COMO FUNCIONA

Este blog foi criado num Domingo chuvoso daí www.domingoamigo.blogspot.com/!

Pensando em leitores que não se animam a manter um blog pessoalmente, e os bloggers, que desejosos de atingir outros leitores, além dos seus habituais, gostariam, vez por outra, de postar num blog COLETIVO, criamos a SOCIEDADE ANÔNIMA, onde você poderá postar, sempre que tiver vontade!

Para fazer parte dos AUTORES do blog basta escrever para: cimitan@terra.com.br, solicitando sua inclusão, como membro do SOCIEDADE ANÔNIMA. Mande seu nome, e endereço de e-mail, para ser registrado. Só não pode deixar de assinar seus posts! E será responsabilizado pelo seu conteúdo.

A gerência se reserva ao direito de excluir o participante cujo comportamento não for condizente com o do grupo.

31.8.10

THOMAZ MAGALHÃES, no TREM AZUL

vote nele e leve...


Não é improvável que Tiririca seja dos mais votados para deputado federal. Mas quem votar nele, de zoação, como se justificam, precisa saber que sistema eleitoral dá um troco nessa brincadeira.

Temos hoje em dia o “coeficiente eleitoral”, que dá a tipos curiosos o poder de puxar votos, elegendo outros candidatos do partido, ainda mais curiosos ainda, se tivermos sorte. Vejam o caso do Enéas, que acabou elegendo para o Prona um tal Vanderlei Assis, com... 275 votos para deputado federal.

Entre os notáveis do partido de Tiririca que podem ser eleitos com os votos dele, temos o cantor Agnaldo Timóteo, que nesta campanha se apresenta como herdeiro do costureiro Clodovil Hernandez; Valdemar Costa Neto, que renunciou ao cargo de deputado federal em 2005 para escapar da cassação, acusado no mensalão, cuja mulher delatou um armário cheio de dólares em sua casa; Luciana Costa, deputada federal que ficou com a vaga de Enéas, que se apresenta nesta eleição falando daquele jeito do ex-chefe; e Juca chavez, humorista, que se apresenta em campanha afirmando que "Não serei um deputado comum, serei também um Menestrel Na Corte, cantarei como sempre fiz, fazendo minhas denúncias em forma de sátiras".

Aí está. O resultado no voto para Tiririca pode ficar mais engraçado ainda. Se bem que em sua vida pessoal ele tenha algumas passagens menos jocosas, como em 1998, quando foi levado de camburão a uma delegacia de Contagem/MG, acusado de agredir a tapas Rogéria Mariano da Silva, sua mulher. Que mais tarde retirou a queixa. 

Thomaz Magalhães 
 Trem Azul




30.8.10

Armas silenciosas para 'guerras tranquilas'

ESTRATÉGIAS DE PROGRAMAÇÃO DA SOCIEDADE

FONTE: http://juramentodoshipocritas.blogspot.com/
a partir do documento TOP SECRET: http://www.syti.net/ES/SilentWeapons.html




1- A estratégia da diversão

Elemento primordial do controle social, a estratégia da diversão consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e da mutações decididas pelas elites políticas e económicas, graças a um dilúvio contínuo de distracções e informações insignificantes.

"Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por assuntos sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar, voltado para a manjedoura com os outros animais".

2- Criar problemas, depois oferecer soluções

Este método também é denominado "problema-reacção-solução". Primeiro cria-se um problema, uma "situação" destinada a suscitar uma certa reacção do público, a fim de que seja ele próprio a exigir as medidas que se deseja fazê-lo aceitar. Exemplo: deixar desenvolver-se a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público passe a reivindicar leis securitárias em detrimento da liberdade. Ou ainda: criar uma crise económica para fazer como um mal necessário o recuo dos direitos sociais e desmantelamento dos serviços públicos.

3- A estratégia do esbatimento

Para fazer aceitar uma medida inaceitável, basta aplicá-la progressivamente, de forma gradual, ao longo de 10 anos. Desemprego maciço, precariedade, flexibilidade, deslocalizações, salários que já não asseguram um rendimento decente, tantas mudanças que teriam provocado uma revolução se houvessem sido aplicadas brutalmente.

4- A estratégia do diferimento

Outro modo de fazer aceitar uma decisão impopular é apresentá-la como "dolorosa mas necessária", obtendo o acordo do público no presente para uma aplicação no futuro. É sempre mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro porque a dor não será sofrida de repente. Segundo, porque o público tem sempre a tendência de esperar ingenuamente que "tudo irá melhor amanhã" e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Finalmente, porque isto dá tempo ao público para se habituar à ideia da mudança e aceitá-la com resignação quando chegar o momento.

5- Dirigir-se ao público como se fossem crianças pequenas

A maior parte das publicidades destinadas ao grande público utilizam um discurso, argumentos, personagens e um tom particularmente infantilizadores, muitas vezes próximos do debilitante, como se o espectador fosse uma criança pequena ou um débil mental. Quanto mais se procura enganar o espectador, mais se adopta um tom infantilizante.

"Se se dirige a uma pessoa como ela tivesse 12 anos de idade, então, devido à sugestibilidade, ela terá, com uma certa probabilidade, uma resposta ou uma reacção tão destituída de sentido crítico como aquela de uma pessoa de 12 anos".

6- Apelar antes ao emocional do que à reflexão

Apelar ao emocional é uma técnica clássica para fazer curto-circuito à análise racional e, portanto, ao sentido crítico dos indivíduos. Além disso, a utilização do registo emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para ali implantar ideias, desejos, medos, pulsões ou comportamentos...

7- Manter o público na ignorância e no disparate

Actuar de modo a que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para o seu controle e a sua escravidão.

"A qualidade da educação dada às classes inferiores deve ser da espécie mais pobre, de tal modo que o fosso da ignorância que isola as classes inferiores das classes superiores seja e permaneça incompreensível pelas classes inferiores".

8- Encorajar o público a comprazer-se na mediocridade

Encorajar o público a considerar bom o facto de ser idiota, vulgar e inculto...

9- Substituir a revolta pela culpabilidade

Fazer crer ao indivíduo que ele é o único responsável pela sua infelicidade, devido à insuficiência da sua inteligência, das suas capacidades ou dos seus esforços. Assim, ao invés de se revoltar contra o sistema económico, o indivíduo desvaloriza-se e culpabiliza-se, criando um estado depressivo que tem como um dos efeitos a inibição da acção. E sem acção, não há revolução!...

10- Conhecer os indivíduos melhor do que eles se conhecem a si próprios

No decurso dos últimos 50 anos, os progressos fulgurantes da ciência cavaram um fosso crescente entre os conhecimentos do público e aqueles possuídos e utilizados pelas elites dirigentes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o "sistema" chegou a um conhecimento avançado do ser humano, tanto física como psicologicamente. O sistema chegou a conhecer melhor o indivíduo médio do que este se conhece a si próprio, permitindo deter um maior controlo e um maior poder sobre os indivíduos.

DIVULGUE, APÓIE, PARTICIPE, e COMPAREÇA

MITOS VADIOS 2 :: ALTERNATIVA 2010
Manifestação Pacífica em nome da Democratização da Arte
21 de Setembro de 2010 às 17:00h

Parque Ibirabuera :: Portão 3 :: No calçadão em frente ao Prédio da Bienal
São Paulo - São Paulo -Brasil
Mais informações AQUI

VOTO NULO, não anula ELEIÇÃO

Lengo D'Noronha deixou um novo comentário sobre a sua postagem " Legal! Nulo neles. VOTO NULO = 000 + TECLA VER...":

Caro Eduardo,
Na internet uma questão fundamental para a Cidadania é ter o cuidado de não repassar dados falsos ou mal intencionados. Às vezes a pressa e o entusiasmo nos fazem cair em alguma armadilha dessas.
Queria informar que este post não é verdadeiro e só contribui para a desinformação dos leitores.
Aqui estão as informações corretas sobre o voto nulo, no Brasil:
_________________________________
Ultimamente, correram vários boatos de que o voto nulo seria capaz de invalidar todo um processo eleitoral. No caso, se mais da metade dos eleitores votassem nulo, deveria acontecer um novo processo eleitoral formado por outros candidatos. A premissa dessa hipótese se assenta no artigo 224 do Código Eleitoral, que diz que “se a nulidade atingir mais da metade dos votos do país nas eleições, (...) o Tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias".

Para muitos, esse artigo faz com que o voto nulo se transforme não só em uma arma de protesto, mas também em uma forma de se alterar a configuração do cenário eleitoral. Entretanto, de acordo com uma recente interpretação do TSE, essa nulidade só invalida as eleições quando os votos são anulados por causa de alguma fraude que determine sua desconsideração. Por tanto, se mais de cinquenta por cento dos votos dos cidadãos optam pelo voto nulo, prevalece a escolha daqueles que votaram em algum candidato.

Dessa forma, quando um cidadão vota nulo, ele acaba abrindo brecha para que um candidato ruim acabe vencendo a eleição com um número menor de votos necessários. Assim, acaba sendo preferível depositar suas esperanças em candidato ou legenda que sejam parcialmente satisfatórios do que facilitar a vida de um candidato com perfil questionável. No final das contas, a opção pelo voto nulo acaba se transformando em um ato de passividade mediante o cenário político vigente.

Abraço.
 
Postado por Lengo D'Noronha
Legal! Nulo neles.

VOTO NULO = 000 + TECLA VERDE
Tá esperando o que?

Você sabe como eliminar 90% dos políticos corruptos em uma única vez?


Isso mesmo, em uma única vez...


Preste muita atenção:


Você sabe para que serve o VOTO NULO? Não sabe, não é mesmo?!


Não se preocupe, eu acredito que menos de 1% da população saiba algo sobre isso...


A gora, você sabe porque você não sabe para que serve o VOTO NULO?


Então, vamos a um exemplo:


Imagine uma eleição qualquer, onde os candidatos sejam: Dilma Rousseff, Geraldo Alckmin, José Serra, Garotinho, Rosinha, Crivella, César Maia, Paulo Maluf, José Dirceu, Delúbio Soares, Roberto Jefferson, Antônio Palocci, Fernando Henrique Cardoso, Fernando Collor de Mello, Severino Cavalcanti, ACMs... Entre outros.


Campanha vai e campanha vem, você se acha na obrigação de escolher uma dessas figuras (o tal do "menos ruim") e com isso acaba afundando mais o nosso país!!!


Mas, aí você diz: "Nesse caso, não temos saída!"

Engano seu!

O QUE VOCÊ NÃO SABE É QUE SE UMA ELEIÇÃO FOR GANHA POR "VOTOS NULOS" É OBRIGATÓRIO HAVER NOVA ELEIÇÃO COM CANDIDATOS DIFERENTES DAQUELES QUE PARTICIPARAM DA PRIMEIRA!!!


Ainda não entendeu?


Se, no exemplo de eleição acima, você e todo mundo votasse nulo, seria obrigatório haver uma NOVA ELEIÇÃO e esses pilantras não poderiam concorrer ao mesmo cargo político pelo menos por mais 4 anos!


Isso, imagino que, como eu, você ainda não sabia, né?! Agora você entendeu por que isso nunca foi divulgado?


Acha que é mentira? Ligue para o Tribunal Superior Eleitoral... Ligue para OAB...

Aproveite e ligue também para a Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo, O Globo, O Dia, Jornal do Brasil, Extra, O Diário Catarinense, O Estado do Paraná, A Gazeta do Povo... e todas as revistas e jornais importantes desse país, e então lhes pergunte por que isso nunca foi divulgado.

Segundo a legislação brasileira, se a eleição tiver 51% de votos nulos, o pleito é ANULADO e novas eleições têm que ser convocadas imediatamente; e os candidatos concorrentes são IMPOSSIBILITADOS DE CONCORRER NESTA NOVA ELEIÇÃO!!!


É disso que o Brasil precisa: um susto nessa gent e! Esta campanha vale a pena!


N U L O neles!!!

DIVULGUEM PELO MENOS PARA QUE AS PESSOAS SAIBAM...

27.8.10

VOTEM NELA

Crônica do Milton Ribeiro

Do autoritarismo



Não, o assunto não é futebol. É sobre algo que sempre me fascinou: o comportamento das massas, mesmo no microcosmo de um pequeno grupo em pé numa arquibancada.
O Chivas ganhava o jogo por 1 x 0 e estávamos todos nervosos ou apavorados com a possibilidade, naquele momento bem real, de perdermos a Libertadores para um time inferior. Foi quando meu vizinho acendeu um cigarro de maconha. Nada anormal num estádio de futebol  — o cheiro de maconha é uma das fragrâncias mais comuns nestes locais. Só que de repente um grupo de pessoas começou a berrar desorganizada e histericamente:
– Apaga, apaga, apaga essa merda!
Olhei para trás e vi um grupo de senhores cujos rostos pareciam ter saído de uma foto de milicos das muitas ditaduras que nosso continente viu durante os anos 60 e 70. Tinham as caras cortadas à foice, rostos irritados e seriíssimos como se estivessem apanhando de mexicanos. E se mostravam cada vez mais agressivos:
– Fracassado, viciado, maconheiro, filho da puta, vagabundo, traficante! Apaga esta bosta! Apaga agora, porra!
O fumante a meu lado, de olhos vermelhos certamente em função da derrota parcial de seu time, estava apavorado, sem saber se iam chamar a Brigada Militar ou se ia apanhar ali mesmo. Só que naquele exato momento Rafael Sóbis fez o gol de empate.
Como se tivéssemos ensaiado por horas, todos, mas todos os que estavam em volta e que não tinham sido torturadores no passado, ato contínuo se abraçaram ao maconheiro e passaram a gritar, pulando no mesmo ritmo:
– A-cen-de! A-cen-de! A-cen-de!
Éramos uns 20… Confesso não ter conferido a face dos milicos após a vingança.

NOTA: ( extraída de um comentário do Milton Ribeiro, no próprio post. AQUI )
miltonribeiro
on Aug 25th, 2010 at 3:47 pm
Antes que me acusem…
Não faço a apologia da maconha — há mais de 30 anos não faço “uso dela” –, mas faço a contra-apologia de quem se põe a policial quando é torcedor. Essas autoridades não constituidas costumam ser assumidas por gente fascista e intolerante.
No mais, acho que deveria ser descriminalizada, sim.

25.8.10

FRASE DO DIA


"Quando uma mulher sofre em silêncio é porque seu celular está sem crédito."

Enviado por Claudio Boczon ( aquele que não tem tempo para ser sócio do blog SOCIEDADE ANÔNIMA ! )

CANDIDATE-SE

PROCURA-SE QUEM QUEIRA ESCREVER SOBRE ESTES TEMAS BRASILEIROS 

O amigo lisboeta Francisco Castelo Branco, do blog   OLHAR DIREITO   esta promovendo uma série de debates sobre PROBLEMAS BRASILEIROS e procura VOLUNTÁRIOS quem queira e possa fazer textos sobre os seguintes temas:

Desigualdade social
Saúde
Educação
Violencia
Corrupção
Falta de Investimento Publico.
Se estiver interessado em falar sobre um destes temas, entre em contato com:
franciscocastelobranco99@gmail.com
 Olhar Direito

Carapuça

Que personagem avaro
consegue ver o céu
com indiferença?
Com a sua cara bizarra,
parece vermes
das fezes de abutres!
É formado por contágio direto,
transformado em parasitas.
No corpo vegetativo
é um protozoário na propriedade alheia.
Uma tonelada de anti virose
não seriam o suficiente para imuniza-lo,
não reage mais, não há cura...
Não consegue labutar,
colhe só os frutos sadios,
suga a carniça do próximo
e critica o melhor sucedido.
Só quer o poder pelo poder.
Um chatim!
por tossan
http://klictossan.blogspot.com/

24.8.10

TAPÊTE DE MUSGO


O tapete de musgo foi criado em Viena pela designer Nguyen La Chanh para que nós que circulamos mais por este mundo do que todas as gerações que nos antecederam.
Quando você voltar estenuado das suas viagens, tome um banho bem quentinho e reconfortante, assim, a água que cair do seu corpo, será suficiente para mantê-lo húmido.
É a lembrança do lugar que você escolheu como raiz, neste mundo de redes transacionais e movimentos.

NAVEGANDO ALÉM MAR...

Navegando pelos blogs, encontrei essa foto incrível feita pelo João Menéres, do blog Grifo Planante. A foto faz parte de uma reportagem que ele fez documentando um Encontro de Blogueiros em Lagos e foi tirada num passeio de barco ao longo da costa entre Lagos e Porto de Mós, em Portugal. Vale a pena ver a reportagem, clicando AQUI.

O Adeus de Lula

Quem foi Lula da Silva?
O que fez pelo Brasil?
Aqui a sua biografia
www.olhardireito.blogspot.com/2010/08/figuras-da-decada-9-lula-da-silva.html

23.8.10

Existe cultura mais fotogênica e bonita?

Vale a pena ler

Tucanos agora buscam culpados

Do blog Balaio do Kostcho
Antes mesmo da divulgação do novo Datafolha na noite [da última] sexta-feira, com a disparada de Dilma abrindo 17 pontos de vantagem sobre Serra (47 a 30), os tucanos já tinham começado a temporada de caça aos culpados pelo desastre.
Como já tinha acontecido nas derrotas de 2002 e 2006, a aliança demotucana (PSDB-DEM-PPS-PTB) está se desmilinguindo, cada um colocando a culpa no outro e todos responsabilizando o candidato, que está sendo largado pelo caminho faltando ainda seis semanas para o primeiro turno das eleições de 2010.
O colapso na campanha de Serra ficou evidente esta semana quando resolveu adotar a esquisofrênica estratégia de atacar Dilma e o governo durante o dia e mostrar imagens do presidente Lula ao lado do ex-governador paulista à noite. O tucano conseguiu a proeza de não ser candidato nem da situação nem da oposição, muito ao contrário.
Tamanha lambança não pode ter apenas um culpado. Só pode ser resultado do conjunto da obra _ da absoluta falta de unidade na aliança, da falta de um projeto político, da escolha de um vice desconhecido e desastrado, da indigência dos discursos e das propostas do candidato, do cheiro de mofo do programa de televisão.
O que aconteceu? Apenas um mês atrás, o Datafolha de 20-23 de julho ainda anunciava um empate técnico (37 a 36 para Serra), alimentando as esperanças de uma campanha que já vinha fazendo água, como apontavam os outros institutos de pesquisas.
Não aconteceu nada de importante para justificar esta violenta inversão da curva do Datafolha. Como era de se esperar, o diretor do instituto, Mauro Paulino, colocou a culpa no horário eleitoral que entrou no ar esta semana.
“Palco da TV explica disparada de Dilma”, diz a manchete da Folha sobre a nova pesquisa. Se é só isso, me desculpem, mas não dá para entender. Foram ao ar até agora apenas dois programas dos candidatos à presidência da República, na terça e na quinta, justamente quando os pesquisadores do Datafolha já estavam nas ruas entrevistando os eleitores.
Ao esconder sua principal liderança, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, e tentar, já no despespero, ligar sua imagem à de Lula, Serra comete o desatino de não só não tirar votos de Dilma como o de perder aqueles dos tucanos mais fiéis.
Na marcha batida para o abismo, o candidato da oposição sofre mais com o fogo amigo do que nos embates com sua principal adversária. Se nem o presidente do PSDB, o pernambucano Sergio Guerra, quis usar a imagem do candidato tucano em sua campanha para deputado federal, que tipo de fidelidade se poderia esperar dos outros? Serra escondeu FHC e os candidatos da aliança demotucana esconderam Serra.
É verdade que o programa de Dilma, comandado por João Santana, dá de 10 a 0 no programa de Serra, sob a responsabilidade de Luiz Gonzalez, tanto na forma como no conteúdo, mas isso é muito pouco para explicar uma diferença tão grande entre uma pesquisa e outra no espaço de apenas quatro semanas.
O que tenho escrito aqui, desde o início da atual campanha eleitoral, não é muito diferente do que leio em colunas e blogs não engajados, que procuram lidar apenas com os fatos, não com os desejos. Depois de alguns atropelos no início, como registrei aqui, a campanha de Dilma se aprumou, botou ordem no comando, no discurso e na agenda, enquanto a de Serra se desmanchava no ar.
Não é preciso ser nenhum gênio da política para constatar que, a esta altura do campeonato, como o próprio Datafolha já admite, a eleição poderá ser decidida no primeiro turno. A tendência natural é Dilma subir e Serra cair cada vez mais até o dia 3 de outubro, por mais que alguns coleguinhas não se conformem com isso e ainda se esforcem para negar o óbvio.
Encontrar os culpados por esta situação adversa parece ser agora a única ocupação dos apoiadores de uma campanha sem rumo, que pode jogar a oposição numa crise sem precedentes. Já se sabia que seria difícil derrotar uma candidatura, qualquer que fosse, apoiada pelo presidente Lula, com seus quase 80% de aprovação popular, mas ninguém poderia prever que a corrida eleitoral se transformasse neste passeio sem muitas emoções.
Há muitas formas de se ganhar ou perder uma eleição. Serra escolheu a pior.
Blog do Noblat

22.8.10

* Dúvida...


O Collie pastoreia o bando.

A cara é de quem pondera: Instinto ou dever?

O cão é o melhor amigo do homem, não dos patos.
Fonte:Daqui

21.8.10

Patti Smith as Bob Dylan, by Judy Linn

Patti Smith as Bob Dylan, by Judy Linn
via 
Patti Smith (30 de dezembro de 1946) é poetisa, cantora e musicista norte-americana. Ela tornou-se proeminente durante o movimento punk com seu álbum de estréia, Horses em 1975. Conhecida como "poetisa do punk", ela trouxe um lado feminista e intelectual à música punk e tornou-se uma das mulheres mais influentes do rock and roll.

19.8.10

* O que te passa essa imagem???


Imagem Daqui

A primeira coisa que lembrei...

Está perto da eleição
os "milhos" são bastante jogados
lá vão os patos de roldão
novamente enganados...

CUIDADO!!!


E vocês??? beijos,chica

17.8.10

TEXTO do JOTABÊ MEDEIROS que vale a pena ser lido

CRUNCH

Ando um tanto espantado pela incompreensão em torno da figura de Robert Crumb.
Vejo a histeria em torno do velho cartunista e sua lenda de "cultural icon", e me pergunto quantos ali conhecem de fato sua obra.
Não que a controvérsia não seja parte de seu destino. O crítico de arte Robert Hughes disse dele : “Crumb é o Brueghel do século 20.” Em um artigo na Salon, Steve Burgess rebateu: “O Brueghel de nossa época ou o porta-voz de uma visão juvenil encarcerada?”.
Eu fico com a avaliação de Hughes: não consigo encontrar um artista popular com tanta influência quanto Crumb na segunda metade do século passado.
Não lembro de alguém, antes dele, traduzindo num desenho falsamente tosco o barulho e o caos dos subúrbios, a deterioração da vida social em meio ao sonho americano, o ronco dos subúrbios, os congestionamentos e as farsas espirituais.

Já ouvi gente dizendo que ele é um "chato", e que "estragou" a grande mesa de debates na Flip.
Ora, nunca me passou pela cabeça que Crumb se prestaria ao papel de lustrar prestígio de uma feira de escritores (e principalmente editores) nos trópicos. Ele é o antibabaovo por excelência. O equívoco foi de quem o colocou nessa fria.


Em 2005, Crumb lançou em NY (com Peter Poplaski) uma autobiografia, The R. Crumb Handbook. Não saiu no Brasil. É esclarecedora em todos os sentidos. É fundamental para se compreender o ranzinza mais impressionante do pop.



“O que nós crianças não sabíamos é que vivíamos numa cultura comercial, de commodities. Tudo à nossa volta estava à venda ou sendo comprado. Como americanos de classe média, nós crescemos basicamente num set de cinema. Os valores conscientes que carregávamos eram parte de uma cena. A mídia fazia o papel maior, sem que ninguém percebesse: a criação da ilusão. Estávamos cercados pela ilusão, por contos de fada criados de forma profissional. Só esparsamente mantínhamos contato com o mundo real. A mídia massiva estava em desenvolvimento recente, tão recente quanto a Revolução Industrial, e se espalhava pelo mundo tornando aquilo que antes era independente, tribal, em populações de consumidores. Somos produtos dessa cultura da commodity industrial. Vivendo numa cultura como essa, você tem de fazer escolhas, e procurar aquilo que tem o mais autêntico conteúdo ou substância. Nos anos 60, quando experimentei o LSD, eu me dei conta que a mente era um grande cesto de lixo das imagens da mídia”

“Dana e eu começamos a experimentar LSD, que ainda não era ilegal em 1965. Eu tomei ácido como um tipo de substituto do suicídio. A partir de 1967, eu me tornei um maconheiro regular, todo dia fumava”

“A literatura beat me deu um ponto de vista alternativo a respeito de viver na América que não aquele de nossos pais, da escola, da TV, ou da revista Life. Antes de ler os beats, a única alternativa eu tinha era a Mad de Harvey Kurtzman e as revistas Humbug, ou os discos satíricos de Stan Freberg. Nas primeiras tiras, tipo Fritz Bugs Out, eu estava me divertindo como um pseudo Jack Kerouac universitário (decalcado do ridículo livro de Richard Farina, Been Down So Long it Looks Like Up to Me), o tipo de cara enfiado num suéter surrado de gola rolê que concentrava uma imagem de vagabundo hipster que poderia atrair jovens e românticas garotas de classe média para fora de suas casas ajardinadas. Eu era muito amargo, observando quão bem funcionaria esse ato sobre garotas”

“Eu tinha 25 anos de idade quando tudo aconteceu. Foi um caso de “tudo ao mesmo tempo agora”. Eu tomei rapidamente consciência do que se passava. Eu era algum tipo de “porta-voz” para os hippies ou algo do tipo. Eu não tinha ideia de como administrar minha nova posição na sociedade. Ainda estou trabalhando nisso, essa é a verdade. Pegue Keep on Truckin’, por exemplo. Keep on Truckin’ é a maldição da minha vida. Esse pequeno cartum estúpido apanhado em sua plenitude! Havia um DJ numa rádio dos anos 70 que grunhia a cada 10 minutos: ‘And don’t forget to KEEP ON TRUCKIN’...’ Cara, aquilo era nauseante! Pés grandes são iguais a otimismo coletivo. Você é um garoto com o pé na estrada! Você está cruzando a linha! Isso é proletário! Isso é populista! Fui jogado para fora da trilha. Eu não queria me tornar uma espécie de artista-cartão-de-visitas da contracultura - aquilo que Lenny Bruce advertia que nos poderia acontecer. Foi então que eu comecei a soltar todas minhas fantasias sexuais perversas. Era o único caminho de cair fora dessa coisa de O MAIS AMADO CARTUNISTA HIPPIE DA AMERICA. E funcionou. Snatch and Big Ass Comics fez muitos deles darem meia-volta rapidamente!

“O trabalho e a carreira do poeta Charles Bukowski são o melhor exemplo. Eu o conheci através de Robert Williams em uma festa em Los Angeles no início dos anos 1970. Ele me deu um conselho. Disse: “Seu bagulho é bom, garoto. Apenas se mantenha longe dos coquetéis de lançamento!”. Ele tinha razão. Bukowski observou que artistas de sucesso e escritores eram engolidos por toda a badalação, especialmente aquela que vem de gente rica, burguesa, gente que não tem nada a dizer. Eles só querem comprar você, basicamente. A última coisa que eu quero é ser alguém que está constantemente tendo o saco puxado, e depois sendo cuspido como alguma hedionda celebridade. Juro, eu sempre quis ter reconhecimento pelo meu trabalho, mas prefiro apenas ser um observador anônimo fora do foco”

 
Fomos alertados para o texto, autor e blog, pelo PERI.S.C do Armazém do Peri, a quem agradecemos. E ao Jotabê, parabéns pelo blog AQUI, e este post surrupiado!
 

FRASES

“Os escritos de um blog”, afirmou Saramago numa de suas últimas entrevistas, “são filhos da casualidade, do humor, dos apetites.”
 Do blog do Jotabê Medeiros aqui

16.8.10

MUNDO DIGITAL

"SE SOMARMOS TWITTER, ORKUT, FACEBOOK, ALCANÇAREMOS UM IVD (ÍNDICE DE VAGABUNDAGEM DIGITAL) DE SE TIRAR O CHAPÉU." Escrito por Sérgio Augusto, no Suplemento ALIÁS, (de O Estado de S. Paulo), em 8 de agosto de 2010.

Realmente é um artigo que merece ser lido! Uma ótima oportunidade para reflexão e se for o caso, uma auto-crítica.
Destaco um trecho do final do artigo:
"Sherry Turkle, do MIT publica em breve um preocupante estudo sobre as mudanças comportamentais e neurológicas da geração escravizada ao celular e às mídias sociais. Seis meses atrás, George Packer alertou, na revista The New Yorker: "Não há como ficar online, navegando, enviando e-mails, postando mensagens, twitando e lendo twits e, em breve, ocupando-se da próxima novidade digital, sem pagar um preço elevado, sem roubar nosso tempo, nossa atenção, sem afetar nossa capacidade de apreender o que lemos e nossa experiência do mundo que imediatamente nos cerca".

Para ler o artigo completo, basta clicar em "As últimas da Twitterlândia".
Sérgio Augusto (Rio de Janeiro, 1942) é jornalista e escritor brasileiro.

13.8.10

Millôr Fernandes


Uma carta com história
Velhas querelas
Rio,
16.1.1980
Meu caro Guzzo,

agora, estranhamente, recebi sua carta do dia 8 (colocada no correio
dia 12). Senão já teria respondido, claro. Em primeiro lugar a moral
da história: uma publicação - como aliás qualquer tipo de empresa -
tem todo o direito de estabelecer suas regras, premissas e normas de
comportamento ou ação, desde que fundadas no bom senso, etecetera.
Senão, evidente, não vingam.

A sua posição - da revista - acho
perfeita e absolutamente válida. Mas... Mas, quais são os limites da
linguagem? Quem os traça? Claro, a revista pode traçá-los. Bunda não
sai. Mas corremos o risco de ficar esclerosados como o JB, que até
hoje grifa todas as palavras que define como gíria e chega ao
ridículo, assim, de grifar pra, por achar que isso é gíria (o
grifo é meu) de para.

Veja bem o caso em tela. (Estou
escrevendo em tela de propósito, tem gente que ainda escreve assim
e, claro, só os de sua própria geração entendem. Os mais novos
pensam que se está falando de cinema.) Minha frase: “Tanta plástica
no rosto, no seio, na bunda e ninguém aí pra inventar uma plástica
no caráter”.Que palavra eu usaria, meu caro Guzzo, sobretudo numa
época de permissividade? Nádegas? Olha, essa, sim, eu juro que
morreria de vergonha. Traseiro, pompom, bumbum, assento, posterior.
Não, eu tinha que usar bunda, a palavra certa, bonita, essa bonita
palavra africana.



Se eu usasse, por exemplo,
qualquer uma das palavras acima, estaria diminuindo a minha própria
língua, usando um eufemismo tipo gracinha (como sou um humorista
profissional me vedo o direito de fazer gracinhas) sem sentido,
i.e.força. Se eu usasse rabo, muito embora seja palavra extremamente
expressiva, você poderia dizer que eu estava forçando a barra (no
contexto Veja). Mas bunda, hoje, para usar uma expressão de uma
língua de que somos familiares, é uma household Word.

Mas,
muito bem, Guzzo, veja o perigo; vetamos bunda. Eu concordo. Todos
concordamos. Mas, se, de repente, precisamos nos referir à língua
bunda (se você escrever língua bunda, como eu escrevi aí, vai soar,
ao puritanismo natural da maioria dos leitores, muito mais forte do
que na minha frase vetada) dos angolanos? Diz. Deixo de
escrever?

Você há de achar estranho que eu dê tanta
importância ao fato bunda. Mas, geralmente, aceito com mais
facilidade as coisas mais "importantes" (tipo "vamos dar uma
descansada na Petrobrás" ou "dá pra parar de chatear um pouco o
Delfim?") onde se pode ver claramente os compromissos, os riscos e
os interesses, do que nessas outras, aparentemente
menores.

Sem contar que – não quero coroa de louros, não,
pode dar pros filólogos da Academia - me considero, no ramo uso de
palavras uma pessoa de grande sensibilidade, supostamente capaz de
trabalhar no fio da navalha, entre a extrema invenção e o clássico,
entre o perigo do chulo e a beleza do bem comportado, entre o máximo
de descontraimento e o máximo de precisão. Vivo disso, aliás. Você
sabe que não é a mesma coisa traduzir, botar em português, o
seiscentismo do Shakespeare e a ultima gíria de negros americanos.
E, no terreno vanguarda - com licença da palavra, desde O Cruzeiro
até O Pasquim, nós estávamos lá, inventando, reconstruindo, fazendo
permanecer viva a linguagem.

Meu maior título de glória
(quase ninguém sabe, você passa a ser dos poucos informados disso) é
ter praticamente inventado a expressão paca, de curso, hoje,
nacional. Está registrado no meu livro "Trinta anos de mim mesmo":
publicado pela primeira vez no O Cruzeiro em 1957 (!). O Ziraldo me
disse: "Essa não sai” .Saiu, e não aconteceu nada, porque pouca
gente conhecia a palavra. Que, aliás, dizer a verdade, eu não
inventei. Mas era, também, uma household word do meu grupo de
meninos no Meyer.Tão usada que fazíamos variações (o cansaço traz,
fatalmente, inovações linguísticas): paca, praca, páraca. Tudo
maneira de eufemizar euforicamente o proibidíssimo, praticamente
criminoso, na época: ”Pra caralho!” Hoje, com a permissividade, paca
nem terá surgido: qualquer freira diz, sem ruborizar, a
expressão-mãe.

Em suma, o que me parece claro é que as
palavras e expressões não são boas nem más em si mesmas. Dependem de
quem as usa, do contexto em que são usadas. De quem as usa porque,
se Tristão de Ataíde, de repente, começar a usar gírias e palavras
audaciosas vão pensar que ele ficou gagá. Mas, por outro lado, no
teatro atual, quando você sente que o autor quis dizer uma palavra
forte e não a disse por pruderie a coisa soa falsa. O personagem
quer dizer, o autor, mais recatado do que ele, não
deixa.

Quanto a mim, quanto a meu próprio comportamento
lingüístico, não tenha receio. Claro que, se eu desmunhecar, isso
poderá ter uma certa gravidade para VEJA. Para mim porém será fatal.
Sou uma célula de VEJA, mas o total de mim mesmo. Porém, Vecchio
uomo - sou mais antigo e mais experiente no setor do que a
revista.

Não tema, porém. Não paro de pensar, de ver. Não me
perco. Não estou me perdendo. Não vou me perder. Não tenho ânsias.
Estou com você (é evidente isso, em quase todos os órgãos da nossa
imprensa) embora você não tenha chegado a explicitá-lo: inúmeras
publicações estão como certas mulheres que, tendo adquirido o
direito de dar pra quem bem entendem se sentem na obrigação de dar
pra todo mundo. O resultado nós sabemos qual é: uma imprensa que
pensa ser liberta quando está, realmente, sendo apenas pornográfica.
Que pensa ser de esquerda quando já está querendo tirar a direita do
lugar, empurrando-a por trás, fechando a rosca. Uma imprensa
reivindicatória só da boca pra fora e longe do balcão. Está faltando
a coisa mais antiga, mais condenada desde há algum tempo: bom senso.
Não a mim, porém, meu caro Guzzo.

Em tempo: o alongamento da
resposta é pelo gosto da discussão. Saindo da bunda e permanecendo
mais ou menos nela - a posição de vocês de modo geral é boa, a
revista continua mantendo seu prestígio, a relação de vocês com meus
escritos bastante “democrática”, o que – espero, se estende, ou se
estenda também a todos os outros colaboradores de menor nome mas de
igual responsabilidade. Gaiatices, gracinhas e modismos
"revolucionários" é que não interessam a ninguém. Nem freio,
claro.

Precisamos discutir um dos detalhes importantes na
revista mas isso não cabe aqui.

Um abraço e que a venda de Veja continue abundante.


Enviada pelo José Luiz Fernandes

11.8.10

NAVEGANDO...

Encontrei o artista Peter Ibruegger, nas minhas andanças pela Internet. Conheça seus trabalhos em cerâmica e outros projetos, visitando o seu site Aqui.

10.8.10

Duas frases do Ao Mirante no seu twetter

aomirante

  1. 90% dos atuais escritores não deviam ter licença pra escrever nada além do bilhete de suicídio.
  2. A principal coisa que você aprende com a idade é que idade não ensina nada.
  3. AQUI