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18.1.11

Ivan Lessa, bem humorado

Bobas bodas reais

Ivan Lessa, BBC Brasil
Evém besteira aí. Da grossa e graúda. Casamento já é um negócio meio bobo. Enlace piora muito as coisas. Matrimônio é quando a data para a separação – escandalosa, ruidosa – já vem com os votos e as juras trocadas pelo casal de nubentes e é lida por quem oficiar a cerimônia em voz alta e empostada.
Eu falei em "nubentes". Nunca conheci um casal de "nubentes" que tivesse ficado junto por mais de dois anos. A separação é acrimoniosa e sai em primeira página de jornal, quando não das ocorrências policiais.
Claro que estou me referindo ao infausto acontecimento que terá lugar no dia 29 de abril na Abadia de Westminster, aqui em Londres, conhecida por sua arquitetura e por (toque, toque, toque, toque) dar um tremendo de um azar a quem lá se aventurar a contrair núpcias. Taí, "contrair núpcias" eu me esqueci de botar no meu rol de sandices arqueológicas verbais.
29 de abril. Ainda falta tempo. Muita água a deslizar por muito barranco e correr por muita terra nos quatros rincões da Terra (numas mais que as outras), mas aqui, talvez devido à euforia de uma nevasca emborrascada que veio e já se foi, não se fala em outra coisa nos meios onde rareiam os assuntos interessantes.
Abramos o jogo, ingressemos Abadia adentro, façamos caras de tolos, pois já as temos se lá fomos ter, e examinar mais de perto as Bodas Reais, que é como estão chamando o casamento do segundo cavalheiro na ordem de ascensão ao trono do Reino Unido, o príncipe William, com Kate Middleton.
Pena que o filme com Gregory Peck e Audrey Hepburn em inglês tenha se chamado Roman Holiday e não, como no Brasil, A Princesa e o Plebeu. Se não, já sabemos, aqui, como aí, só dariam nota a respeito com pelo menos um "o príncipe e a plebeia". Fica para outra. "Feriado Romano" só se tiver Berlusconi no meio.
A cerimônia vai ser oficiada pelo general Hoyt-Phillips. Mentira, mentira, corro para não pegar prisão ou ser tratado como ditador tunisiano, Julian Assange ou policial infiltrado em meios semi-subversivos. Não quero enganar bobo algum em nenhuma casa de ovo. A cerimônia vai ser oficiada, em trajes eclesiásticos, mas nunca, nunca civis, pelo Arcebispo da Cantuária, que os ingleses, coitados, em sua ignorância e "deixa pra lá" com o resto do mundo, insistem em chamar de Canterbury. Papalvos, digo eu, papalvos, repito.
Leia a íntegra do artigo em Bobas bodas reais

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