COMO FUNCIONA

Este blog foi criado num Domingo chuvoso daí www.domingoamigo.blogspot.com/!

Pensando em leitores que não se animam a manter um blog pessoalmente, e os bloggers, que desejosos de atingir outros leitores, além dos seus habituais, gostariam, vez por outra, de postar num blog COLETIVO, criamos a SOCIEDADE ANÔNIMA, onde você poderá postar, sempre que tiver vontade!

Para fazer parte dos AUTORES do blog basta escrever para: cimitan@terra.com.br, solicitando sua inclusão, como membro do SOCIEDADE ANÔNIMA. Mande seu nome, e endereço de e-mail, para ser registrado. Só não pode deixar de assinar seus posts! E será responsabilizado pelo seu conteúdo.

A gerência se reserva ao direito de excluir o participante cujo comportamento não for condizente com o do grupo.

31.10.10

Meus votos de um bom governo, para a nova e primeira Presidente, mulher, do BRASIL

Foto E.P.L. - Praia de Ibiraquera - 2010

Site oficial de Serra patrocina terrorismo eleitoral



Vídeo fez desta a campanha eleitoral mais suja que já assistimos. Por Brizola Neto. Foto: Reprodução

Reportagem da revista Carta Capital




Por Brizola Neto*
A colunista Eliane Catenhede referiu-se aos blogs pró-Dilma como “os cães da internet”.
José Serra chama-os de “blogs sujos”.
Quero saber o que irão falar do que a campanha de Serra – sim, a campanha de Serra, que colocava este blog “Vou de Serra 45″ na sua capa de seu site oficial – publica com o mais nítido sentido de terrorismo eleitoral, com uma produção que é evidentemente eleitoral.
Um vídeo chamado “2012, o fim está próximo” é um crime, sob todos os aspectos.
Figura o Brasil sob uma ditadura, até com ameaça de invasão de tropas estrangeiras.
Coisa de canalhas. Quem age assim, sob um regime democrático e às vésperas de uma eleição livre e democrática.
Pessoas assim, sim, são terroristas. Porque não estão lutando contra a tirania, estão lutando contra o voto livre da população, usando como arma o medo, a mentira e, sobretudo, a covardia.
Vou colocar o vídeo, repugnado. Porque ele está sendo publicado por dois dos grandes veículos de comunicação, O Globo e o Estadão, em seus portais, nas colunas Radar Online e no Noblat. E sem uma palavra de condenação. (atualização: postado também no corpo de O Globo).
Por isso publico, porque é necessário reagir, e não fingir que isso não é nada.
Foi por “não ser nada” que o nazismo se desenvolveu até ir ao poder.
Eu desconsideraria, se não tivesse sido publicado, como disse, sem uma palavra de condenação por dois órgãos de imprensa gigantescos, que, ao faze-lo, difundiram a centenas de milhares de pessoas o conteúdo do esgoto.
Sei que o assunto está no setor jurídico do PT.
Em nome da democracia, suplico que tomem uma atitude, já que se tornou inútil esperar que o Ministério Público Eleitoral aja.
Tem que haver limites para a baixaria e a sordidez.
Não se trata de reprimir a liberdade e o direito de crítica, consagrados na Constituição, vedado o anonimato.
O blog, mesmo sendo anônimo, encontrou abrigo na página da campanha de José Serra.
Assim, juridicamente, ele o subscreveu.
Não é um comentarista ou alguém que, informalmente, diz ali coisas exageradas.
É um trabalho profissional, não obra de amador. Foi postado num canal do youtube criado especialmente para isso, na quarta-feira.
Nunca pedimos ações contra garotos que fazem baixarias.
Coisa bem diferente é isso ser patrocinado pela campanha tucana.
Que fez, lamentavelmente, desta a campanha eleitoral mais suja que já assistimos.

Crônica

FUI VOTAR

Entre sair de casa, neste Domingo ensolarado de São Paulo, onde o silêncio das 09:30 da manhã é maior do que em outros Domingos do ano, e voltar para casa, não levei dez minutos! Parei o carro exatamente em frente ao portão de entrada do Colégio onde voto. À minha frente uma senhora de aproximadamente 40 anos tropeçou e caiu. Um senhor que vinha logo atrás à socorreu. Nada aconteceu, a não ser seu olhar no meu exatamente enquanto rolava no chão. De espanto e vergonha, era esse olhar! O meu, de  total incapacidade de fazer alguma coisa, espanto e lamento!
Minha seção, como no primeiro turno, não tinha ninguém, além dos quatro meninos mesários! Votei em menos de quinze segundos. Estou de volta, em casa! Lá o silêncio era de velório. A impressão que me passou é que a cidade esta vazia, pelo feriado prolongado, além do Domingo. Esta triste com o resultado antecipado desta eleição. Esta desmotivada pela baixa qualidade e carisma dos candidatos. Esta desinteressada porque em nada vai mudar em suas vidas! Esta satisfeita porque o Domingo é de sol, e há um profundo silêncio e paz reinando no ambiente!
Postada originalmente no O ÚLTIMO BLOG

27.10.10

foto do UOL

O QUE VOCÊS ESTÃO OLHANDO?

Uma discussão sobre o direito à intimidade na era do Google Street View, Facebook, Orkut e Twitter.

Vale a pena ler a entrevista de Túlio Vianna, Doutor em Direito do Estado, Professor de Direito Penal da Universidade Federal de Minas Gerais e autor do livro "Transparência Pública, Opacidade Privada", publicada no suplemento ALIÁS, do jornal "O Estado de S. Paulo" em 10/10/2010.

"Não tem escapatória. Onde quer que aterrisse, o Google Street View sempre deixa um rastro de polêmica a respeito do direito à privacidade. Para quem ainda não ouviu falar, trata-se de um serviço de mapas do Google que oferece vistas reais das ruas e avenidas de uma porção de cidades. Acabou de chegar ao Brasil. Funciona como se a gente, sentado diante da tela do computador, movendo só o dedo indicador sobre o mouse, pudesse caminhar pela Champs-Elysées, Quinta Avenida, Piazza Navona ou Praça da Sé.


Continue a ler a entrevisra clicando AQUI

Espaços

Um pouco de HUMOR, por favor!!!!

26.10.10

Porca de Seychelles, ou Coco do mar



 O Coco de Mer pertence à subfamília de Coryphoidae e da tribo Borasseae. Borasseae é representado por quatro géneros em Madagascar e por um em Seychelles fora dos sete mundiais. São distribuídos nos coastlands que cercam o Oceano Índico e os consoles existentes dentro. O Borassus, o género o mais próximo a Lodoicea, tem aproximadamente cinco espécies no “Velho Mundo,” uma espécie na África, uma na India, Ásia e Malaysia do sudeste, um na Nova Guiné e duas espécies em Madagascar. A árvore alcança 25-34 m de altura. As folhas são em forma de leque, 7-10 m de comprimento e 4.5 m de largura com um peciole de 4 m. O dioecious, tem o  macho separado das plantas fêmeas. As flores masculinas, estão no catkin-como, e podem chegar até a 1 m de comprimento. A fruta madura tem 40-50 cm no diâmetro e pesa 15-30 quilogramas, e contem as a maior semente no reino vegetal. A fruta, que exige 6-7 anos para se amadurecer e uns dois anos mais adicionais para germinar, é referida às vezes igualmente como o coco do mar, ou semente do vagabundo, ou  coco dobro, ou fesse dos Cocos, ou a porca de Seychelles.

Ideal ou causa ?

Causa ideal


Tenho a sensação que as pessoas preferem causas a ideais.
Um ideal aloja-se-nos no cérebro. Uma causa infecta-nos a alma.
Uma causa é como um incêndio a lavrar em mato seco, alimenta-se de tudo o que pode e quando se apaga restam muito poucos vestígios reconhecíveis. Fica tudo queimado.
Um ideal dá muito mais trabalho a cuidar. É como tentar meter uma floresta num jardim.
Acho que um ideal é mais flores e uma causa é tipo cinzas. Ou se calhar não.

O SILÊNCIO DOS BONS

Domingo , agora , é dia de eleição .Dia de votar . De escolher . De separar o joio do trigo .E de afastar os perigos que rondam a democracia brasileira . Num dia que não vai longe , desanimado com as violências e injustiças que esmagavam sua raça , Martin Luther King disse ; " O que mais me preocupa não é o grito dos violentos , nem dos corruptos , nem dos desonestos, nem dos sem ética .O que mais me preocupa é o silêncio dos bons" . Quando os bons o ouviram e começaram a gritar , os negros norte-americanos viraram a página da história e se tornaram livres . Aqui , neste chão sagrado do Brasil , já estamos atingindo um ponto no qual um candidato da oposição à Presidência da República simplesmente é proibido de andar nas ruas de seu país . É agredido por turbas radicais . E ainda se transforma em motivo de chacota para um presidente que perdeu a compostura . Já não é hora de quebrarmos o silêncio ? Por tudo isso e por muito mais , vou votar em José Serra !!!

Recta final das eleições brasileiras

Dilma ou Serra?

Será que existe substituto para Lula?

O Brasil no proximo mandato vai ficar sem um lider? e como vai reagir a população?

o crescimento económico vai continuar a aumentar? e a violencia? desigualdade social como vai ficar?

www.olhardireito.blogspot.com/2010/10/eleicoes-gerais-no-brasil-2010-reta.html

Deu no Globo

Oposição unida

Merval Pereira
A radicalização promovida pelo próprio presidente Lula no embate eleitoral, com o objetivo de eleger sua candidata a qualquer custo, gerou uma inesperada unidade de ação na oposição no segundo turno. Além de ter dado novo ânimo à oposição, essa tentativa de Lula de atropelar os adversários fez com que os líderes oposicionistas usassem o segundo turno para ensaiar os primeiros movimentos do que será a atuação de um futuro bloco oposicionista, se for confirmada a eleição de Dilma Rousseff nesse segundo turno.
O melhor exemplo está na manifestação do fim de semana no Rio, que reuniu as principais lideranças do PSDB, do PP e do DEM em apoio ao candidato tucano, José Serra, no que foi a maior passeata da campanha até o momento.
O fato é que a tentativa de dizimar a oposição acendeu um sinal amarelo nas lideranças que ainda alimentavam a utopia de um relacionamento amistoso com o presidente Lula, e tornou muito mais acirrada a disputa presidencial, quase que obrigando a essa união das forças oposicionistas que sobreviveram ao ataque de Lula.
"O presidente sai dessa eleição menor do que entrou". A frase do ex-governador e senador eleito por Minas Gerais Aécio Neves é emblemática.
Elegendo sua candidata usando os meios que vem usando, o presidente Lula, como diz a candidata verde Marina Silva, "ganhará perdendo".
E se, como tudo indica, isso não tiver a menor importância para ele, desde que vença a eleição, estará ratificando a sua opção pela baixa política, o que quase metade do eleitorado brasileiro repudia ao votar na oposição sistematicamente desde que ele se elegeu pela primeira vez em 2002.
Há um mínimo de 40% de eleitores que votam na oposição desde aquela época no segundo turno, e tudo indica que este ano o número será maior ainda, mesmo que os votos válidos oposicionistas não sejam suficientes para vencer a eleição, o que ainda é uma hipótese rejeitada pela oposição.
No meu livro "O lulismo no poder", da Editora Record — que, aliás, já está na segunda edição — escrevi na introdução, utilizando uma definição bastante conhecida, que o presidente Lula tem demonstrado que é um político populista, que pensa na próxima eleição, enquanto o estadista pensa nas próximas gerações.
O próprio Lula, na primeira declaração ao ser eleito em 2002, reconheceu em público a atitude "republicana" do então presidente Fernando Henrique Cardoso durante a campanha presidencial, sem a qual ele poderia não ter sido eleito.
Ao contrário do seu antecessor, que promoveu um processo de transição presidencial exemplar, o presidente Lula deixou claro desde muito antes do início oficial da campanha presidencial que o único resultado que o interessava era a eleição de sua sucessora.
Chegou ao exagero de dizer que, sem a eleição de Dilma Rousseff, consideraria que seu governo tivesse fracassado.
O ex-operário que chegou ao poder prometendo uma nova maneira de fazer política, e alegando que a corrupção seria reduzida pela simples chegada do PT à Presidência da República, transformou-se no mais pragmático dos políticos, no pior sentido do termo, que é o de conviver com o fisiologismo e a corrupção no pressuposto de que são inevitáveis na nossa democracia de massas.
Leia a íntegra do artigo em Oposição unida

25.10.10

O tempo pode acabar?

Sim. E não. O tempo acabar parece ser impossível e inevitável. Trabalho recente em física sugere uma resolução para este paradoxo.




por George Musser
EM NOSSA EXPERIÊNCIA DIÁRIA, nada termina realmente. Quando morremos, nossos corpos definham e o material retorna à terra e à atmosfera, permitindo a criação de novas fontes de vida. Vivemos no que vem depois. Mas este será sempre o caso? Poderia haver um tempo futuro quando não haverá “depois”? Depressivamente, a física moderna sugere que a resposta pode ser positiva. O tempo pode acabar. Toda atividade cessaria e não haveria renovação ou recuperação. O fim do tempo seria o fim dos fins. 


Essa possibilidade foi uma predição inesperada da teoria da relatividade geral de Einstein, o nosso entendimento moderno da gravitação. Antes dessa teoria, a maioria dos físicos e filósofos pensava que o tempo fosse universal, um ritmo estacionário no qual o Universo marchava, sem nunca variar, fraquejar ou parar. Einstein mostrou que o Universo é mais como uma grande festa polirrítmica. O tempo pode desacelerar, distender ou se rasgar. Quando sentimos a força da gravidade, estamos sentindo a improvisação rítmica do tempo; objetos em queda são dragados para lugares onde o tempo passa mais lentamente. O tempo não só afeta o que a matéria faz, mas também responde ao que a matéria está fazendo, como bateristas e dançarinos que atiçam uns aos outros em um frenesi rítmico. Quando as coisas fi carem fora do controle, o tempo pode evaporar-se em fumaça, como um baterista superexcitado que entra espontaneamente em combustão.

Os momentos em que isso acontece são conhecidos como singularidades. O termo se refere a qualquer fronteira no tempo, seja ela o início ou o fi m. A singularidade mais conhecida é o Big Bang, o instante 13,7 bilhões de anos atrás quando o Universo – e, com ele, o tempo – veio à existência e começou a se expandir. Se o Universo um dia parar de se expandir e começar a se contrair, isso será como um Big Bang ao contrário – o Big Crunch – e o levará a uma paralisia. O tempo não precisa sucumbir em todos os lugares. A relatividade diz que ele expira dentro de buracos negros, enquanto fl ui no Universo como um todo. Buracos negros têm uma merecida reputação para a destruição, mas ela é ainda pior do que poderíamos pensar. Se mergulhar em um desses devoradores, você não apenas seria rasgado em pedaços, mas seus restos atingiriam, por fim, a singularidade no centro do buraco negro, e a sua linha do tempo terminaria. Nenhuma nova vida emergiria de suas cinzas; suas moléculas não seriam recicladas. Como um personagem que chega à última página de um romance, você não sofreria uma mera morte, mas um apocalipse existencial. 

Demorou décadas para os físicos aceitarem que a relatividade prevê algo tão incômodo como morte sem renascimento. Até hoje, eles não sabem ao certo como lidar com isso. Singularidades são, possivelmente, a razão principal pela qual os físicos procuram criar uma teoria unifi cada da física, que uniria a ideia de Einstein com a mecânica quântica, de modo a criar uma teoria quântica da gravidade. Eles fazem isso, em parte, para tentar explicar defi nitivamente as singularidades. Mas é preciso ter cuidado com o que se deseja. O fi m do tempo é difícil de imaginar, mas o tempo sem um fi m pode ser igualmente paradoxal.

FRASE DO SEGUNDO TURNO


Foi confirmado:

 A Dilma é a mais católica do país: em todos os contratos
feitos pela casa civil, ela levava um terço ! 

Enviado por E. Longo

24.10.10

A eficácia das palavras certas


A história abaixo é conhecida entre os publicitários e ilustra o poder persuasivo das palavras certas.




                Havia um cego sentado numa calçada em Paris. A seus pés, um boné e um cartaz em madeira escrito com giz branco gritava: “Por favor, ajude-me. Sou cego”. Um publicitário da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz e com o giz escreveu outro conceito. Colocou o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
                Ao cair da tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Seu boné, agora, estava cheio de Notas e moedas. O cego reconheceu as pisadas do publicitário e perguntou se havia sido ele quem reescrevera o cartaz, sobretudo querendo saber o que ele havia escrito.
                O publicitário respondeu: “Nada que não esteja de acordo com o conceito original, mas com outras palavras”. E, sorrindo, continuou o seu caminho. O cego nunca soube o que estava escrito, mas seu novo cartaz dizia: “Hoje é primavera em Paris e eu não posso vê-la”.

23.10.10

EIS A BALA DE PRATA, por Ery Roberto



Nitroglicerina pura!

Os fascistas tupiniquins dirão que é golpe, mas a bomba que pode aniquilar a mulher mais corrupta da política brasileira está por vir. Esta capa da revista Veja não apenas merece uma moldura, mas também ser pendurada definitivamente em nossa consciência.

Está sendo revelado o que o Brasil precisava saber: a verdade sobre Madame Dossiê e Lula Satã. A conversa de Pedro Abramovay, secretário nacional de Justiça, com seu antecessor Romeu Tuma Júnior é a senha.

E quais mentiras usarão agora os tão 'probos' petistas para escapar da manchete do Estadão? "PT e Gilberto Carvalho viram réus em ação sobre propina em Santo André".

O partido e o chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva são acusados de participação numa quadrilha que cobrava de empresas de transporte para desviar R$ 5,3 milhões dos cofres públicos.

Penso que Celso Daniel está prestes a descansar em paz. Que Deus o tenha.

O partido e o Chefe de Gabinete são, finalmente, réus. O que resta diante de tudo que já se viu neste capítulo mais nojento da história do país?

Pelo adiantado da hora [ACORDA BRASIL!] resta o conselho da mensagem que se atendida será o início da limpeza do esgoto vermelho: "O único meio de salvar a democracia, segundo o Fundador do PT, Hélio Bicudo é votar #Serra45 dia 31"

22.10.10

MANIFESTO SOCIAL DE APOIO A CANDIDATA DILMA




Proteção social para todos os brasileiros.

Nós abaixo assinados manifestamos apoio a candidata Dilma Roussef por representar a continuidade do projeto de garantir proteção social a todos os brasileiros.
Essa foi a prioridade do Governo Lula e assim queremos que continue no seu Governo. Foi essa determinação que possibilitou a criação de condições técnicas, institucionais, políticas e financeiras para fundar a mais expressiva iniciativa no campo da política social no Brasil a partir de 2003.

27,9 milhões de pessoas superaram a pobreza no Governo Lula e queremos fazer mais e melhor com Dilma presidente.
A marca do Governo Lula foi a consolidação dos direitos sociais, a marca do Governo FHC foi a ausência do Estado e a transferência das responsabilidades públicas para a sociedade. Queremos a continuidade de um país melhor para todos os cidadãos onde o direito social seja respeitado e onde os indicadores de desigualdade continuem em queda: entre 2003 e 2009, a desigualdade diminuiu numa tendência nunca vista no país, com o coeficiente de Gini recuando em média 1,2% ao ano (de 0,589 em 2002 para 0,543 em 2009).
O rompimento com o modelo assistencialista e a implantação de um novo modelo de proteção social no Brasil, consagrou o direito social das pessoas e o dever do Estado de proteger famílias e indivíduos vulneráveis. Reinventamos um Brasil social que precisa ser consolidado no seu governo.
A ação vigorosa do Estado para corrigir os desequilíbrios sociais e regionais e garantir o direito à alimentação foi a tônica que deu materialidade à rede de proteção social, hoje consolidada por meio do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN)
Temos que destacar o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada que garantem renda básica e são importantes instrumentos que tem garantido regularidade e qualidade da alimentação para famílias pobres brasileiras, por meio da transferência de renda. Pesquisas revelam que 93% das crianças e 82% dos adultos das famílias beneficiárias pelo Programa Bolsa Família fazem três ou mais refeições diárias.
Os números falam por si!
O orçamento desta área no Brasil passou de R$ 6 bilhões em 2002 para quase R$ 40 bilhões em 2010.
Hoje temos uma rede de 6.763 Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e 2.036 Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS) espalhados por todo o país, quase 300 mil cisternas construídas, na região do Semiárido brasileiro, restaurantes populares e cozinhas comunitárias que são responsáveis por milhares de refeições por dia, os Bancos de alimentos que distribuem cerca de 1,5 toneladas de alimentos/mês beneficiando entidades assistenciais.

Estamos conseguindo dar opções para a juventude: o Projovem Adolescente quadruplicou o número de jovens atendidos. O antigo Projeto Agente Jovem atendia 112 mil jovens e a nova política para a juventude alcança mais de 600 mil jovens.
Assim como estamos vencendo a luta contra o trabalho infantil. Estamos erradicando o Trabalho Infantil e protegendo crianças e adolescentes com idade inferior a 16 anos, retirando-as da prática do trabalho precoce e promovendo o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários. Hoje mais de 800 mil crianças e adolescentes estão fora do trabalho infantil. No Brasil a luta contra o trabalho infantil é compromisso do governo Lula e diminui ano a ano.
Precisamos continuar fazendo do Brasil um país justo e para todos.
O reconhecimento dos avanços está na seriedade com que os compromissos são assumidos: o alcance do Bolsa Família; a oferta de serviços socioassistenciais e de ações na segurança alimentar e nutricional.
A unidade e solidariedade construída nestes anos entre os entes federados e os resultados alcançados exigem de nós trabalhadores, gestores, usuários, conselheiros, professores, entre outros, um posicionamento público para avançar e consolidar o sistema de proteção social público, de qualidade e não contributivo.
Com Dilma Presidente, avançaremos na área das políticas sociais! Queremos seguir mudando por um Brasil mais justo para todos!
Pela valorização da vida, pela superação da pobreza, pelo fortalecimento dos direitos sociais , votamos na DILMA , votamos 13.
link para a assinatura

POLÍTICA

Os graves acontecimentos registrados anteontem no Riode Janeiro , são o prenúncio do que irá acontecer com o Brasil caso Dilma Roussef vença as eleições . Uma quadrilha do PT , usando da força e da violência , impediu uma passeata pacífica dos cariocas e acabou por ferir na cabeça o candidato da oposição , José Serra . Criados na escola do ódio , da intolerância , do terrorismo e da bandidagem , os radicais do PT não enxergam outra forma de exercer política senão essa : se não dobrarem seus adversários pela força das propinas , dos mensalões , dos roubos e das extorsões , partem para a violência física , espancam , agridem e, se preciso for, matam aqueles que ousam desafiá-lo s . Foi assim com Fernando Henrique Cardoso . Foi assim com Mário Covas . É assim na Venezuela de Hugo Chavez . É assim na Bolivia de Evo Morales . É assim no Irã de Ahmadnejad . É assim que Dilma Roussef aprendeu a dazer política nos porões da VAR-Palmares . Num país como o Brasil , onde o presidente da República carrega a pecha de ser alcoólatra e analfabeto , aumenta ainda mais a responsabilidade dos eleitores diante da próxima eleição , onde estarão em jogo os valores fundamentais da liberdade e da democracia .
WALDO CLARO 

Humor

Gratidão

clique no desenho para ver maior

17.10.10

Ahmadimejah....


 Lula foi treinado para não errar o nome do iraniano.
Foi um sucesso.
Repetiu 50 vezes: Arruma Dilma Já!

Enviado por José Luiz Fernandes

16.10.10

*Pense e escolha...


Ainda que nuvens pretas se aproximem,o Sol divide conosco um pouco do seu brilho,luz e calor...

E nós o que estamos fazendo para  e pelos  outros?


Pense nisso até na hora de votar!!! chica

15.10.10

Cuidado!

"Cuidado com os políticos depois de eleitos
eles fazem o que querem mesmo contra a nossa vontade".

13.10.10

Para Marilena Chauí, segundo turno não pode se tornar ‘plebiscito sobre aborto’


Trago para vocês um artigo bem interessante, sobre a temática do aborto, que encontrei na revista Carta Capital. Merece nossa atenção e reflexão!


Por Guilherme Amorim*
A filósofa Marilena Chauí fez palestra na última sexta-feira (8), ao lado de intelectuais e membros do corpo docente da Faculdade de Direito do Largo São Francisco (FDUSP), em um ato organizado para defender a candidatura da governista para a Presidência da República. Ela afirmou que o monopólio da imprensa no Brasil transforma a mídia em um agente antidemocrático e que a disputa não pode se tornar em um plebiscito sobre o aborto, baseado em boatos.
A maioria dos participantes usou seu espaço de discurso para, além de diferenciar os projetos de governo dos candidatos, fazer críticas ao comportamento da imprensa.
Marilena Chauí defendeu que lideranças de esquerda e do PT deixem de atender jornalistas da imprensa convencional, em uma espécie de boicote a pedidos de entrevista. “Para defender a liberdade de expressão é preciso não falar com a mídia”, propõe Marilena Chauí. Ela acredita que a mídia dá espaço para figuras do partido e de movimentos sociais apenas para “parecer plural”, mas promovendo um “controle de opinião” sobre o que é publicado.
A professora aludiu ao caso da dispensa da colunista Maria Rita Kehl pelo jornal O Estado de S. Paulo. “A democracia não é simplesmente um regime da lei e da ordem”, explicou, defendendo que é necessário haver diversidade de opinião na mídia. A professora esclareceu que não se pode permitir que três ou quatro famílias mantenedoras dos meios de comunicação pautem a agenda política do Brasil.
“Temos que impedir que o segundo turno das eleições se torne um plebiscito nacional sobre o aborto”, definiu. Para ela, a cada semana é definida uma nova temática para o debate político – se referindo às discussões eleitorais levantadas recentemente, como a da liberdade de imprensa e a da religião.
O ato abordou questões referentes ao segundo turno das eleições. Sobre a definição do apoio do PV a José Serra (PSDB) ou Dilma Rousseff (PT), o professor de Direito do Trabalho da Faculdade de Direito Otávio Pinto e Silva ironizou. “Serra não precisa do PV, ele já tem o ‘PVeja’”, disse, em alusão à revista semanal da Editora Abril. Recentemente, Reinaldo Azevedo, colunista da Veja, assumiu a posição para a imprensa como partido de oposição no país. Para o professor, a mídia jogou a favor do candidato tucano nesta campanha.
A necessidade de garantir espaço para a diversidade de opiniões foi defendido também pelo deputado federal reeleito pelo PT de São Paulo Paulo Teixeira: “Defendemos uma democracia com liberdade de imprensa e liberdade de opinião; nós queremos diversidade de opinião na imprensa brasileira”. Para o ele, o governo nunca quis censurar a imprensa. “Isso nunca esteve no nosso horizonte”, afirmou.
*Matéria originalmente publicada na Rede Brasil Atual



Só faltam 2 dias para você saber se é
A FAVOR ou CONTRA

10.10.10

Que lástima!


Estava escutando pela Radio Bandeirantes o Debate e fiquei pensando comigo mesmo o por que escutava esse lixo?! Cheguei a conclusão que sou um idiota para ouvir tantas asneiras. Lógico que desliguei não quero ser idiota o tempo todo. Não ouvi nenhuma proposta séria e providencial para o meu país que tem sede, fome, falta do mínimo suficiente de CULTURA, EDUCAÇÃO, SAÚDE, DIGNIDADE, informações honestas e objetivas, nada que faça a minha esperança de votar em alguém, portanto o meu voto é?... Adivinha? A mim esses caras não me enganam! Vão se danar... A minha dignidade vale mais do que isso! Não vale a pena nem falar mais deles e dos que os seguem. Os militantes estão enganados.

. A candidata fala do FHC, governa a oito anos, só distribuiu esmolas, atrasou o país, não fala dos próprios enganos e fiascos.
Reconhecer erros dá votos ah se ela soubesse!
. O outro só dá argumentos para ser bombardeado. Não vejo saída...Serra não tem competência para derrotar ninguém. Só a ele mesmo! Já o consdidero derrotado. Que pena! É o menos pior.

De hoje em diante só vou contar piadas e fotografar o cotidiano e a natureza! A censura vem aí e muito forte. Quem viver verá. CHEGA! Juro que não sei se vou voltar atrás...Eheheheh...
.

Esta é a minha praia! Sei contar piadas também! Fotografe, faz um bem! É fácil viu?

DESABAFO DE UM EX PSDEBISTA QUE HOJE VOTA NULO COM CONVICÇÃO E DIGNIDADE. A SUA OPINIÃO NÃO VAI MUDAR A MINHA, mas gosto de você e não importa que você vai comentar.

Se comentar.

Que tal abortar a hipocrisia?



A discussão sobre a discriminalização do aborto foi um tema da reta final do primeiro turno e deve permanecer na segunda fase da campanha presidencial.
Há um lado peculiar nessa discussão. Ninguém falou de aborto nos últimos anos. Os vários projetos sobre o assunto, no Congresso jamais mereceram atenção da imprensa nem dos partidos políticos. Ficaram adormecidos e eram lembrados, como bandeira feminista, nos festejos de 8 de março ou outras datas semelhantes.


Na última semana da campanha, o debate surgiu.
Por que? Honestamente, só há uma explicação política: era uma forma de prejudicar a candidatura de Dilma Rouseff e tentar impedir sua vitória no primeiro turno.
Não é uma conspiração. É uma intervenção política, nos subterrâneos da campanha. É dificil imaginar que o aborto tenha surgido de forma espontânea. Foi um assunto provocado, de fora para dentro. Todos os grandes candidatos têm suas conexões religiosas e seus aliados neste universo.
Da mesma forma que um partido pode mobilizar sindicatos para defender uma candidatura ou um grupo de empresários para conseguir apoio, outra legenda pode mobilizar uma liderança religiosa para prejudicar um adversário.


Os adversários de Dilma descobriram um ponto sensível, onde seria possível atingir a candidata e colocaram o assunto na internet, produzindo o estrago que se conhece. Não é um ataque sem base.
A posição de Dilma e do PT modificou-se ao longo do tempo. O PT decidiu não colocar o assunto em discussão na campanha eleitoral, ainda que ele tivesse surgido na primeira versão do Plano Nacional de Direitos Humanos, sendo extirpado por decisão do presidente Lula, que não teve receio de desautorizar seus próprios auxiliares.  O eleitor tem o direito de saber que a liderança religiosa que condena um concorrente em função dessa questão tem vínculos com determinada candidatura e trabalha para ela.
Quem acha necessário  levantar a discusssão deve fazer isso de modo transparente, e não na forma de insinuações e acusações pela internet.  O esforço para criar um debate sem origem é revelador de uma operação eleitoral, de quem quer cativar o eleitor religioso sem perder apoio junto a setores da classe média urbana que tem outra visão sobre o assunto e pode achar esse comportamento reacionário e inaceitável.
A falta de interesse que o aborto costuma provocar na vida cotidiana do país só ressalta o caráter artificial dessa discussão agora.


Por exemplo: lendo a Folha de hoje descobri que o PV é a favor da legalização do aborto desde 2005. É espantoso, quando se recorda que é justamente o partido de Marina Silva.
(O PV também é a favor da legalização da maconha, diz o jornal. Não duvido que uma pesquisa aprofundada descubra uma resolução de algum encontro verde a favor de casamentos de homossexuais…)
Não acho essa revelação sobre a posição do PV sobre a legalização do aborto escandalosa. É sintomática.
A sociedade brasileira convive há muitos anos com o aborto, que é tolerado em todas as famílias com uma única diferença. Quando a pessoa tem posses, pode submeter-se a uma cirurgia como tantas outras. Caso contrário, é submetida a intervenções   de risco.  O debate é uma questão de saúde pública, acima de tudo.
Não conheço ninguém que seja a favor do aborto. Mas conheço muitas mulheres que realizaram um aborto porque não se sentiam capazes de criar um filho sob determinadas condições  — o que me parece uma atitude tão respeitável  como a daquela que não realiza o aborto por uma postura ética de não atentar contra a aquela forma de vida humana.
Acredito nos políticos que dizem que são contrários ao aborto. Não conheço nenhuma pessoa que, em pleno gozo de sua saúde mental, seja a favor de interromper o desenvolvimento de um feto, de modo gratuito, em vez de utilizar métodos anticoncepcionais.
Na vida pública, nossos políticos se comportam da mesma forma, independente de cor, filiação partidária ou origem religiosa: toleram o aborto. Por essa razão as clínicas que realizam esse tipo de cirurgia funcionam de forma discreta e jamais são incomodadas pelas autoridades. A partir de uma certa idade, toda mulher brasileira sabe onde pode encontrar o nome de um médico que pode interromper sua gravidez. Marie Claire, uma das grandes revistas do país, tem posição editorial firmada a favor da discriminalização do aborto.
Periodicamente, os jornais e revistas entrevistam celebridades que já fizeram aborto — e nada lhes acontece, ao contrário do que ocorreu com o galã Dado Dolabella, que será processado porque recentemente foi apanhado com algumas gramas de maconha.


Na prática, o país caminha em direção à discriminalização — mesmo que nem sempre seja conveniente admitir isso.  Essa discussão envolve um debate necessário e será lamentável se o assunto for transformado em troféu de uma guerra eleitoral.


Estamos num desses casos em que raramente se diz aquilo que se faz. Concorda?

por: paulo moreira leite

Acredito que o jornalista fez uma bela reflexão sobre o tema, de forma sóbria e, principalmente, chamando-nos a atenção para o uso eleitoreiro dessa discussão. Acredito que o melhor seria mesmo abrir plebiscito popular, assim a sociedade poderia discutir livremente o tema e decidir! Afinal, o Estado tem mesmo o direito de dizer o que cada mulher, cidadã livre, pode ou não fazer com seu próprio corpo? Essa é mesmo uma questão de Estado ou é o rastro das antigas interferência religiosas no Estado? (lembremos que o Brasil é um país laico) Pensemos sobre o tema. Pensemos sobre a proposta de plebiscito. É hora de dizer NÃO à hipocrisia eleitoral.