31.3.11
Teste de psicopata;
(dou a resposta esperada depois de alguns comentários...)
"
ATENÇÃO! Esse é um teste psicológico de verdade.
Uma garota que, durante o funeral de sua mãe, conhece um rapaz que nunca tinha visto antes e que se dizia grande amigo da família. Ela achou o cara tão maravilhoso que acreditou ser o homem de sua vida. Apaixonou-se por ele e começaram um namoro apaixonado que durou uma semana. Sem mais nem menos o rapaz sumiu sem deixar informações e nunca mais foi visto. Dias depois, ela matou a própria irmã..
A questão é:
Qual o motivo da garota ter matado sua irmã?
(Pense em uma resposta e, só então, entre na comunidade e veja no fórum a resposta para verificar a sua análise psicológica)
"
Jorge Pinheiro comemora 4 anos do seu EXPRESSO DA LINHA
EXPRESSO DA LINHA - QUATRO ANOS
Desfilando as cores da paixão
30.3.11
GERSON DIET
29.3.11
Exerto de um comentário muito antigo...
Cada um é cada um.
E daí???
VIVA A DIVERSIDADE!!!
VIVA O DIREITO DA PREFERENCIA SEXUAL!!!
VIVA A LIBERDADE DE EXPRESSÃO!!!
VIVA todas as mulheres que tiveram coragem
o suficiente pra se gostar e se assumir.
um VIVA àquelas que preferem a descrição!
E todos os VIVAS à todas nós mulheres, hetero,
bi, homo, porque só a gente sabe o que é
tentar viver e se expressar dentro da
sociedade esmagadora e massificadora em que
convivemos... "
DE COSTAS PRO BRASIL
O Povo Quer Saber (CQC): Jair Bolsonaro X Preta Gil, Gays e Negros
Preta Gil diz que vai processar deputado
A cantora Preta Gil anunciou na madrugada desta terça-feira, 29, que pretende processar o deputado Jair Bolsonaro por racismo. Durante sua participação no quadro O povo quer saber, do CQC, Bolsonaro - conhecido por suas declarações polêmicas - disse que seus filhos não namorariam uma mulher negra porque "foram muito bem educados".
No quadro, que foi ao ar nesta segunda-feira, 28, Preta havia gravado uma pergunta para saber qual a reação do parlamentar se o filho dele se apaixonasse por uma negra. "Preta, eu não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. E não corro esse risco, os meus filhos foram muito bem educados e não viveram em ambiente como lamentavelmente é o teu", respondeu. Antes disso, ele já havia dado respostas com conteúdo homofóbicos a perguntas de populares.
Preta declarou que vai tomar providências. "Advogado acionado. Sou uma mulher negra, forte e irei até o fim contra esse deputado racista, homofóbico, nojento. Conto com o apoio de vocês", escreveu. "Estou em paz, sei muito bem a família que tenho, o orgulho de ser negra e a consciência dos meus direitos como cidadã".
Vídeo no Youtube ou aqui:
Fonte: Blog - Sem Preconceitos
Sintonizados
quando nos beijos
os lábios meus podem sentir o gosto doce que tem os lábios teus
sinto uma respiração mudando de ritmo,
mas já não sei mais se é você ou se sou eu!
quando nos abraços
os meus braços te apertam e eu posso sentir o quão suave é a tua pele,
sinto um coração batendo mais forte
e já não sei mais se é o teu ou o meu!
quando no meu ouvido diz que me ama
posso perceber o quão doce é a tua voz.
quando os olhos meus nos olhos teus repousam,
toda sinceridade existe entre nós.
quando na minha pele a tua pele se esquenta
quando no meu peito o teu peito se abriga
quando no meu ombro o teu sono te pega...
sintonizados... deixamos de ser dois.
28.3.11
Esculhambem a Dilma!
SUS fará primeira cirurgia de mudança de sexo em transexual feminino
Para a medicina, a cirurgia também é o desenlace de um drama. Em 1975, quando a primeira operação desse tipo veio a público, o médico responsável pelo feito, o cirurgião plástico Roberto Farina, chegou a ser condenado por lesão corporal grave, enquadrado no Código Penal Brasileiro. Quem quisesse se submeter ao procedimento, portanto, tinha de fazê-lo de forma clandestina, ou viajar a países com tradição no assunto, caso de Tailândia, Grã-Bretanha, Marrocos e Equador. Mas a demanda pelas intervenções fez com que os profissionais de saúde paulatinamente repensassem suas posições. Em 1997, a cirurgia foi reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina em caráter experimental. No ano seguinte, o urologista Carlos Cury, de São José do Rio Preto, interior de São Paulo, realizou as primeiras operações: no mesmo dia, retirou o órgão genital de dois homens. Em 2002, a prática deixou de ser experimental. Por fim, em 2008, o Ministério da Saúde deu ao tema status de questão de saúde pública, ao assumir os custos da cirurgia de mudança de sexo entre homens e, no final do ano passado, entre mulheres. É o fim de um ciclo.
Transtorno, não doença A incompatibilidade entre corpo e mente não é uma peculiaridade de Xande. Segundo Luis Pereira Justo, psiquiatra do Centro de Referência e Treinamento DST/Aids (CRT), da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, a incômoda sensação de ocupar a estrutura física errada é comum aos transexuais. "A pessoa sente vergonha, constrangimento e, muitas vezes, não consegue nem ao menos saber quem na verdade é. Não é uma questão de comportamento sexual, mas de identidade de gênero", diz. "Trata-se de um transtorno de gênero, não uma doença." Em meio à turbulência, a identificação se faz, então, com o papel socialmente apropriado ao sexo oposto. Isso, defende o psiquiatra, acarreta pressões psicológicas, familiares e sociais, já que não se corresponde ao figurino esperado. Para alguém como Xande, possuir seios é um transtorno. Cultivar a barba, um desejo. É algo completamente distinto da homossexualidade. "Nela um homem, por exemplo, se aceita enquanto homem, mas seu desejo sexual recai sobre outro homem. Já o transexual não aceita o corpo que tem, não se vê refletido nele. Essa condição é entendida como uma patologia pela Organização Mundial da Saúde", diz Quetie Mariano Monteiro, psicóloga do Departamento de Sexologia do Hospital Pérola Byington.
Esse é o perfil das centenas de transexuais que aguardam na fila de espera pela mudança no corpo. Só no Ambulatório de Saúde Integral para Travestis e Transexuais, do CRT de São Paulo, foram 580 atendimentos desde 2009, ano da inauguração do serviço – apenas 31 são transexuais femininos, como Xande, que passou por ali. O CRT é responsável no estado por emitir os laudos que autorizam a cirurgia bancada pelo SUS. É uma exigência do Conselho Federal de Medicina. Sem o documento, a operação, custeada com dinheiro público ou privado, é proibida. Há mais três centros de triagem no país.
A emissão do laudo encerra um processo que se estende por dois anos, durante os quais as condições físicas, mentais, sentimentais e sociais do candidato à cirurgia são esquadrinhadas até semanalmente por psicólogos, psiquiatras, endocrinologistas e assistentes sociais. O objetivo é rastrear pistas que permitam prever casos em que o paciente não está preparado para o procedimento cirúrgico e tudo o que ele acarreta. Um diagnóstico errado de transexualismo pode, como é fácil prever, desencadear problemas irreversíveis e há até registros de suicídio. "O acompanhamento do candidato até a cirurgia é um processo longo e delicado", define Maria Filomena Cernicchiaro, diretora do CRT.
Até mesmo os profissionais de saúde ainda se adaptam aos procedimentos necessários envolvidos. A equipe do Hospital Pérola Byington, por exemplo, onde será feita a cirurgia de Xande, passou por um treinamento especializado, com o objetivo de realizar duas intervenções mensais. "A saúde pública tem de se preparar para atender os transexuais", diz a chefe do Departamento de Sexologia da instituição, Tânia Mauadie Santana. No caso do procedimento em sentido inverso – do sexo masculino para o feminino –, há mais expertise: desde agosto de 2008, 84 cirurgias já foram realizados pelo SUS, ao custo total de 109.200 reais. "O estado arca com a cirurgia porque o transtorno implica sofrimento e incapacitação para essas pessoas", diz Justo.
27.3.11
A Importância da Educação Sexual na Adolescência
O primeiro contato sexual está cada vez ocorrendo mais cedo entre os jovens. Meninos e meninas, por motivos diversos, tornam-se sexualmente adultos num período da vida em que as dúvidas sobre temas como gênero, identidade de gênero, sexo, sexualidade, direitos reprodutivos e DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) não estão totalmente esclarecidos na mente deles. Com isso, um tsunami de problemas de ordem biológica, psicológica e social pode ser gerado quando não há um acompanhamento educacional, a partir do instante que o jovem começa a manifestar as primeiras oscilações da libido, na qual fará parte da vida dele na fase adulta.
O envolvimento cada vez mais precoce entre adolescentes na vida sexual tem se tornado algo corriqueiro. Antigamente, muitos tinham a sua primeira experiência sexualmente ativa entre os 16 e 17 anos de idade, porém, atualmente, essa faixa etária varia entre os 13 e 15 anos de idade. Essa estimativa pode ser evidenciada na rotina diária de muitos brasileiros, sobretudo nas regiões onde a pobreza é extrema, visto que a desigualdade social em algumas regiões ainda é um dos principais causadores da prematuridade sexual juvenil. Isso é preocupante, pois enfatiza que a falta de uma orientação sexual está intimamente ligada aos fatores sócio-culturais e econômicos.
Devido a isso, o número de adolescentes grávidas continua crescendo, da mesma forma que o índice de abortos nessa fase aumenta proporcionalmente. Muitas delas, antes de ter o primeiro contato sexual, não tiveram uma orientação adequada sobre os seus direitos sexuais e reprodutivos. Isto por que, muitas escolas tratam desse assunto de forma conceitual sem contextualizar a realidade pela qual muitas delas vivem. Além disso, o ambiente familiar ainda trata como tabu a sexualidade feminina, procedimento este fruto de uma cultura altamente conservadora e, sobretudo machista.
Entre os garotos acontece o processo inverso, uma vez que muitas vezes os próprios pais são os primeiros a estimular a prática sexual deles. Geralmente é a figura paterna que se encarrega de dar os passos iniciais nessa questão, orientando os filhos da necessidade que eles têm de começar imediatamente a sua vida sexual. Com essa atitude, às vezes inconsciente, contribuem para que esses adolescentes se aventurem em práticas sexuais desprevenidas. O resultado disso é a consolidação de pais prematuros e despreparados para assumir determinadas responsabilidades, quando não, contraem alguma doença sexualmente transmissível.
Só no Brasil, o número de jovens que são contaminados por doenças ligadas ao sexo, principalmente na primeira relação de uma das partes, cresce a cada ano. No entanto, essa realidade não está ligada a falta de investimento governamental no que se refere aos contraceptivos. Pelo contrário, a cada ano o governo amplia o quantitativo de métodos anticoncepcionais, abrangendo localidades onde esses recursos eram escassos ou inexistentes. O que falta é uma educação sexual contextualizada, ou seja, não basta dizer que existem riscos de se contrair uma doença ou uma gravidez indesejada. É preciso exemplificar, com fatos da realidade desses jovens, os possíveis riscos que eles podem sofrer com a iniciação descabida da própria sexualidade.
Os males que uma má educação sexual pode causar são inúmeros, além de deixar sequelas profundas no corpo e no psicológico dos jovens, muitas delas até irreversíveis. Para que isso seja evitado um simples diálogo informal dentro de casa entre pais e filhos pode evitar uma gravidez não desejada ou até mesmo uma DST. A escola também merece destaque pois sobre ela recai a responsabilidade de orientar os jovens sobre os perigos acarretados pelo não uso dos métodos contraceptivos. Portanto os dois alicerces básicos, a escola e a família, têm a obrigatoriedade de guiar essa juventude para um caminho mais consciente, no qual ele solidifique o respeito pelo próprio corpo e pelo do parceiro(a).
ESTAMOS FODIDOS, por Jorge Pinheiro
ESTAMOS FODIDOS
Jorge Pinheiro
Os assexuados: conheça a tribo que defende o direito de não transar
Por Laura Ancona Lopez
Engajados Jovens assexuados do mundo todo gravam depoimentos para um canal de vídeos na internet
Michael Doré tem 28 anos e nunca beijou. Nem pretende. Beijos, carinhos e qualquer forma de contato íntimo lhe causam repulsa. “O sexo me enoja”, diz. “Sou um assexual convicto.” É quase impossível imaginar que um cara como ele, charmoso, bem-sucedido — é um matemático norueguês e PhD da Universidade de Birmingham, na Inglaterra —, sequer pense em transar. Ainda mais nos dias de hoje, em que sexo e orgasmo são quase uma obrigação. E, antes que você se pergunte o que há de errado com Michael, ele mesmo responde: “Não, não sou gay, não fui abusado na infância, nem tenho problemas hormonais. Eu simplesmente não gosto de transar”. Assim como ele, a pedagoga mineira Rosângela Pereira dos Santos, o bancário americano Keith Walker e uma legião de assexuados dos mais diferentes cantos do planeta começam a sair do armário. São homens e mulheres de todas as idades, perfeitamente capazes de fazer sexo, mas sem nenhum apreço pela coisa. Gente que, graças ao apoio da Aven (Asexual Visibility and Education Network), rede que luta pela visibilidade dos assexuados no mundo, conseguiu se unir para levantar a bandeira da abstinência e lutar para que a assexualidade seja reconhecida como uma quarta orientação sexual (além de héteros, homos e bissexuais).
Leia mais: clube de leitura une mulheres nuas a clássicos da literatura


Sob o slogan “It’s o.k. to be A” (algo como “tudo bem ser assexuado”), essa turma tem frequentado as passeatas gays de Nova York, São Francisco, Londres e Manchester. No grupo, lutando contra o preconceito em relação aos que não gostam de transar, há desde aqueles que nunca tiveram uma relação sexual na vida, até os que fazem sexo por obrigação, para não perder o parceiro. “Por assexual entende-se apenas aquele que não sente atração sexual, não o que não é capaz de se envolver”, explica a socióloga Elisabete Oliveira, que fez do assunto tema de seu doutorado na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. “Existem os assexuais românticos e os não românticos. O primeiro grupo consegue se apaixonar, casar e até ter filhos — desde que não haja sexo envolvido. O segundo não gosta de carinhos e não se sente apto a se apaixonar.”
Esses dois grupos também podem ser classificados como libidinosos ou não. “Ser assexual não significa, necessariamente, não ficar excitado”, afirma o bancário americano Keith Walker, 37 anos. “Muitos de nós se masturbam, mas não estabelecem relação entre isso e o sexo. É apenas uma maneira de relaxar e aliviar o stress”, diz. Segundo a psicóloga paulista Tânia Mauadie Santana, hoje é comum que a energia que antes era sexual seja canalizada para outras áreas da vida. “A libido é uma energia vital, o que não necessariamente se manifesta só nos órgãos sexuais. O desejo pode ser direcionado para o trabalho, a comida e as atividades físicas”, diz.
Com as recentes investidas no chamado Viagra feminino — comprimido à base de flibanserina que promete devolver a libido à mulher que a perdeu e apresentá-la a que nunca teve —, a comunidade médica tem falado muito em “desejo sexual hipoativo”. O termo, catalogado há mais de 30 anos pela Organização Mundial da Saúde como uma “disfunção sexual”, tem conotação pejorativa para assexuados, que, com razão, não querem ser vistos como doentes. “Quem pratica sexo costuma ter humor melhor, pois o ato libera hormônios de ação antidepressiva. Mas a falta dele não chega a ser um problema de saúde. Ninguém vai morrer por isso”, afirma Tânia Santana. Segundo o psiquiatra Alexandre Saadeh, a assexualidade só requer tratamento quando gera sofrimento. “Se a falta de desejo ou o excesso dele impedir alguém de ser feliz, aí, sim, deve-se falar em tratamento. Caso contrário, não há por quê”, afirma o médico.
Para mostrar (e entender) que é possível ser feliz sem sexo, Marie Claire se cadastrou em redes e sites de relacionamento onde assexuais trocam ideias, causas e bandeiras. No Brasil, o site Refúgio Assexual, criado pelo pernambucano Julio Neto, de 19 anos, é o principal local de convergência dessa turma. “Muitos chegam aos fóruns com sentimento de culpa. É compreensível. Na sociedade em que vivemos hoje, em que se usa o sexo para vender de geladeiras a refrigerantes, é quase um crime não querer transar”, diz ele.
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26.3.11
Um processo criativo, dinâmico, sempre no Agora.
O Portal™ é um processo criativo, dinâmico, sempre no Agora.
- Sessão Virtual com Subida ao Portal™ toda terça-feira 21:00 horas (horário de Brasília), acesso gratuito. Clique aqui para entrar na sala.
- Você pode ouvir gratuitamente Mp3s de sessões anteriores acessando aqui.
- Reunião Virtual, com Zenilde Cardoso Teles, toda quinta-feira 20:30 horas (horário de Brasília), acesso gratuito. Subida ao Portal™ é feita a critério da moderação.
- Reunião Virtual, com Andréa Palermo, todo domingo 20:00 horas (horário de Brasília), acesso gratuito. Subida ao Portal™ é feita a critério da moderação.
25.3.11
24.3.11
A FRASE
23.3.11
FINALMENTE a REVELAÇÃO....
Foto: Daily Mail/Reprodução
A ex-modelo, no entanto, confessa nunca ter gostado de tênis. Hoje, com 52 anos e casada com um rico homem de negócios, Fiona, que se recusou diversas vezes a posar novamente, diz não ter arrependimentos pela foto, ainda que a musa misteriosa do tênis nunca tenha ganhado um centavo por ela.
Fiona tinha 18 anos, era uma estudante de arte e utilizava o sobrenome Butler quando concordou em posar o ambicioso fotógrafo chamado Martin Elliott, à época namorado da garota.
Com raquete e vestido emprestados e um boné de seu pai, a musa e Elliott criaram uma das imagens mais icônicas e intrigantes dos anos 70. Charme esse, aliás, que tem muito a ver com mistério que sempre envolveu a bela loira, que demorou mais de três décadas para mostrar seu rosto.
O ensaio aconteceu numa quadra na universidade de Birmingham, em Edgbaston, na Inglaterra, numa tarde em setembro de 1976, e as bolinhas de tênis pertenciam a seu cachorro.
22.3.11
RECORDAR é VIVER
O primeiro que pisou assim se deu mal



















