegem esse grupo serviram para reeducar a sociedade para a importância de respeitá-los tal qual qualquer outro cidadão que compõe esse país. Na mesma linha impositiva, os gays também estão conseguindo legitimar o seu espaço na sociedade. Mesmo sem uma lei que criminalize os crimes contra essa classe, são inegáveis as melhorias alcançadas por eles nos últimos anos e, principalmente a ampla aceitação da população para a temática LGBTT.
Toda essa trilha revolucionária tem como bússola a palavra união. Ela é o guia que pode levar a sociedade para longe da selvageria criada por ela mesma. Desse modo, por trás de cada discurso social há uma crescente necessidade de buscar a unificação dos grupos, o que não quer dizer que isso vá “ilegitimar” as suas diferenças. Pelo contrário, a intenção primária é pacificar a sociedade, fazendo com que pessoas de tribos distintas possam conviver democraticamente entre si, numa relação de civilidade. Tudo isso porque a falta dessa união já causou, e ainda causa muito sofrimento e dor. Estes elementos resultantes de atos violentos, impensados por alguns que preferem agredir verbal ou fisicamente o outro, a ter que entender o cerne das diferenças que os constituem.
Assim, é pretencioso, e até hipócrita, querer que a sociedade caminhe de mãos dadas de uma hora para outra. Isso seria utópico, quase que irrealizável, pois as distinções entre as pessoas impossibilitariam tal feito. No entanto, é possível sim que todos vivam em harmonia, basta somente que haja a propagação da palavra tolerância. Ela é determinante na sedimentação do respeito, na autoafirmação da identidade e, consequentemente na construção da igualdade. Ninguém precisa gostar ou aceitar uma pessoa no seu convívio que tenha um pensamento religioso diferente do seu, um comportamento social incomum, uma cor de pele não padronizada, uma prática sexual diferenciada ou até mesmo uma maneira de agir desconforme com tudo o que se conhece como “correto”. Porém, todas as pessoas tem o dever moral e, principalmente humano de respeitar essas diferenças, pois é nessa máxima que a paz vai sendo construída e os preconceitos vão sendo vencidos. Portanto, só a união desprendida de moralismos e conservadorismos será capaz de reverter às atrocidades cometidas pela insensatez do homem.
9.9.11
Rui Silvares, e suas crônicas
Conversa
É uma conversa indolente, num nível de linguagem bastante pobre. Não percebo bem o assunto nem isso me interessa particularmente. Falam sobre questões do quotidiano, coisas vagamente dolorosas que parecem ocupar-lhes o espírito com alguma urgência. Não me parece que procurem respostas ou que, sequer, reflictam sobre nada em especial. Limitam-se a falar, preenchendo uma necessidade urgente.
A conversa terminou sem aparente conclusão. Suspendeu-se de súbito. Olhei de soslaio as duas senhoras. Pareciam aliviadas. Despediram-se: até amanhã se Deus quiser; e pronto. As coisas ficaram assim mesmo, resolvidas ou por resolver, isso não pareceu ter importância.
Há quem pague a um psicólogo, há quem escreva em blogues, há quem escreva livros com centenas de páginas, há quem se dedique à política, todos querem comunicar e ter alguém que os ouça. Pelo menos isso. Sobretudo isso.
8.9.11
7 de Setembro e as Marchas em protestos variados
MARCHAS DE 7 de Setembro
Para continuar a semana, com mais esperança e alegria
7.9.11
CAMINHANDO E CANTANDO
5.9.11
CINISMO PETISTA
FRASE DO DIA
Para vencer a batalha da opinião pública será preciso desmontar as armadilhas da chamada "espiral de cinismo": a corrupção política é aceita como inevitável, os cidadãos desertam da política, os políticos corruptos agem cada vez mais corruptamente, a opinião pública, instruída pela cantilena liberal, conforma-se ceticamente.Da Resolução Política do 4º Congresso do PT
3.9.11
Bloqueador de mãe
Humor
Gaúcho inventa bloqueador de mães em redes sociais
o_BairristaInvenção leva morador de Camaquã para a lista da Forbes.
O Gaúcho analista de sistemas, Paulo Freitas, acaba de entrar para a lista da Forbes de homens mais ricos do mundo ao criar um software que bloqueia as mães dos usuários em todas as redes sociais.
Gaúcho de Camaquã, Freitas sofria com a perseguição de sua mãe, dona Maria Freitas, na internet, algo que especialistas classificam como "Bullying maternal".
- Eu simplesmente não aguentava mais os comentários dela no Facebook. Em todos os meus assuntos ela se metia; todas as fotos ela comentava - disse Freitas.
O software chamado de "Bloqueador de mamães" já é sucesso nas lojas de informática. Ao preço de 32 pila o programa já foi comprado por mais de 3 milhões de pessoas.
Leia mais em Gaúcho inventa bloqueador de mães em redes sociais




















